Mensagem de Marta Medeiros sobre Familia
Sobre viver
É assim que a gente vive
E que sempre irá se viver
Nossa falha e nossa crise
Tanto tempo a se perder
Dialogando com a alma
Tentando acalmar o ego
Buscando alguma calma
Mas nosso espírito é cego
Não vê o óbvio e explícito
Enxerga apenas o que quer
Mesmo que seja empírico
Se acaba num corpo qualquer
Viver agora é uma proeza
Um ato heróico e de coragem
Se desvencilhar da tristeza
Sem buscar qualquer vantagem
Sim, é assim que a gente vive
Presos na nossa própria razão
Raros os espíritos livres
Que se entregam de vez à emoção
As pessoas sensíveis deveriam ser valorizadas. Elas amam profundamente e pensam profundamente sobre a vida. São leais, honestas e verdadeiras. As coisas simples geralmente significam mais para elas. Elas não precisam mudar ou endurecer. Sua pureza as torna quem elas são.
Espírito de Deus é aquele que paira sobre nós, dentro de nós, que nos traz paz, alegria, harmonia, sabedoria, maturidade e amor ao próximo. Quando estamos em comunhão com o Senhor Tudo podemos Nele, porquê é Ele que nos fortalece de acordo com sua vontade. Com Ele você transborda todas essas qualidades do incondicionalmente, e abundância. Santo, santo tu és pai, aleluia por ter a ti dentro de mim, me protegendo, me acolhendo e me trasformando num novo homem, com coração completamente apaixonado. Por todo honra a glória a ti, farei por ti, porque tudo em primeiro é para o senhor.
Espírito de Deus é aquele que paira sobre nós, dentro de nós, que nos traz paz, alegria, harmonia, sabedoria, maturidade e amor ao próximo. Quando estamos em comunhão com o Senhor Tudo podemos Nele, porquê é Ele que nos fortalece de acordo com sua vontade
Não há outro como Tu, Soberano e Fiel
Não há outro como Tu
Reina sobre a Terra e céus
És o Alfa e Ômega, Início e Fim
És o Ar que eu respiro, Tudo pra mim
Tu és Jesus, Tu és Jesus
Alfa e Ômega, Início e Fim, Tudo pra mim.
Quando o Senhor nos diz para sermos como crianças, Ele está falando sobre dependência e aprendizagem.
NADA SABEMOS SOBRE...
Que alma não almeja
Conhecer a alma?
Quem ao menos sonhará?
O coração de outrem é outro orbe
A quem não se vê, nem comunica-se,
Com quem não se há entendimento.
Nada sabemos sobre...
Quando de nossa própria
Aquelas que são alheias
Veem, gesticulam, e falam apenas,
No mais supomos alguma semelhança,
Ou mera coincidência.
REFLEXÃO:
Sobre teu silêncio
Eles crescem e tremem
De euforia receando ouvir tua voz
Sob tua voz
Tremem de fobia e receiam te impugnar
No entanto, se bradares
Receio que morram
De aversão.
PELO AVESSO:
O mundo gira sobre um eixo sem sorte!
Em um labirinto sem norte
Para um governo sem posse
Que sem brio segue à morte...
Na cadência do trote
Sobre um ar de deboche
Contra um povo tão forte
Que caminha para o corte...
Pra buscar sua sorte
Sem ter medo da morte
Ou cuidar sem deboche
Viaja no trote a buscar suas posses
O ALVORECER:
Ao amanhecer...
Glup... Cai a ultima gota do orvalho
Sobre as pétalas da bromélia a se abrir
A brisa fria sobre a grama em brumas
Exala os eflúvios dos jardins a florir
O inseto...
Ali, inerte a esperar o sol.
Para ao ocaso seu ciclo findar.
Série: microcontos
O ÚLTIMO ATO
Sobre o púlpito partitura e violão. No palor da ribalta não há público nem canção...
NAU DE ILUSÕES
Se eu quiser sonhar
- Desperto...
Meus sonhos vesgos sobre obliquas paralelas
Aportam em mares tênues sob náufrago porto solidão.
E meus sedentos lamentos à razão
Naufragam mortos mares de ilusões
A deriva essa nau de emoções
Zarpa no infindo oceano da paixão.
Esse emaranhado de cordas
Que se chama coração.
CAMINHOS DE ILUSÕES
Viajando essa estrada tirana
Sobre as gretas de suas espeças rochas
A destroçar a Peçanha
De seus mitos delirantes
Que sugara o mel da flor infante
Nos sonhos mitigantes dos passantes.
Essa pátria de via intransitável
Aos que nela vão viver sempre errantes.
Sob o sol caudaloso e causticante
A regar sem pudor
Outros sonhos em seu solo itinerante.
Se eu sonhasse ou ao menos ideasse
Verteria seus mitos e farsantes
Aplacando essas léguas tão tiranas!
No sutil frescor de Aruanda.
Série: Minicontos
RACISMO X ETNOCÍDIO
Há séculos. Congoleses e Angolanos sobre mar atlântico despiam-se da vida para a morte. E a história continua. Moïse fugia por léguas tiranas em busca de vida, e de maneira torpe encontra a morte. Havia 300 anos, e nos despimos da sorte de apreender a lição...
Série Minicontos
Aprofobia
Sob a cabeça, o paralelepípedo servia-lhe de travesseiro. Sobre o sonho, o travesseiro servia-lhe à morte.
LUSCINIA
Sob o sol ainda brando da aurora
A sutileza dos ventos pacífica sua cópula sobre a copa das árvores em bulicio.
Tinhosa, a clorofila põe -se em rosa pros acordes dedilhar.
Seu canto magestoso me embala a versejar.
Prefiro a lira do seu canto
A copla de seus versos
Suas rimas seu trovar.
O mais celebre dos poetas
Se fazia destoar.
Série Minicontos
IDÍLIO
No limiar da noite sobre a namoradeira.
Um longo preto estampado em flores escorria sobre o corpo. Jonny, lhe adornava os ralos cabelos negros. A vovó Deinha trançava o sonho azul do netinho Pedro, que ao pé da letra dormia envolto ao mundo de fantasias. Quando acordou, estava lá.
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