Menina que Existe dentro de Mim
Quando não existe perdão, é porque não era amor....Sofremos tanto com a indiferença do outro que nos esquecemos de olharmos ao nosso derredor e vermos que há tantos olhares de amor só esperando uma oportunidade.
Fé não é ausência de medo, mas sim a convicção que existe uma força maior operando a favor de quem crê no impossível de Deus.
Por maior que seja a tristeza ou a mágoa, lembre-se que existe um foco de luz em você, porque seu coração não sabe trabalhar na escuridão
Não existe uma igreja forte, sem um lar forte.
Cada Cristão precisa arrumar a sua casa. Todos temos este compromisso.
Sem direção,sem foco não existe luz no fim do túnel.
Crie sua luz e vá de encontro a ela, mesmo que no caminho apareçam outras luzes, pois são essas que te desviam do seu objetivo.
Energia sem compromisso é comprometimento cardíaco, e, sem química, não sei se existe paraíso; rigidez é sempre falta de serviço.
Nem toda violência é física, e nem toda família é um lugar seguro. Existe um tabu enorme em admitir que dentro de casa pode haver rivalidade, ressentimento, abuso emocional e até um desejo velado de ver o outro fracassar. Isso gera um desgaste psicológico profundo, porque a família deveria ser, em teoria, o espaço de apoio e quando não é, a pessoa fica sem “base”.
O sucesso acontece todos os dias quando existe total empenho em aprender, desenvolver e melhorar continuamente.
Existe uma diferença fundamental entre atenção e tensão. Muitas pessoas confundem concentração com esforço rígido, quando na verdade a atenção verdadeira é relaxada, aberta e sensível. É nesse estado que a percepção se aprofunda, porque não há contração interferindo naquilo que é visto.
Existe uma inteligência natural operando em você que não depende do pensamento analítico. Ela se manifesta quando há espaço interno, quando a mente não está constantemente interferindo. Confiar nisso não é um ato de fé cega, mas o resultado de observar repetidamente que a vida se organiza melhor sem excesso de controle.
Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.
A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)
Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.
É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.
Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.
E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.
Mas por quê?
Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.
Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.
Mas existe um custo.
Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.
E há uma tristeza nisso.
Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.
E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?
Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?
Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.
E essa é a parte mais dolorosa.
Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.
No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.
Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.
E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:
Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?
Porque existir de verdade exige presença.
E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.
- Relacionados
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Frases de Menina Encantadora
- Poemas sobre Mim
- Textos de aniversário para mim 🎁
- Frases sobre mim com motivação e reflexão para crescer e evoluir
- Pequena no tamanho mas grande de coração
- Você é importante para mim: palavras para quem faz a diferença
