Memória de Elefante
Momentos bons devem ser somados e deixados em prioridade na memoria.
Momentos ruins apenas devem ser absorvidos como forma de ensinamentos.
Tristezas devem ser descartadas.
O amor é o emblema da eternidade: ele confunde a noção do tempo, apaga toda a memória de um começo, todo o medo de um fim.
Para Santo Agostinho o que existe é o tempo presente, sendo o passado algo que apenas nossa memória lembra, mas perdeu sua concretude, e o futuro, é apenas um planejamento dado no tempo presente. Discutir o tempo, ainda mais sabendo que ele pode ser construído não é uma tarefa fácil.
Perdoar não apaga a memória. Fazer diferente não muda a história. Um passo para trás não desfaz o para frente. Uma palavra de fé não ampara o descrente. O erro e a lembrança são como a morte e a saudade — podemos não recordar a todo instante, porém nunca esquecemos em verdade. De fato, tudo se transforma, entretanto é deste ponto que vem a ideia de que nada se recria: é tudo um aglomerar de feitos inexoráveis nesta amontoada biografia.
A memória é como um quebra-cabeças.
São peças soltas que temos que ir montando.
A memória é incansável, persistente e muito inquieta.
Isso é o pior, ou o melhor, da memória.
Não é só inquieta, como também te inquieta.
O tempo passa, mas o que importa continua vivo na memória, basta os meus olhos fechar para novamente tudo tomar forma e absurdamente me excitar, sua presença é tão forte que posso quase te tocar.
Quando bate aquela melancolia dominical de final de tarde, surge em sua memória lembrança de épocas mais felizes, onde a vida corria sem essa pressa atual, onde o final de tarde era só um pretexto para a família se reunir na cozinha enquanto a mãe preparava uma panela imensa de sopa. Aquele cheiro, juntamente com o calor e o burburinho das vozes misturadas sempre foi a melhor receita para aquecer a alma, para dar forças para todos ali enfrentarem felizes a semana que se iniciava.
Em minha memoria esta arquivado o amor em suas lembrancas so o calor,calor esse que emana de meu corpo em sima do seu sera so palavras ou sera apenas eu.
Exercitamos o abdômen e exercitamos a memória. Por que não exercitar a empatia? De um modo ou de outro, julgamos as outras pessoas por suas ações, mas queremos ser julgadas por nossas intenções. ma maneira de quebrar esse nosso narcisismo egocêntrico é tentar olhar para as outras pessoas com a mesma generosidade com a qual olhamos para nós mesmas.
Resista com todo afinco à ânsia de julgar. O bico do sapato dele está gasto? Não, não é porque ele é relaxado ou desleixado ou pobre ou mulambento, etc etc. Abrace a enormidade do fato de que você simplesmente não sabe, e provavelmente jamais saberá, porque o bico do sapato dele está gasto.
Todas as pessoas desejam ser ouvidas. Entretanto, tão poucas escutam.
Por que é tão difícil suspendermos nossos julgamentos, nossas opiniões, nossas interrupções, para conceder a outra pessoa o inestimável dom da nossa atenção completa e concentrada?
Nossa atenção plena é um dos maiores presentes que temos pra oferecer.
Não pense em você, no que vai retrucar, no que teria feito no lugar dela, no que acha que ela deveria ter feito, naquela coisa parecida que aconteceu com um amigo seu. Nada disso importa.
Você não existe. Não existe seu ego, suas opiniões, seus julgamentos de valor. Você está só.... ouvindo! Todo o seu ser está concentrado nessa única dificílima atividade transcendental. Ouvir.
Em nossa sociedade narcisista, onde somos criados para achar que o mundo gira à nossa volta, tendemos a dar um valor excessivo a nossas próprias opiniões. (Afinal, são opiniões dessa pessoa tão incrível: eu!)
Pior, achamos não só que temos um direito divino de ter opinião sobre tudo, como também de expressar essa sabedoria a todo momento, e, mais ainda, que é um favor que fazemos às pobres mortais dizer a elas o que pensamos sobre suas vidas.
Mas essa constante e infindável salva de opiniões que atiramos umas contra as outras é uma violência, é uma intrusão, é puro egocentrismo.
As pessoas amigas e familiares querem saber quando vai finalmente largar o teatro, parar de se vestir assim, fazer faculdade, defender a tese, prestar concurso, prestar um concurso que ganhe mais, arrumar um emprego, largar esse emprego, arrumar namorado/a, casar com namorada/o, comprar um imóvel, comprar um imóvel maior, comprar um carro, comprar um carro melhor, virar hétero, abraçar a monogamia, encontrar Jesus, tomar jeito, etc.
A lista é tão infinita quanto são infinitos os comportamentos das pessoas.
Todos esses comentários são violentos. Todos eles são pequenos espinhaços diários que cravamos justamente nas pessoas mais próximas a nós.
Por que fazemos isso? Por que nos damos ao direito de ter opinião sobre questões tão pessoais das vidas de outras pessoas?
A velhinha que encontramos na fila do banco raramente invade nossas vidas.
A violência constante e contínua dos comentários invasivos é exclusivamente perpetrada pelas pessoas mais próximas a nós. Justo aquelas que deveriam nos amar e nos respeitar, e não nos oprimir com sua avalanche de opiniões não-solicitadas.
Reconhecer o direito das outras pessoas de viverem livres da opressão de nossas opiniões também é uma maneira de exercitar a empatia.
Não é verdade que devemos tratar as pessoas com gostaríamos de ser tratadas.
Porque a outra pessoa é uma outra pessoa. Porque ela teve outra vida, outras experiências. Porque ela tem outros traumas, outras necessidades.
Basicamente, porque ela não sou eu. Porque eu não sou, nem nunca vou ser, nem devo ser, a medida das coisas.
Utilizar a mim mesmo, minhas vontades e necessidades, o jeito que quero ser tratado, como se eu fosse o parâmetro para todas as outras pessoas é a essência do narcisismo e do egocentrismo. É o exato oposto de empatia.
a vida de cada pessoa inclui um horizonte de acontecimentos que se estende perpetuamente além de nossa visão:
Loira linda você vive constantemente na minha memória,
e há momentos em que a saudade aperta demais.
Então meu coração pede socorro, e a única maneira de alivia-lo é fazer o que ele pede! Desabafar.
O Perfume
Guarda na memória o cheiro do perfume,
Nas manhãs de primavera aquele cheiro de flores,
Cada perfume uma história vivida,
Onde guardo As minhas lembranças mais bonitas,
O perfume e poesia e doçura,
Sensações que nem sei!
Com tempo os cheiros as lembranças trás,
A saudades sentirei pela a vida afora...
O perfume que só eu sei que vento nenhum leva.
Ana Sara Manso
Leio-te em silêncio e gravo na minha memória teus traços mais lindos, teus gestos de bondade, tuas palavras suaves, teu doce sorriso, tua voz que acalma, teu silêncio que tudo me fala.
Não somos um povo sem memória. Somos um povo sem moral, pois fazemos exatamente o mesmo que os políticos que elegemos.
Meu coração bate apertado
Enquanto minha mente viaja quilômetros.
Meu corpo vibra na memória,
Dos momentos de outrora.
Meu lábios sorriem para as memórias,
Meus olhos, fechados, relembram.
O coração dispara,
A mente retorna,
Pois os momentos de outrora,
Vivos estão agora.
O dia passa lento,
Pois suas palavras me faltam,
Mas mesmo assim sorrio,
Pois mesmo nesse ritmo,
O dia esperado
Breve virá
*Existem sentimentos que não valem a pena arquivar na nossa
memória psíquica. Pra que ficar guardando coisas que não nos
fizeram bem? Liberte-se, esqueça o que não te fez feliz, o que te fez chorar, o que te tirou a paz. Descarte tudo isso, livre-se do
lixo emocional , retire o peso dos seus ombros e amargura do coração. Quando você fizer isso, verá como se sentirá mais leve, mais feliz e de bem com a vida. Fica a dica!!* <3
.
Não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai levar na memória e no coração as marcas da nossa história: marcas dos largos sorrisos compartilhados com os amigos, das longas caminhadas em busca dos sonhos...
Marcas que ficaram nas nossas mãos após cada aperto de mãos com o colega que há tempos não víamos, ou que ficaram mais profundas após cada queda.
Marcas que deixamos nas páginas do diário velho, onde jazem escritas as nossas lembranças mais queridas, os nossos segredos mais bem guardados. Marcas deixadas nessas mesmas páginas para os beijos que vivemos, para os abraços que pedimos e dividimos.
Não importam as distâncias, os caminhos que nossas vidas tenham tomado. Ficarão para sempre as marcas que deixamos na história de alguém e que refletiram na nossa própria caminhada.
Serão essas marcas, de idade e de sentimentos, que nos levarão para sempre em uma viagem de nostalgia e recordação, através dos momentos mais emocionantes pelos quais passamos.
Enquanto quisermos e desejarmos, levaremos para sempre as marcas do tempo, dos sentimentos, dos momentos e da memória
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