Menino e Menina
A menina cresceu ,virou mulher...
amadureceu , aprendeu a cair e levantar...
a menina meiga , doce ... ja não existe mais...hoje já não sou mais o que fui ontem ... amanhã serei diferente do hoje...estou em constante evolução... ralei muito o joelho..agora ralo o coração... mas a gente aprende , sim a gente aprende .. ser mais madura ,mais forte ,mais segura ,mais esperta ..
Ela uma menina sonhadora ...
Sorriso meigo .. doce , encantadora ..
Eu nem sei seu nome garota ..
Como posso assim me envolver ?
Seu brilho compara as estrelas ..
Seu sorriso é meu raio de sol dando bom dia ...
Seu perfume espalha ao vento ...feito aroma das flores primaveiris ... vc me ama? Ou será que nem sabe que eu existo..
Não brinca comigo , por favor ... eu já te amo tanto ... a vida não é um jogo .. de ganhar ou perder ... te vi e me apaixonei ..como o sol se encantou pela lua ..eu me encantei por vc ... feito um poeta assim que escreveu sua poesia deslumbrado ..assim também sou eu ...totalmente apaixonado por vc..
Eu não sou uma menina má..
Mais também não sou uma boa menina...sei que não mereço o céu.. mais quem é vc pra me julgar? Quem é vc pra me apontar o dedo? Que pecado eu cometi , que pecado tão grave eu fiz pra merecer tanto julgamento ? Não sou perfeita e nunca vou ser .. certinha , não eu não sou ..muito menos santa ..eu tenho um fogo que arde em mim . Eu tenho temperamento difícil eu sei disso ... sorriso de anjo , malícia de mulher ..eu sei o que eu quero e onde quero chegar ... eu sou pura adrenalina, pecado , sou fogo , paixão eu sou o caminho errado ... a falta de juízo e meu bem não tem nada de errado nisso ... sou dd verdade , quem me julga me inveja porque eu sou de verdade ..num mundo que muitos usam máscara..eu dou a minha cara a tapa.
Voa menina, segue o teu caminho...
Se liberta daquilo que te faz mal ...
Sonha, sonha alto, brilhe..
Não deixe que ninguém corte tuas asas..
Não aceite que ninguém destrua teus sonhos...você é incrível, você é especial!!!
O Primeiro Amor
Cresci escutando que o primeiro amor da vida de uma menina é o pai. Nunca ouvi tanta mentira caber em tão poucas palavras.
Porque o primeiro amor de um filho não deveria ser definido pelo gênero, mas pelo vínculo, pelo cuidado, pelo lugar onde o coração encontra o primeiro abrigo. E, para mim, esse primeiro amor sempre foi a mãe.
É nela que encontramos conforto, é no colo dela que descobrimos aconchego, é na voz dela que encontramos calma quando ainda nem sabemos explicar o que sentimos. É através dela que a vida começa, é dentro dela que, antes mesmo de conhecermos o mundo, já somos existência, já somos parte de alguém.
Antes de aprender a amar qualquer outra pessoa, aprendemos o amor através dela. Antes de conhecer qualquer paixão, conhecemos o calor de um colo. Antes de entender o significado de pertencimento, já pertencemos a alguém.
Talvez o primeiro amor não seja aquele que nos ensina a amar romanticamente. Talvez seja aquele que nos ensina, pela primeira vez, o que significa ser amado.
E é por isso que nunca consegui enxergar verdade nessa frase que colocaram tantas vezes como regra. Porque amor não é uma fórmula, não é uma sentença pronta e muito menos uma definição baseada em gênero.
O primeiro amor é aquele que nos acolhe quando ainda somos pequenos demais para compreender o mundo. É aquele que nos reconhece antes mesmo de sabermos quem somos. É aquele que nos oferece abrigo quando tudo ao redor ainda é desconhecido.
E, para mim, esse amor tem nome: mãe.
Porque antes de qualquer romance, antes de qualquer paixão, antes de qualquer pessoa que um dia possa chegar e ocupar espaço no coração, existe aquela que nos ensinou, mesmo sem palavras, que amar também é cuidar, proteger, acolher e permanecer.
O primeiro amor não é necessariamente quem um dia fará o coração bater mais forte.
É quem, um dia, ensinou esse coração a bater.
Você não é mais a menina que espera ser escolhida.
Você é alguém que também construiu uma vida que pode ser observada.
Sorria menina...vc não sabe o poder que tem o teu sorriso... vc não sabe as bênçãos que vc atrai pra si e para os outros quando se veste de bem ..quando se ilumina de si ...
Aprende uma coisa menina, ninguém vale a tua dor , a tua lágrima , a tua mudança..apenas você mesma .. ninguém vale teu esforço, se fizer algo faça por você mesma ...
Essa menina é adrenalina pura, ela é êxtase, ela é coragem ... emoção a flor da pele, sexy sem vulgaridade ...doce , meiga e as vezes teimosa.. mas ela é luz por onde passa...a menina dos meus olhos , meu encanto, minha calmaria a razão dos meus sorrisos bobos, é ela!
Lições da Natureza
Veio a chuva
Mansa e ligeira
chuva passageira
Mas qual menina brejeira
dançando prá lá e prá cá
Tanto brincou
que pétalas derrubou
Árvore depenada ,
a menina sorriu
e depois fugiu
matreira e sorridente
como uma fada displicente
sempre para trás a olhar
o tapete de pétalas douradas
no chão a se esparramar
voa alto , voa longe
sua varinha mágica
no ar a rodopiar
É chuva que vem
é chuva que vai
pétalas caem
Deixando uma mensagem
Pétala a cair
não é vida a se esvair
novas flores irão surgir
e a vida volta a sorrir
edite lima /16/04/2019
🌷 A Verdade de Andriele
Sou uma menina amorosa, carinhosa,
de coração bom, que não tem malícia.
Mas às vezes acabo sendo machucada,
pela malícia que existe nos outros.
Sou Andriele, mulher de fé e guerreira,
mas quando ninguém está vendo,
também tenho os meus sentimentos...
É cansativo ser forte o tempo todo, né?
Mas acho que são essas palavras que me definem:
sou mãe, sou filha, com toda a verdade.
Assim é o meu jeito, simples e sincero,
cheio de vida, amor e felicidade.
Escritor: Samuel Taietti
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Menina de leão
cabelos enrolados, pele morena.
O mar parece sua morada.
Coração largo, onde cabem a alegria, a generosidade,
o colo e o aconchego.
Tem abraço de mãe e força de quem sustenta sem alarde.
Faz de si abrigo, mesmo quando o mundo só oferece vento.
Não pede, oferece.
Não cobra, acolhe.
Pode chamar do que quiser,
mas, de verdade, preserve.
Gente assim não se refaz fácil
quando quebrada.
A MENINA DA SOLEIRA.
Obs. Interpretação livre feita por:
Marcelo Caetano Monteiro.
Ninguém sabe ao certo quem ela foi.
Talvez jamais tenha existido como indivíduo, mas apenas como símbolo. Ainda assim, há imagens que parecem guardar uma memória silenciosa, como se a tinta absorvesse lágrimas que o tempo já esqueceu. Esta é uma delas.
Sentada junto à fria coluna de pedra, a jovem permanece imóvel. O cesto ao seu lado revela uma vida de trabalho simples. O lenço cobre-lhe os cabelos não por elegância, mas por necessidade. Seus olhos, porém, são o verdadeiro centro da pintura: não choram. Há tristezas que ultrapassam as lágrimas.
Pode-se imaginar que seu nome fosse Élise.
Nasceu em um pequeno vilarejo europeu, onde o inverno chegava antes da esperança. Filha de um artesão e de uma costureira, aprendeu cedo que a infância nem sempre conhece brinquedos. Enquanto outras crianças corriam pelos campos, ela remendava tecidos, carregava cestos e observava, pela janela, a vida passar.
Seu pai morreu durante uma epidemia. A mãe, consumida pelo sofrimento, resistiu apenas alguns anos. Restou-lhe a cidade grande, onde a multidão era capaz de ignorar uma alma inteira.
Todas as manhãs caminhava até a praça levando pequenas flores, linhas e fitas para vender. Nem sempre conseguia compradores. Em muitos dias voltava apenas com o peso da fadiga.
Foi numa dessas tardes que encontrou abrigo diante da porta de uma antiga igreja.
Ali permaneceu sentada.
Não esperava esmolas. Esperava alguém.
Talvez um irmão desaparecido. Talvez um amor prometido. Talvez apenas uma palavra que lhe devolvesse a certeza de que sua existência ainda importava a alguém.
Os sinos tocaram inúmeras vezes.
As estações mudaram.
As pedras envelheceram.
Mas a espera continuou.
Há uma estranha mística nos lugares onde muitas preces foram pronunciadas. As igrejas antigas parecem guardar o eco das vozes, dos arrependimentos e das despedidas. Sentada naquela soleira, Élise acreditava que Deus, mesmo em silêncio, ainda caminhava entre os homens.
Os idosos diziam que ela conversava com o vento.
As crianças juravam vê-la sorrir para alguém invisível.
Os mais céticos afirmavam tratar-se apenas da solidão.
Ninguém conseguiu provar qualquer dessas versões.
Certa manhã de inverno, encontraram apenas o cesto.
Ela havia desaparecido.
Não havia pegadas na neve.
Nem sinais de violência.
Somente um pequeno ramo de lírios brancos repousava onde estivera sentada.
Alguns disseram que um convento a acolhera.
Outros acreditaram que sucumbira ao frio durante a madrugada.
Houve quem jurasse que, nas tardes silenciosas, uma jovem de lenço escuro ainda podia ser vista junto à velha porta, olhando calmamente para quem passa, como se aguardasse alguém que ainda não chegou.
Talvez toda grande espera transforme o ser humano em memória.
Talvez existam pessoas que nunca deixam um lugar, mesmo depois de partirem.
E talvez seja por isso que certas pinturas continuam olhando para nós.
Não porque estejam vivas.
Mas porque ainda esperam.
A Menina Que Esperava
Na pedra fria adormeceu a flor,
Levando em si o último calor.
O tempo antigo lhe roubou a cor,
Mas não venceu a força do amor.
Seu lenço ocultava a oração,
Seu peito guardava a solidão.
No velho templo fez habitação,
Esperando em paz a salvação.
Passava o inverno, o sol, o verão,
Mudava o mundo, não seu coração.
Cada badalo trazia emoção,
Sem responder à sua aflição.
Um dia a aurora rompeu o véu,
E a neve branca beijou-lhe o céu.
Ficou o cesto, calado, ao léu;
Quem foi embora não disse adeus.
Se alguém perguntar quem ela foi,
Responda apenas: "a dor constrói".
Pois quem na esperança firme se põe,
Mesmo partindo... jamais se destrói.
Há olhos que o tempo não faz fechar,
Há vozes que o vento insiste em guardar.
E quem ama tanto sem reclamar
Continua, em silêncio, a esperar.
0227 ”Falei para a Menina, assim que a conheci: 'Apesar de nunca termos conversado, você me diz algo!' Mas não é que funcionou? Ela gostou e namoramos por quase três anos!”
0460 "Meu Grande Susto nas Redes Sociais foi quando aquela menina quis saber meu peso e altura. Achei que ela iria me presentar com um caixão. Oh, Raios... Qual outra razão para tal pergunta?"
É comum que as filhas de reis se tornem rainhas, mas Deus demonstra Sua grandeza ao pegar uma menina pobre, sem pai e sem mãe, e fazê-la sentar-se em uma posição de honra.
Rainha Esther.
*Menina das Vieira*
Ela é a menina das Vieira
Que veio de tão longe
E que morava tão perto
Já chegou semeada,
E cheia de vida
Pra dar vida a mais uma vida
Veio de longe o destino
Mas ficou perto o carinho
No ventre um mundo inteiro
No peito um amor pioneiro
Ela é chegada, é casa, é chão
É começo é continuação, e toda minha inspiração
(Saul Beleza)
*Menina Vieira,*
Você não deixa ser amada.
É como fruta madura, pronta, doce, na hora certa de ser colhida.
Mas se esconde entre as folhas.
Com medo da mão, com medo da queda, com medo de não ser guardada direito depois.
Menina, não precisa se esconder mais.
Eu não quero te arrancar do pé com pressa.
Quero te colher com cuidado. Te esperar amadurecer no meu tempo, no meu peito.
Quero ser cesto, não faca. Quero ser casa, não fome.
Se entregue.
Deixa eu te amar do jeito que você merece: sem susto, sem pressa, sem ter que se esconder entre as folhas pra se proteger.
Você já tá pronta. E eu já tô aqui.
Só falta você acreditar que pode ser colhida sem ser machucada.
Deixa eu te amar, Menina Vieira.
Só isso.
(Saul Beleza)
