Memorias de um Sargento de Melicia
Estar presente em memórias alheia para que alguém distante lembrar nosso sorriso e se sinta bem-vindo.
Ser a saudade fazendo batuque no peito de quem tem grande e sincera amizade.
A força de um amor que alguém nunca se esqueceu.
Ser hoje, ser sempre, amor que parti sem morrer!!!
No alcance de vitórias e derrotas os nossos dias começam e terminam, acomodando como memórias cotidianas lembranças construídas através dos caminho escolhidos, repletos de mágicas paisagens e rabiscado de imperfeições..
Uma imagem registra cenas, nosso cérebro memórias, mas somente nosso coração tem o poder de eternizar emoções.
Me afogo nas memórias sem você pra me salvar
Me ensina a voar
Esse ano tudo se refaz, o absurdo ficou pra trás
Voltar a Várzea da Palma (nos 30 anos do Forró da Palma) é viajar no tempo e nas memórias afetivas, ao som dos álbuns “Out of Time” e “Automatic for the People”, da Banda R.E.M.
#VZP Cidade do Sol, do calor humano, do Rio das Velhas, do Cerrado e da Serra do Cabral...
Quando mais jovem era pouco apegado as coisas, pessoas, memórias. O torpor da juventude às vezes nos permite certas ignorâncias. Nada era digno de ser lembrado, nem todo mundo era tão especial assim. As coisas mudavam rápido demais e não havia tempo para me conectar a elas, e acho que nem mesmo queria me conectar a algo. Pelo menos não me lembro de questões como essas brincarem com meus pensamentos. Quando se é jovem o tempo parece quase infinito. Não lhe faltarão coisas ou pessoas. Quem tinha tempo para o apego na época em que nada era estático. A voz outrora fina, mal equalizada.
E cresci completamente alheio, mas se engana quem acha que assim fiquei. O sentimento que tenho ao notar que cresci é o medo, o medo do fim, por que o fracasso é o destino final de todas as coisas.
Percebi esse novo apego em casa, sozinho. Na bagunça do meu quarto encontrei tantas coisas, eu em todas elas. No simples ato de dobrar minhas roupas desenterrava memórias. Como no dia em que encontrei minha melhor amiga na praça, usava essa mesma camisa listrada. Por um breve momento senti seu cheiro, escutei o barulho da sua risada e por mais que houvesse tantas outras roupas como aquela, a minha seria única no mundo.
Com o tempo, sobretudo nos últimos meses, venho descobrindo que não há problema algum no apego, muito pelo contrário, encontrei grandes preciosidades depois que me aceitei apegado. Quando se envelhece e o tempo já não soa infinito, percebe-se que a história das coisas é o que as torna especial. Então, se não há a que se apegar, é porque não houve o quê viver!
É o Ego que se apega às memórias, crenças e padrões. Porém, você é o Ser, e não o Ego, então pode criar uma nova realidade a cada novo instante.
Perdoar alguém é a maior prova de amor por si mesmo, pois o rancor sempre te traz memórias, e as memórias são como ir à praia depois de bastante tempo longe: Sempre parece que é a primeira vez.
É! As memórias não são eternas.
O vazio talvez seja.
Em pequenos espaços não ocupados são gerados buracos negros de solidões, Constelações de saudades e galáxias de sensações.
No meu planeta de sentimentos existem muitos lugares, terras de amores, dores, alegrias, tristezas e lembranças.
No meu planeta também existe o vazio, e o vazio ocupa muito espaço.
Então no meu planeta de sentimentos aprecio as constelações de saudades, rezando para que os buracos negros de solidões não entrem na minha órbita.
_Marcello Silva
Faça coisas, viva experiências e crie memórias que no futuro farão você querer voltar no tempo. Se orgulhe dos seus aprendizados, até mesmo daqueles que foram obtidos a partir de erros cometidos e frustrações.
Aqueles que se foram deixam parte de si no nosso ser. Assim seguimos a vida com as boas memórias que ficaram conosco e com essa saudade aqui dentro sem fim, e com a certeza que terá um reencontro..
Boas memórias.
Tenho grande apreço por elas, confesso.
Em geral,
por pura controvérsia,
são tão distantes e ao mesmo tempo tão recentes.
Quando o tempo passa e as pessoas mudam,
elas permanecem e continuam ali, com a gente.
É como voltar no passado e continuar no presente.
É como sentir, mesmo sem estar.
É como viajar, mesmo sem sair do lugar.
É a ânsia ao avistar o incerto e pensar:
Quais serão as próximas memórias que ainda irei colecionar?
Minhas memórias são coloridas,
Nem preto nem brancas,
Tampouco cinzas,
Adormecer é meu rememorar em sonhos,
Nunca opacos,
Sempre lúcidos,
Me enlouquecem,
Me destroem,
Me enaltecem,
Alertam,
Ensinam por osmose,
Citose,
Cresço ou desapareço,
Amortece,
Adoeço em insônia do saber,
Sem querer sofrer,
Por ser,
Por não ser,
Na cobrança que é viver,
Sendo eu,
Sendo você,
Qual é que vai prevalecer?
Me deixe gritar, não me deixe afundar
Me diz porque as memórias insistem em voltar
Me diz porque as lágrimas insistem em sair
Sozinha, sozinha
Sozinha, sozinha.
Ana Gabilee°
Sobre histórias e memórias....💞
Sou dona das minhas histórias e memórias.
Proseando...
Poetizando em corações alheios.
No toque das mãos.
Na rima dos versos...
No universo do amor.
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©Aline Hikelme
©Textos de autoria de Aline Hikelme
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AlinneH / Ano 2022
