Memórias do Passado
Minhas memórias
Por vezes enxergou o meu passado e vejo a razão para lutar hoje, amanhã e para sempre.
O meu passado precisa servir do meu sucesso hoje.
O meu passado precisa ser o espelho do que sou hoje.
Esse passado não pode me tornar vítima da pobreza.
Esse passado me tornou o homem cheio de nobreza.
Essas memórias que reflectem o meu esforço diário.
O foco do que é vivido no mundo cheio de pobreza.
O passado, O passado me faz construir o bem estar de mim.
As minhas memórias, as minhas memórias
A sala de aula do coração é o passado, lá aprendemos através do quadro da memória, a fazer dos nossos erros, os acertos do presente!
Vez por outra nos descobrimos presos a memórias felizes de um passado distante – o amor da adolescência, o momento de uma conquista, o trabalho dos sonhos – esquecendo que a vida nos reserva coisas incríveis neste aqui e agora na forma do amor definitivo, do trabalho que nos realiza, de conquistas autênticas apenas porque do passado ficam as boas lembranças, mas a felicidade real, tal como deve ser, só acontece neste agora!
Cada encontro é um encantamento mágico entre o passado e o presente. Uma memória cheia de esperança abençoando nosso futuro.
O tecelão do tempo voa no vento do passado em dança de tempos atrás fecundado em memórias inexplicáveis.
As nossas memórias vivem de lições vividas do passado reescrito, ou muda de comportamento ou será escravo infadados a repetir os mesmos sintomas cicatrizes do esquecimento.
Dor
As memórias ainda doem, meu passado ainda me condena e, a cada segundo, esse mesmo passado me atormenta. Depois de anos, sem saber onde estou ou para onde vou, sinto, às vezes, que esse passado não vai parar de me perturbar. Mas o que eu posso fazer, se o passado não muda? Não adianta eu olhar para ele e fingir que não existe ou nunca existiu. O mesmo passado que me perturba foi o que me fez ser quem eu sou. E, mesmo que eu não seja o mais feliz, eu sei que posso sorrir. Mesmo que eu não seja o mais bonito, eu sei que posso ser elogiado. Mesmo sem saber muito bem o que é o amor, eu sei que posso ser amado.
A vida é uma coisa engraçada. Ela coloca pontos de interrogação onde aparentemente já existia uma resposta. Mas o que eu deveria fazer com esses pontos de interrogação? Eu deveria resolvê-los? Ou simplesmente ignorá-los? No final, não importa o que eu faça com eles, pois, independentemente de como eu lidar com isso, vai me causar dor. E o pior é que esse nem é o problema, pois a dor ensina, a dor cria caráter, a dor gera vidas. A dor é necessária para continuar tentando e tentando. Às vezes, até eu mesmo penso: "Será que a dor vai parar? Ou será que ela vai continuar?" E, depois de muito tempo me perguntando a mesma coisa, cheguei a uma conclusão: ela não vai continuar e nem parar, ela sempre vai estar ali, pronta para me perturbar — seja com perguntas ou com respostas. A dor sempre vai me perseguir, não importa o quão rápido eu corra dela.
Existem vários tipos de dor: física, sentimental, psicológica etc. Mas como se lida com essas dores, se você não consegue lidar consigo mesmo? Como posso saber como combatê-las, se, nas minhas memórias, não me recordo de alguém ter me ensinado?
As coisas da vida são difíceis. Sempre vão ser. Mas não cabe a mim decidir quando tudo isso vai acabar — cabe a mim decidir enfrentar tudo isso. Mas como eu enfrento, se já desisti de mim mesmo? As pessoas falam para eu continuar, mas eu mal consigo me amar. Tento entregar um sentimento que, até um tempo atrás, estava apagado dentro de mim. Esse sentimento é o amor. Sim, aquele mesmo amor que pode causar o pior tipo de dor. Mas o amor não é mau — não quando se sabe amar. Às vezes, é normal achar que o amor vai te matar.
Amor — um sentimento, uma palavra, uma emoção, uma demonstração, uma coisa bela. O amor é tudo isso. Mas, infelizmente, o amor também é dor. Só que essa dor some quando, em minha mente, lembro que existe uma pessoa neste mundo capaz de me amar. E também sinto que esse amor que eu sinto por essa pessoa não vai me matar ou me sufocar. Quando as pessoas falam e os passarinhos cantam, eu tampo os ouvidos. Mas, mesmo de ouvidos tampados, ainda consigo ouvir aquela voz dizendo: "Eu te amo, meu amor. Eu sei que tudo isso vai passar." Mesmo que eu me coloque no lugar mais silencioso do mundo, ainda consigo me recordar daquela voz — aquela voz que me faz esquecer toda essa dor.
Aquele que vive no passado é um tolo — porquê se acorrentou nas próprias lembranças. Virar uma página é uma coisa importante. Acaba-se um capítulo, inicia-se outro. Termina-se um livro; mas não acabam-se as histórias. Ora, comece outro livro!
Passado, presente e futuro
Três intervalos da vida onde tudo começa no hoje o presente, é no presente que aprendemos a conviver, viver, errar e aprender, são coisas que usaremos no futuro mas que aprendemos no passado porque hoje já é outro dia.
Dizem que se passado fosse bom era presente, mas se meu passado pudesse ser presente gostaria que meu presente fosse o dia dos meus 14 anos nem sei o que aconteceu nesse dia mas é uma idade boa, mas que lição eu teria? Que aprendizado eu poderia usar hoje diante de uma dificuldade, o passado pode ser bom como também pode ser ruim, mas é isso que te fortalece é isso que te mantém de pé e não te permite errar com os mesmos erros novamente. O passado sempre vai está presente pois alguma coisa sobre a vida você aprendeu ontem e vai usar hoje para se defender ou atacar é assim que o mundo gira é assim que o futuro se constrói.
As minhas idas e vindas, os altos e baixos que tenho passado os sonhos que tive e que continuou a ter e são parte desta imensa sabedoria que deixo para vós todos.
Quando fostes tentado a reviver o passado lembre antes que abandona o presente e pode modificar o teu futuro
O PASSADO se torna uma dor constante quando não conseguimos superar a angústia escravizada junto à percepção que se encontra estabelecida na memória de um evento.
Tempo & Passado (Pão torrado)
O passado foi uma cesta cheia de pães torrados,
já comidos e muito bem mastigados,
pelas bocas famintas dos dias arados,
e engolidos pelos tempos já avançados,
mas que ainda continuam sendo ruminados.
Oh, que triste, ruminar os pães velhos na cesta dos enganos,
depois de tantas ausências e tantos anos!
Que queres vós de mim, pensamentos cruéis e insanos?
Deem a volta, retornem aos seus abismos tiranos.
No cais das torturas e do abandono,
o olho do tempo cheio de plano,
sorri sem remorso com ar soberano,
e parte para o futuro com seu gesto desumano.
Lá, bem à frente, na estação dos sonhos,
outros dias famintos esperam com olhos risonhos,
o tempo que chegará com seus humores estranhos,
imprevisível, incalculável, cheio de surpresas, trazendo perdas ou ganhos.
Rozilda Euzebio Costa
