Mensagem de professor para aluno: palavras que transformam e motivam

A primeira lição que eu aprendi foi a nunca ficar esperando que um homem me salve.

Acho que a gente passa a vida tentando. Mas algumas coisas eu aprendi levando porrada. A mais importante delas é: nunca posso deixar de ser quem sou. Ninguém merece que eu me mude e me maltrate. Só mudo se quiser e achar necessário, mas mudar para agradar alguém é a maior furada do universo.

Aprendi que quando se ama não existem regras!
Nada padroniza o amor.
O momento faz a metamorfose de como deve ser o amor, sem padrões..sem certo..sem errado..

O amor moralismo nenhum limita, frase pronta nenhuma define.
Aquilo que é precário ou que é excessivo no amor se ajeita, e se completa de algum jeito.

Amar é ser avesso! Nem melhor, nem pior...

é descobrir que “somos muitos mesmo sendo dois”.

Aprendi que quando se ama, ama-se e pronto!

Amor não se justifica, sente-se!

...amar é querer bem! ..

amar é
querer de perto...

Ame =))

Amadureci, aprendi, cresci. Parei de determinar meu estado de espírito pelas circustâncias, sejam lá quais forem, e de colocar sentimento onde não há necessidade. Deixei de me lamentar pelo que não deu certo, e tentei crescer e reter as coisas boas dos meus erros, afinal, viver é aprendizagem. Deixei de lado tudo que me causava dor, e só trouxe comigo aquilo me faz bem. Descobri que amor é diferente dessas coisas transitórias que as pessoas andam sentindo ultimamente, que ser feliz é mais fácil do que se pensa, que um sorriso no rosto vale muito, e conserta muita coisa. E que a vida é dura, o mundo é injusto, o amor é complicado, as coisas nem sempre são como a gente quer, mas eu tô bem demais, e posso ser feliz acima de tudo.

Se não tens nada a aprender
com teus filhos ou alunos
nada tens a ensiná-los.

O grande mestre não ensina
Amplia os horizontes dos seus alunos
Num aprendizado constante

Não se engane a vida ensina, porém, até para aprender com a vida tem que ser bom aluno.

Aqueles que podem fazem. Os que não podem ensinam. E os que não podem nem uma coisa nem outra, administram.

Um mestre que ensina na sua escola trinta ou quarenta crianças consegue fazer de todas elas pessoas capazes de pensar? Não. Por isso considero as escolas instituições perniciosas.

A experiência ensina-nos a desconfiar de tudo, e muito especialmente de nós próprios.

Há duas coisas que a experiência deve ensinar: a primeira é que é preciso corrigir muita coisa; a segunda é que não se deve corrigir demais.

E por esta arte de conhecer os homens, digo-vos, meu filho, que se pode aprender, mas que não se pode ensinar.

O TEMPO A VIDA

Não coincide o tempo com a vida
tão tarde o aprendemos

Fora dele vivida conhecemos
antes de nela entrarmos a saída

Num retrocesso intemporal vivemos
intemporal decerto é a nossa vida

(O vocábulo tempo, Rua de Portugal, Assírio & Alvim, 2002)

Um deles era muito inteligente e aprendeu tudo, entendeu tudo e levou isso tudo consigo quando morreu. O outro era razoavelmente estúpido e inventou um modelo aperfeiçoado de aguça-lápis. E existiu mais.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992

Os grandes homens, ao ensinarem os fracos a raciocinar, colocaram-nos sobre a estrada do erro.

A posteridade é um colegial condenado a decorar cem versos. Chega a aprender dez de cor, balbucia algumas sílabas do resto: os dez, são a glória; o resto, a história literária.

Instruímo-nos viajando (...). Mas, por outro lado, só aprendemos aquilo que já sabemos.

Quanto menos tempo tenho para praticar as coisas, menos curiosidade sinto em aprendê-las.

As palavras nos ensinam em um processo rápido e temporário, as atitudes nos ensinam num processo lento e inesquecível

E umas das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.