Menina Levada
"A alegria é para ser arrastada,levada em ombros e festejada. Já a tristeza é para ser contida,silenciada e devidamente personalizada. Não podemos conter uma á custa da outra."
Palavras só ganham sentido e vida quando é levada a sua numinosidade — isto é, a sua relação com o autoconhecimento de cada indivíduo, caso contrário, quanto mais reprimido for a coragem de se presentear com a autoanálise, mais difícil será administrar a felicidade alheia.
A sinceridade exige bom senso. É uma virtude cativante que se levada ao extremo torna-se constrangimento.
O marido acende-se sexualmente pelo corpo de sua esposa quando ela deixa-se ser levada por elogios eloquentes e oferece a ele oportunidades ardentes de ser tocada.
As bodas do Cordeiro é para uma noiva adornada, santificada e santa; por isso, ela será levada aos Céus para consagração eterna do seu Noivo, Jesus.
Não deixe se levada por qualquer pessoa que se diz amigo somente para deitar sob suas batalhas, mas acompanhe os ideais que somem para a sua vida;
Mesmo que adiante você fraqueje, os ideais que você acompanha te apoiará e te levantará;
Levada por meus instintos, resgatei o que sinto, li teus cânticos e me encantei.
Me floreei de versos tantos, ditos pelos lábios calados, nas mediações dos astrolábios, na longitude do pensamento
Quando fitei-te nos olhos.
Sô levada pelo meu grau de bobeira
Se me diz sobre o mar Sô mediterrânea
Mas se me encanto rocha mineral
Serei canteira em tom natural?
Ou só alma levada num ritual
Feito um grão de areia num temporal...
A vida é um rápido pé de vento...
A culpa de ser quem eu sou já foi levada por Cristo na cruz, fui justificado NELE!
Embora o pecado esteja em mim, eu não estou no pecado, pois fui absolvido de ser quem eu sou.
Creio nisso e descanso nisso, sendo assim, inicia-se o processo de pacificação e santificação do meu ser!
Boa noite, hoje nós seus sonhos serás levada aos mais belos lugares,e sentirás uma felicidade tão forte, e intensa que saberás compartilhar com aqueles que buscam esperança no coração
Quem sou eu
Uma folha levada ao vento
Lembrança que alguém esqueceu
Réquiem do momento
Quem eu sou
Uma fagulha ao extremo
Resumo que o vento levou
Um barco sem o remo
Navego agora
Nos mares do futuro
Recebi minha luz de outrora
Nela sinto-me seguro
O amor de quem quer bem
A saúde e o bem estar
Receba essa proteção também
Para ela nunca lhe faltar
No Labirinto do Tempo
Vejo o tempo escorrer entre meus dedos, como areia levada pelo vento. Sei o que precisa ser feito, enxergo os caminhos, mas estou preso a correntes invisíveis, refém de circunstâncias que não controlo.
As oportunidades passam como trens que não posso embarcar. Minhas filhas crescem, os dias se perdem, e o que poderia ser se dissolve no que nunca foi. A vontade de construir, de transformar, se esbarra em muros que não fui eu quem ergueu.
E assim sigo, segurando o peso de tudo que não consigo mover. Mas um dia, as amarras caem.
E quando isso acontecer, que não se espantem com a força de quem esperou tempo demais para finalmente se encontrar em um objeto certo. Sem desvio nenhum.
Era tudo perfeito naquele tempo. Era como uma estrada e suas paisagens. Eu me sentia levada em uma viagem de sonhos e desejos. A beleza das coisas eram tão reais que eu conseguia me sentir leve. Eu sentia algo bom no vento. Como em um daqueles dias azuis de sol, daqueles onde as árvores soltam suas folhas e produzem uma preparação que ao soprar do vento podemos sentir a natureza saudando toda a nossa existência. A perfeição dos dias foi mudando lentamente, algo como as estações. Tudo era lindo e encantador, depois ficou quente e gostoso. Em seguida foi caindo as flores e as cores seguiam uma tonalidade linda mas mórbida, que indicava o que estava por vir. Enfim, tudo era gelado. Sem cor. Em silêncio e sem vida. Onde foi parar aquele encanto? O que me deixa afetada é a falta de compreensão de que estar junto realmente deveria significar algo pelo qual valesse a pena sustentar. Eu achava que tudo era perfeito para ele também, como sempre foi pra mim. O fato é que para muitos é mais fácil simplesmente trocar de estação. Isso mesmo, fugir de algo que exige responsabilidade e dedicação. Ignorar o fato de que vivemos as estações acreditando que no inverno seremos aquecidas pela pessoa que no calor buscava refrescar seus desejos em nós. Pra ele o perfeito era a estação e não estar comigo. Como fui boba. É preciso coragem para seguir em frente e enfrentar com vontade qualquer obstáculo que se imponha entre a pessoa que se deseja e queira viver ao lado. Pessoas como ele, preferem buscar em alguém um verão que aqueça o corpo e crie a ilusão de uma estação permanente, pois não compreendem que os invernos sempre vão existir. A questão é que junto com alguém que se dispõe a viver uma verdadeira história, é possível romper esses dias e enxergar uma nova primavera, um recomeço que amadurece nossas vidas, ao ponto de tornar cada estação mais perfeita chegando a transformar o inverno em uma oportunidade de se encontrar um com o outro e entender que a pessoa que está ali com você é a única certeza de que seus dias serão realmente perfeitos.
Claro que viver é coisa séria, mas a vida não deve ser levada tão a sério, tendo em vista que esta é muito passageira e sem graça, com certeza, seria apenas uma passagem monótona do tempo.
O bom humor é indispensável, já que um sorriso bobo adoça o dia amargo, seja o seu ou o de outrem, uma das formas mais eficazes de se suportar as tristezas e as agonias, um bem inegável.
À medida que o riso for escasso, a esperança vai enfraquecendo, o desânimo será cada vez destacado, assim, é preciso compreender que é vivendo e aprendendo, rindo e suportando, um forte sinal genuíno de fé.
A vida deve ser equilibrada
e o riso ajuda a manter o equilíbrio,
não deve ser levada a sério
o tempoo todo,
é preciso achar graça, mesmo daquilo que seja bobo,
uma forma simples e sensata
de recuperarmos o fôlego.
“A ingratidão é uma prova para a vossa perseverança na prática do bem; ser-vos-á levada em conta e os que vos forem ingratos serão tanto mais punidos, quanto maior lhes tenha sido a ingratidão”.
Allan Kardec.
Quero morar em uma garrafa
jogada ao mar
vagar por aí
levada pelas ondas
sem saber em que praia irei parar.
