Menino e Menina

Cerca de 8763 frases e pensamentos: Menino e Menina

⁠Amas-me, assim como amas a vida de um rei?
Perguntou a menina carente de atenção...
Respondendo o velho sábio:
Não minha jovem, não a amo!
Então a menina entristeceu-se abaixando a cabeça e se sentindo magoada
E o velho sábio retrucou de forma sabia:
_Esteja sempre preparada a receber respostas negativas
Para que não se sinta tão imperfeita e tenha forças de superar suas imperfeições de deixar outras pessoa de lhe amar a participar da tua vida
Pois terão dias que não teremos a auto-estima tão elevada e por isso é bom que tenhamos amor próprio antes de deixar outro amor entrar em nosso coração!

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Se eu pudesse pegar no colo a menina que eu fui, ia cobri-la de tanto carinho e compreensão!
O encontro hoje com outras crianças, trazem-na de volta, com liberdade de brincar e sorrir, ser feliz como nunca a deixaram ser!
As dores de crescimento doem toda a vida!
Há tantas lágrimas que ela não chorou e que hoje facilmente transbordam, como um tanque cheio, onde o sofrimento não cabe mais!
Ninguém pode tocar nas feridas da menina...

Inserida por MariliaMasgalos

O aceite mais previsível de uma menina-mulher da classe media por todo mundo hoje em dia, diante de um pedido de namoro, inicia com aquela velha historia bem criativa de um confuso assalto traumatizante onde lhe roubaram o celular do modelo mais caro que ganhara da tia no ultimo aniversario e somando a isto, a infelicidade de está com uma divida alta em compras, gerada de forma injusta por que os bandidos clonaram o seu cartão. Diante de uma ajuda boba, crédula e generosa, a relação começa sem as preliminares mas para os finalmente, sem pudor algum.

Inserida por ricardovbarradas

O girassol e a linda menina.
Em um certo vilarejo, havia um maravilhoso jardim com várias rosas, jasmim, gardênias, violetas, cravos, copos-de-leite e um gracioso girassol.
O vento vinha delicadamente, dançando fazendo exalar o perfume das flores.
Lá só existia alegria, paz e harmonia.
Os pássaros cantavam o hino do amor e as borboletas aplaudiam com júbilo.
Ao lado corria um riacho com águas cristalinas onde os peixes transbordavam de tanta felicidade.
O sol acalentava sorridentemente iluminando o ambiente.
Porventura, surgiu de trás de uma árvore uma linda menina com seus cabelos anelados e um par de olhos parecendo dois retalhinhos do céu, que observavam o esplêndido girassol.
O girassol era de um amarelo intenso e suas pétalas de um tom alaranjado que brilhavam majestosamente.
Enquanto o girassol exibia sua elegância, a linda menina continuava a lhe observar.
Porém, a garotinha Não se conteve e foi se aproximando serenamente passando por entre os cravos, copos-de-leite, jasmim e enfim pode apreciar o girassol de perto e perceber o quão era deslumbrante.
Prontamente a linda menina começou acarinhar o girassol e dos teus lábios desabrochou um belo sorriso e o seu coraçãozinho bateu freneticamente de tanta emoção.
- Em seguida ela lhe deu um doce beijo e os teus lindos olhos azuis brilharam de contentamento.
Um pouco mais adiante, perto das rosas e gardênias estava um colorido beija-flor beijando delicadas violetas.
Para a linda menina foi inesquecível toda magia vivida naquele belo jardim que localizava-se em um vilarejo.
Foram dias fantásticos que a garotinha viveu na casas dos avós durante as férias escolares.
A linda menina morava na cidade grande e lá não encontrava o frescor da natureza, o belo canto dos pássaros e não vislumbrava flores tão brilhantes, perfumadas e muito menos um girassol tão extraordinário e magnífico igual ao que havia naquele fascinante jardim.

Inserida por gleicepriscila48

Sou poesia, brisa macia.
Sou mulher que te encanta,
menina de ciranda.

Fragmento do Poema "Menina de Ciranda"

Possui Certificado de Registro Autoral CBL

Inserida por WANDAROP

⁠LUZ DAS ESTRELAS
Certa feita estive numa aldeia.
Lá me deparei com uma menina,
Sua fome me olhava atentamente.
Tinha o nome de luz das estrelas.
Seu pai não se sabia e sua mãe não vinha.
Perguntei-lhe se sonhava. Disse-me que não.
Mas que quando deixasse de ser miúda,
iria ser médica para cuidar das pessoas e dos que vão nascer.
Você sabe o que é poesia?
Não, não a conheço, interpelou-me rapidamente.
Poesia é feita pra gente?
Passei a visitá-la.
Numa manhã que chovia, nova indagação.
Do que você gosta? Prontamente me disse:
Gosto de comida, de escola e de brincar de casinha quando faz frio.
E vou lhe confessar algo.
- Também brinco de agarrar nuvens com as mãos
Carlos Daniel Dojja
Para Luz das Estrelas, em Angola.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠A menina que dançava
Falaram-me de uma menina,
Que enquanto descobria seu ritmo,
Pensava-se menos leve,
Que o ar que a circundava.
Seu corpo feitio de brisa,
Se deslizando compenetrado,
Já mostrava que havia canto,
Mesmo quando não escutavam.
Parece-me que seu cabelo,
Poderia ser azul esverdeado,
Como se fosse coreografia de raios,
Se estendendo em sua face.
Como a desconheço, dar-lhe-ei o nome Eduarda,
Aquela que guardou nos pés,
A dança como abrigo,
E se foi envolvendo de ritmos,
Pungidos de existência.
Assim lhe surgiram os duetos,
Com seus deleites sonoros,
E também o estrondar de tambores,
Sucedendo sinfonias.
A esperança lhe chegou,
Como um bale compassado,
Mantendo firmes os braços,
Olhando para o alto, a seguir na direção.
As vezes até parece,
Que nem sequer percebia,
Que viver também se aprende de dança,
Que o tempo faz emergir.
Dança-se no silêncio da alegria.
Na tristeza acalentada.
Descobrem-se em distintos momentos,
Cenários convertidos de linguagens.
Na há movimento sem emoção,
Pulsar alheio, sem sonoridade.
Se dança com pó no rosto,
Com o brilho de enfeites costurados.
Mal sabe essa menina, que um dia lhe contarão,
Que estava a dançar com dor e graça,
Feita melodia de passos,
A poesia dançante da vida.
Carlos Daniel Dojja
In Poema para Crianças Crescidas

Inserida por carlosdanieldojja

⁠O chamado que nunca se cala"
Por Diane Leite

Quando eu era menina, falava demais. Tanta coisa borbulhava dentro de mim que eu dizia para a minha mãe, meu pai e meu irmão que, quando crescesse, seria freira. Eu não sabia ao certo o que significava, só sabia que queria curar o mundo com amor. Eu não conhecia a palavra "missionária", mas já sentia, no peito, o que era ser uma.

Com 16 anos, me inscrevi para ser missionária. Não me aceitaram — eu era “nova demais”. Me pediram para esperar.
Aos 18, me chamaram. Mas eu já estava grávida do meu primeiro filho.

Foi como se Deus dissesse: “Sua missão começa aqui.”

Hoje, aos 40 anos, tenho dois filhos. Um com 22. E outro com 7, que está dentro do espectro autista, grau 1 de suporte. E eu? Eu continuo missionária. Não porque recebi um título. Mas porque a vida me ungiu no silêncio das madrugadas sem dormir, nos choros calados no banheiro, nas reuniões escolares em que fui humilhada, e no amor que se recusa a desistir.

Eu nasci para acolher.
Para ser casa.
Para ser abrigo das mães que ninguém escuta.

Minha missão é com elas — com as mulheres que seguram o mundo nos braços, sozinhas, cansadas, invisíveis.

Ser mãe atípica é viver entre a cruz e a espada.
É amar alguém que o mundo não quer compreender.
É ser chamada na escola como se fosse cúmplice de um crime.
É ouvir de um professor: “que bom que ele foi embora mais cedo, agora teremos paz.”

É saber que, ali, naquela escola, naquele ambiente, seu filho não é bem-vindo.

E você também não.

É ter que pagar o aluguel, a luz, o remédio, o alimento — enquanto dá amor, atenção, limites, acolhimento, dignidade.

E muitas vezes, sozinha. Porque os pais vão embora.
No primeiro ano, aparecem. Querem mostrar serviço.
No segundo, somem.
E se você não entra na justiça, esqueça ajuda.

Mas eu nunca entrei. Nunca processei ninguém. Não por eles. Mas pelos meus filhos.
Porque eles não merecem carregar mais dor do que já carregam.

Enquanto muitas escapam da dor com distrações, festas ou amores temporários, eu mergulho no que é verdadeiro.
Eu escrevo. Eu cuido. Eu trabalho.
Minha vida é feita de metas, de entrega, de missão.

E mesmo sendo autista — sim, autista — eu sigo.
Nunca recebi diagnóstico formal, porque perdi meus documentos em um incêndio.
Mas eu sei quem sou.
Sei como funciono.
Sei como sinto.

E posso te dizer:
Não perceber a maldade das pessoas é uma bênção e uma maldição.
Você se doa por inteiro, até o dia em que percebe.
Percebe que está sendo usada, sugada, ignorada.
Percebe que ninguém te pergunta como você está.

Mas hoje, eu afirmo com todas as letras:
Eu não aceito menos do que mereço.
Nem em amor, nem em respeito, nem em entrega.

Se eu sentir que estou ali apenas como papel — social, decorativo ou financeiro — eu vou embora.
Sem escândalo. Sem vingança.
Mas vou.

E é isso que eu quero dizer a você, mulher:
Você é incrível. Você é necessária. E você não merece menos.
Não aceite menos.
Não se conforme com metades.

Choram? Choram.
Surtam? Surtam.
Mas as mães ficam.

São elas que aguentam o que ninguém vê.
São elas que viram piada por usarem fone de ouvido para suportar o barulho.
São elas que se anulam todos os dias por alguém que talvez jamais seja compreendido pelo mundo.

Mas elas seguem.
Porque elas sabem que o amor verdadeiro é resistência, é coragem, é missão.

Hoje, eu me reconstruo em cada linha que escrevo.
Me reconheço em cada mãe que lê e chora.
Me fortaleço em cada mulher que descobre que pode dizer “basta”.

Sou missionária.
De almas.
De feridas.
De mães.

E no fim de tudo, eu me basto.
Tudo que vier além — tem que me transbordar.

Inserida por dianeleite

⁠A MENINA QUE AMAVA DEMAIS (E VOLTOU A ARDER)

Ela nunca precisou de muito para sentir tudo.
Uma música já bastava para transbordar.
Um olhar já a atravessava inteira.
Um toque e o coração dela escrevia romances inteiros que o outro nem imaginava ter começado.

Até os 20 anos, ela era puro vulcão.
Ria com o corpo todo.
Amava como quem respira.
Chorava só por ver beleza demais onde ninguém via.
E por amar tanto… viveu sendo chamada de exagerada.
Intensa demais.
Sensível demais.
Tola, até.

Então ela congelou.
Não por escolha, mas por defesa.
A partir dos 22, a erupção virou pedra.
O riso virou silêncio.
O amor, contenção.
As pessoas passaram a chamá-la de fria, distante, calculada.

Mas ela não era fria. Era só uma alma ardente que o mundo não soube acolher.
E então, por anos, viveu escondida sob a própria pele.

Hoje, ela voltou.
Não com a mesma fúria dos 20.
Mas com a sabedoria de quem sabe:
Ser intensa não é ser demais.
É ser inteira.

Ela não tenta mais caber.
Ela se honra.
Ela dorme cedo, acorda com a aurora, faz do silêncio um templo.
Não grita mais para ser ouvida — ela sussurra, e o universo escuta.

Porque entendeu que ser intensidade não é erro.
É só amor demais num mundo ainda aprendendo a amar.

Inserida por dianeleite

⁠Um sonho erguido com a arquitetura da essência

Desde menina, aprendi que o silêncio educa, que os livros ensinam mais do que os aplausos, que a introspecção é um território fértil onde germinam as ideias que um dia mudarão o mundo. Enquanto outros buscavam o ruído das multidões, eu encontrava abrigo entre páginas e pensamentos. Não eram apenas sonhos — eram chamados, vocações que se impuseram antes mesmo que eu soubesse nomeá-los.

Hoje, mulher, mãe atípica, pesquisadora incansável, comunicadora que honra a palavra como um instrumento de transformação social, reconheço: nada foi por acaso. Cada degrau exigiu mais do que esforço — exigiu entrega, renúncia, silêncio estratégico e uma fidelidade inegociável à minha essência.

Na última sexta-feira, estive na Gazeta do Povo. Não como um ponto de chegada, mas como uma confirmação inequívoca de que, quando se honra a própria verdade, o universo responde — com encontros, convites, oportunidades e reconhecimento.

Minha gratidão ao Gui Oliveira, que não apenas me convidou, mas também acolheu minha trajetória e me permitiu falar, com seriedade e profundidade, sobre um tema que transcende a retórica: o desenvolvimento humano, a potência da infância, a urgência de compreendermos que moldar futuros não é teoria — é compromisso, é responsabilidade, é amor em estado de ação.

Este é apenas o começo. Em breve, anos de pesquisa ganharão forma em dois livros — um legado que coloca à disposição de mães, terapeutas e educadores, ferramentas concretas para a grande janela de ouro da neuroplasticidade, entre os 3 e os 6 anos, quando o cérebro da criança está mais aberto ao florescimento de competências fundamentais para a autonomia e a qualidade de vida.

Não se trata de ser vista. Trata-se de ser. Não se trata de discursar. Trata-se de fazer, com ética, com rigor, com amor.

Enquanto eu respirar, seguirei construindo, persistindo, acreditando. Porque há jornadas que não se definem pela linha de chegada, mas pela decisão inabalável de nunca parar de caminhar.

Autoria: Diane Leite

Inserida por dianeleite

Quando menina eu pressentia
que tinha nascido com a solidão e a saudade
atracadas em mim ...
Hoje sei
que quando eu ainda nem falava
minha premonição já se dizia realizada.

Inserida por MiriamDaCosta

Eu fui uma criança/adolescente estranha... quando menina gostava de brincar sozinha na minha casinha que ficava escondidinha no quintal; aos 13/14 anos lia K. Gibran e muitas vezes preferia ficar sozinha lendo ou escrevendo na minha Remington ( não sei bem o motivo... mas acredito que entre todos foi o melhor presente que o meu pai me deu), matava algumas aulas de religião e educação física para ir namorar na praia deserta durante o inverno. Detalhe importante: eu namorava o Mar.
Eu continuo estranha...

Inserida por MiriamDaCosta

Lute!
Lute sempre!
Lute como uma Mulher
que não deixou o seu lado Menina
endurecer nas lutas dessa vida
que por um lado ou por outro
é dura.

Inserida por MiriamDaCosta

Quando menina
aprendi com o Oceano
que as melhores amizades
são o silêncio e a solidão.

Inserida por MiriamDaCosta

QUANDO SE AMA

Menina especial
Escuta o que eu digo
Na minha vida te preciso,
Olhar meigo e sedutor
Você me conquistou,

Da mesma espécie nós somos
Se conhecendo nós fomos,
E vamos formar um belo casal,
Basta você querer,
Vou te acordar com flores
Café da manhã na cama
Porque quando se ama,
Não tem limites,
Não tem brigas nem mentiras,
Tudo é mil maravilhas.

É assim que eu me sinto,
Quando estou do seu lado,
Em ti eu acredito
Porque estou apaixonado,
Você é meu cobertor
A deusa com louvor
Obrigado meu senhor
Por te me dado esse amor,

Compositor Antonio Luis

Inserida por PoetaAntonioLuis

MENINA DE ATITUDE

No meio de outros você me escolheu
Não sei porque pensei, Se só amigo seu
Bateu Bateu bem forte em mim
O seu bilhetinho falando assim

Agente se ver depois da aula
Agente se beija depois da aula
Ai você me fala
Se poço ser sua namorada

Menina de atitude Agora ficou claro
Que aquele seu olhar não era só amizade
Nasceu amor em você
Nasceu amor em você
Vou corresponder Vou corresponder

Agente vai ficar junto
Então pro resto do mundo
Eu vou dizer Que eu amo você.

Poeta Antonio Luís
8:08 AM 23 de julho de 2016

Inserida por PoetaAntonioLuis

"Você foi a cobra que picou minha mão", disse a pobre menina rica ao Lampião!

Inserida por RafaelZafalon

Menina linda que desfila em minha rua que traz consigo milhares de sorrisos.

Inserida por Wallace78

⁠Quero voltar aos anos 80 para encontrar a menina que fui, porém, a mulher que sou não me deixa perder tempo romantizando o passado, ela pretende criar seu próprio Rock in roll, sem lamentar os momentos passados, mas com o paladar de quem já sabe muito bem o que quer...
😉 Vamos que vamos ✋

Inserida por Starisy2

⁠Menina pra uns
Mulher pra outros
Mas o que importa
Mesmo
É a minha intensidade
E verdade com a afetividade
Das pessoas

Inserida por RosaV