Menina Sentimentos de uma Mulher
No seu olhar de menina, naquela grande campina sem fim, surgiam dois amantes, nas planícies verdejantes, que mais pareciam um jardim, só as abelhas presentes tirando mel da flor do capim. Um passarinho cantou para anunciar o nascimento do nosso amor, seu olhar me conquistou e o nosso amor não parou.
Bom dia, bom dia, menina meu amor, acorde com uma benção, acorde com uma flor, depois da tempestade virá sempre bonança, onde você for levará lembrança do meu amor.
Menina maravilinda, eu quero te ver sorrindo, o teu rosto tem marcas de lutas, mas agora é o paraíso, por favor me escuta, quero ver o teu sorriso.
Naquele sertão deserto, no meio da campina, vi o amor de perto no olhar de uma menina, meu coração disparou, uma abelha pousou na flor do capim e um passarinho cantou para anunciar o nosso amor sem fim.
Seu nome é Isabela, uma menina linda dona de um sorriso encantador, delicada como uma rosa cheirosa como uma flor, é um anjo enviado por Deus, És digna de todo amor... Ah, Isabela, como tu és doce, como tu és bela, o teu sorriso transborda a paz, os teus olhos transmitem amor, uma simpatia de pessoa, teu jeito meigo me cativou.
Menina do Rio
Autor: Tadeu G. Memória
Você tem as paisagens das colinas,
O Cristo, Copa, a Quinta...
Maracá, flamengo e a Rua Venus,
Trombas d’água e neblinas,
Garotos que sussurram galanteios,
De corpos perfeitos, meninas...
Você tem o Rio e o Rio corre em Você,
Eu tenho uma folha de caderno e uma Caneta,
Eu faço o poema e o poema me Envolve
Com metamorfoses, vicissitudes e cataclismas
Mágoas e marcas indeléveis de trezentos anos.
Os meus cabelos já ficaram brancos...
Antes eu não era nada, agora eu não sou ninguém,
E você tem o Rio e o Rio te tem...
Eu já conheci essa paixão avassaladoura
de fim-de-semana...
Sexta a gente se apaixona...
Casa-se sábado...
Domingo é lua de mel
E segunda? E segunda?
Aonde eu vou me esconder?
Eu não tenho colinas...
ADOLESCENDO
A menina de vestido estampado
Saltava na calçada como se pulasse estrelas,
Apontava o firmamento como se pudesse tê-las
E a saia se erguia, mostrando a intimidade
Dos seus quinze anos...
Danos em mim,
Amarelinhas nunca mexeu comigo assim...
Porque as alças também lhe caiam
Mostrando a adolescência adolescendo nos seus seios...
A menina de vestido estampado
Saltava na calçada como se pulasse estrelas
Apontava o firmamento como se pudesse tê-las...
E ela podia...
O peso do amor não entregue
Era uma vez...
Uma vez, em um ano qualquer, nasceu uma menina cujo sonho era físico e distante — e o sonho do seu coração, quase impossível.
Seu coração desejava, quase que desesperadamente, ser amado por alguém de verdade, pois aquele coração tinha muito amor para dar, e ele não aguentava o peso de tanto sentimento.
Ele só queria distribuir.
Mas o cérebro da menina não permitia.
Precisava ser a pessoa certa — ou, pelo menos, alguém que não fosse superficial, como o tempo em que ela vivia.
E, pelo menos até hoje, ela não teve um "felizes para sempre". Ainda não.
E, sinceramente, não sei se terá.
Talvez, um "feliz para sempre"... sozinha.
Dois Completos
Ela era riso, era vento, era grito, ninguém via além do jeito esquisito.
Menina sonhadora, alma exagerada, feia diziam... só mais uma engraçada.
Vivendo entre tentativas e rejeição, adolescente em busca de aceitação.
Até que um dia, como quem não quer, ele apareceu... em frente à casa, de bicicleta.
Não disse nada, só um sorriso calado, os dias passaram, o silêncio, aliado.
Ela esperava, o coração em festa, mas ele, quieto, "tímido" e como quem ainda não correspondia nada.
Foi na sala, com Djavan no ar, que ela tentou o amor declarar; 1⁰ ela colocou "Oceano", mas ele não entendeu, coitado, ela pôs " Fato consumado", queria apenas ser beijada.
Ela o beijou, ele saiu, e em palavras desdenhou: "Era isso que você queria me falar ?" Ele se foi... ela sem ação, foi a procura dele no mesmo instante...
...Uma pedra jogada, num gesto sem nexo dela , e ele? Seguiu ainda mais perplexo, sem entender.
Mas o coração é bicho sem juízo, ele apaixonou-se assim, sem aviso.
Dois loucos, crescendo em confusão, mas firmes, de mãos dadas na contramão.
O tempo passou, fez deles maduros, superaram medos, encararam futuros.
Os filhos não vieram, mas o amor ficou, e como família, a vida os moldou.
São dois, mas vivem como um só ser, completos, imperfeitos, só pra se entender.
Entre lágrimas, risos, noites em claro, apoiam-se no tudo, até no raro.
Não são metades, são inteiros, sim, amam-se no caos, no começo, no meio e no fim.
Ela: " A boneca doida"
Ele: " O boboyo" Eternos apaixonados.
Porque o amor, quando é de verdade, não precisa de molde ou de metade.
Basta ser dois, com alma e defeitos, dois corações batendo do jeito perfeito de cada um , em prol de um amor que não idealiza, mas é realista.
Estava perdida a menina, fazia frio, estava tremendo
E ela caminha sozinha rumo a lugares desconhecidos
Um pensamento, uma lembrança, um sentimento
De noites escuras, contava à lua, seus dias sofridos
Tão encolhida em sua própria mente
Tão pequena a menina deitada sozinha
Tirada de seus sonhos tão de repente
Mesmo confusa, ela ainda caminha
Se eu falasse pras pessoas das coisas que já passei muitas diriam que sou uma menina forte, que mesmo com todo o meu sofrimento ainda estou aqui seguindo em frente. Mas o que eu sinto é exatamente o contrário, me sinto fraca, e muitas vezes eu quis desistir, eu quis largar tudo e me render, e eu chorei milhares de madrugadas, em silêncio, enfiada na minha própria dor, na solidão do meu quarto.
"Menina morena de cabelos escuros, seu coração é tão lindo, mais do que tudo no mundo.
A primeira vez que te vi me encantei por você, te achei muito linda, queria te ter.
Te ter em meus braços, para te dar muitos abraços, amor e carinho, o que a uma menina doce é mais que merecido.
Seus traços são belos, seu corpo bonito, queria que soubesse o que por você sinto.
Se me deres uma chance de você eu amar, com todas as minhas forças tentarei te agradar.
Te agradarei por completo nesse mundo tão belo, te amarei até mesmo quando tudo estiver incerto."
"Não saia da linha, garotinha!"
E essas palavras ecoavam na minha cabecinha de menina... Que linha!? me perguntava eu... confesso que me esforçava pra encontrar a tal da linha em todo lugar em que eu estava... e nadinha da linha.
E as palmadas... quando da linha - que eu nunca encontrava - eu saía? Pá.. pá... "isso é pra você aprender a não sair da linha".
E o tempo passou... alguém a linha pra mim encontrou?
Poix, poix... demorô mas descobri o que era a tal linha que nunca vi.
"Ande na linha!" Sim, sim... tenho certeza de que todo mundo já ouviu... e, como eu, da linha saiu... e não é!?
Imaginava e ainda imagino today: uma linha estendida de um ponto qualquer a outro ponto qualquer... estendidinha... está lá... ninguém a vê, mas todo mundo sabe que está lá... até porque cada um põe a linha onde quer... e a linha que quiser... é um emaranhado de linha de dar dó.
Pois é,... há milhares de linha pra você dela (não) sair... foi o que acabei por descobrir....
E hoje - que sei bem de que linha todo mundo fala - eu... que sou bem dona do meu nariz tenho é, milhares de centenas de vezes, vontade de fazer com a linha o que bem quiser... andar na linha... desandar na linha... me equilibrar com um pé só... dar no pé... me desequilibrar... pro lado errado pular... no chão me estrebuchar, o nariz quebrar - não importa... depois é só consertar.
A linha... coitadinha... tão falada... está tão esgotada e o pior é que ela não tem culpa de nada.
Quebrar as regras... todas elas... mas assumir as consequências e ter a decência de se desculpar se, ao quebrá-las, alguém machucar ;)
Triste sina
Imagino-te entre lágrimas.
Triste tua sina.
Por que tanto choras, menina?
Escolheste o amado errado.
Não sabias desde o primeiro momento
que ele era desonesto...
tu estarias sempre entre dele os restos.
Na hora da prece
Tua dor desaparece.
Nasce um fio de esperança:
que ele te tome pra sempre nos braços e sejas só tu a ouvir sua fala mansa.
Que sejam só teus os carinhos e beijos.
Que sejas só tu a saciar-lhe o desejo.
EI MENINA, EI MENINO; ***ATTENTION PLEASE!!!***
Você teme em pensar que sua beleza não é aceitável? Você chora inconformado com seu aparento? Você passa horas em pró da realização da harmonia entre as exigências alheias?
............................
Vim contar te algo fabuloso: - "Bonito é aquele que cativa com sua bonança, bonito é aquele que exala doçura, bonito é aquele que possui uma imensidão de valores sublimes. Amável é estar ao lado de alguém confiante na sua graciosidade. Adorável é viver com alguém prestativo para com o universo, Bonito é ser você mesmo, aceitar e entender a preciosidade que eis.
Teus olhos, teu sorriso, teus gestos, teu seu, tão lindo como eis.
Ahh quanta beleza, Menina e menino; "Deus não vê como o homem vê, você tem valor."
: )
A menina sofre pela incapacidade de fixar aquele que gosta em sua vida, Em busca de uma explicação ela relata os fatos e conclui: - Não há nada que possa ser feito, Não há quem possa ganhar o amor deste rapaz, pois tantas sofrem pela mesma encucação , é a mesma história;
indeciso, vida bagunçada.... Não sabe, Não viu... Milhares de corações partidos a procura de uma entendimento, Não que este rapaz seja alguém considerável, mas porque essas meninas são boas o bastante pra se submeterem a loucura deste. O problema não está nas meninas e sim no problemático, egoísta e infantil. Não age como um homem, se acha bom o suficiente pra envolver várias e na hora do sentimento foge. Meninas, não percam seu tempo... Esta história já se repete há anos e não há nada que possa ser feito... Ou há, quem sabe um dia este inconsequente comece a ver o mundo de forma real...!
AMAR, AMAR E AMAR
Desde menina acreditava que encontraria um amor
Um amor que comigo quisesse olhar o luar e as estrelas admirar
Um amor que comigo pudesse cantar, sorrir, poetizar
Um amor que me tratasse como um princesa
Que eu pudesse cuidá-lo como um príncipe também
Um amor que não tivesse tanto preconceito
Um amor que não tivesse tantos nãos e tantos medos
Ao ouvir que cairia do cavalo, logo me esbarrei no chão
Mas não deixei de acreditar no amor não
Mas desde então, tenho encontrado por aí
Tantos amores com medo de amar
E me pergunto: Onde você está?
Para esse medo a gente curar
São tantas as rosas que temos para cultivar
Tantas histórias precisamos contar
Tantas poesias precisamos recitar
E amar, amar e amar ...
09\12\2020
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