Memória
Que você possa trazer a memória tudo que lhe dá esperança, para realizar os seus sonhos, que você tenha audácia para planejar e coragem para executar, mesmo que às circunstâncias diga ao contrário, acredite.
Tenho memória curtíssima para ressentimentos!
Duram no máximo algumas horas
e vou logo em busca de algo que me faça bem,
que me inspire e alegre meu existir.
Cika Parolin
Cada vez q você se concentra há ler ou escrever boas reflexões,você exercita memória e ao mesmo tempo se desliga do mundo lá fora.
“Recordações”
Acende em minha memória...a velha roda d'agua girando, aquela luz quase apagando e o velho balanço que ainda pende, naquela àrvore frondosa em frente ao alpendre. Uma menina magra e traquina correndo pelos campos entre flores pequeninas e seu canto.Só não me recordo de tristezas , nem de prantos, que agora dos meus olhos sinto escorrer, de saudades das tardes de verão e de seu encanto.
“Nada se apaga uma história vivida, ela fica escondida no fundo da memória, um dia será lembrada, com alegria ou com tristeza.... mas será lembrada”
Bati a cabeça na quina
E no sangue que escorreu
Sequei.
Perdi memória e cafeína
E o pedaço que caiu
Deixei.
Cansaço de todas as quedas
Venceu o meu mar de cruz.
Desde lá, o meu peito carrega
Receio no que conduz.
De preto e branco – e transparente
Sobrou nem sei o quê.
Só um tom indiferente que nem deu
Pra conhecer…
E aí
Veio sua cor no meio da minha fraqueza
Lembrando que construir muro
Nunca é fortaleza.
Derrubando o meu eu de mentira
Só pra (eu) me encontrar.
E aí
Veio pra me colorir
No meio da pobreza
Lembrando que eu estava tendo
Mais gasto e despesa
Sendo de uma planeta morto
Só por controlar.
Agora
Traz o seu universo e faz de mim
Um coliseu
Deixa eu conhecer a cor
Que não nos pertenceu…
E fazer dela mais bonita
Pra nossa chegar.
Qual é o tom amarelo
Que te escureceu?
Deixa eu conhecer a dor
Que não reconheceu
Que o ouro estava escondido
Onde a gente dançar.
E aí
Eu me encontro por ser sua
E você por ser meu.
Aí cê vira mais de si
E eu cresço no que nos doeu
Lembrando
Por que eu voltei a mim
Pra te somar.
Tira esse casaco, a camisa
Chega e me aflora
Que só quem sente frio é quem
Pode escolher
Como fazer conforto e juiz.
Abre a tampa do buraco
E não nos deixa fora
Que só quem cai no fundo
É quem pode enterrar morto
E fazer raiz.
E eu colo as nossas bochechas
No meio dos invernos
Enquanto acham, eles
Que o (só)l é perspicaz.
Qual a cor das suas queixas
E do que lhe é eterno?
Eu quero lápis nos pedaços
Do que nos ré, faz.
Se os mais fortes
São os que sentem muito
Como eu diria há um tempo atrás…
Que cor é que o seu planeta
Pode ser e traz?
Tô te pedindo um passaporte
E ele não é gratuito
Qual o preço do planeta
Onde o pouco
Não é muito?
Vem
Ser o troco
Do que a vida nos deve
Vamos como em um filme
Com coragem de olhar.
Vem ser tudo de uma vez
Que é o suficiente
Pega essa lanterna
Para (só) assim,
Nos assombrar.
E aqui
Bato a cabeça na quina
Espero que limpe o sangue
E que compartilhe o seu.
Vou abraçar sua cicatriz
Se formos tipo gangue
Dentro de um museu.
Que eu quero você completo
E sem nada para esconder
Qual é a cor do seu planeta
Onde o meu pode caber?
Quero que tudo de antes
Seja pra explicar a força
Do que vem agora
E que essa não seja
Mais uma pandora.
Eu vou abrir a caixa
Porque, aí, me achei
Se ser leve é levar
Pra que descartar
O que nem poderei?
Porque já nos bordei
No que lembrei de mim
E no que eles perdem
Por demorar no sim.
Será
Que a vida veio nos pagar?
Será
Que a poupança nos
Poupará?
Será
Que a pergunta pode
Não
Nos machucar?
Será que podemos ser
Com ponto
No será?
Eu sei
Que mesmo se não ficar
Deverei dever um tanto
Por cê ter feito
O me encontrar.
E eu só espero
Que tenhamos a inteligência
De nunca mais tanto voltar
Ao que seria nossa ausência
E fraqueza por não chorar.
Então,
Qual a cor, me diz
Pra desvendar seu planeta
E não morar de aluguel?
Eu quero te colorir
Passeando em um cometa
Onde bater a cabeça
Não seja algo cruel.
Cê promete me sarar
E nunca fazer buracos
De balas
Para depois dar band-aid?
Quero sentar na sua mala
Fazer dela a nossa sala
E nos fazer viver
De sede.
Sem sentimentos.
Fechei os olhos e a lembrança passou em minha memória,
Como um slide de fotos...
Revivi cada cena que se passava em minha memória.
Fiquei paralisada e de olhos fechados,
Senti as lágrimas escorrerem em meu rosto.
Senti meu coração pulsar, chorei ainda mais,
Soluçando sem parar, com uma dor forte em meu peito.
Veio em meu interior a vontade de correr
Para os seus braços e matar as saudades dos momentos.
Abri os olhos sem ter mais lágrimas para chorar,
Gritei seu nome, pensei e perguntei, falando alto para
ninguém...
Por onde andas, por onde está, o que está fazendo,
No que está pensando, com quem está,
Será que se lembra de mim,
Será que faço parte de suas lembranças?
Sem respostas, caiu a ficha,
Coloquei em minha mente,
Que o meu destino não é com ele e o dele eu não sei.
Só sei que fiquei perdida e sem direção.
Preferi seguir sem sentimentos para essa loucura.
E não buscar respostas, sentidos e nem mesmo solução.
O coração esfria... a saudade aquece... e tudo que eu posso fazer é amaldiçoar minha memória fotográfica...
A memória transgride, mas o coração é um abrigo quase estático, e ainda que minha mente te esqueça, tu estarás imortalizado, vivendo em minhas emoções.
De tanto tiamar, de tanto olhar o seu olhar, contemplei á energia do amor parecia magia a memória imagina.
UMA MEMÓRIA
Um dia as fotos envelheceram, mas todas as outras a se encontrarem na memória, essas tempo algum pode faze-las se perderem. Minha consciência apela aos pensamentos... E assim, sei o quanto as poesias resistiram.
Tecnologia: Movimento, Velocidade, Luz, Energia, Magnéticos, Massa, Memória e Inteligência, Perfeição!
Quando menos espero
lá vem uma lembrança velhíssima!
Como se eu fosse ao "arquivo da memória"
e de lá trouxesse uma ficha gasta pelo tempo,
talvez importante apenas para mim.
Pessoas que nelas aparecem já não estão mais por aqui,
apenas nas histórias que delas escrevo na vã tentativa
de tê-las novamente ao meu lado, conforta-me, porém,
o fato de trazê-las aqui, bem guardadas na alma. Cika Parolin
O COLAR DE MADEIRA
Encontrei um colarzinho
Com uma letra entalhada na madeira
A memória me levou ao passado
Antes mesmo que eu pudesse respirar
Outra vez eu tinha 17 anos
A menina cheia de sonhos
Com tantos planos
Mas sem sabedoria ou maturidade para poder realizar
Um sorriso tomou conta do meu rosto
O "Para sempre e mais um dia"
De alguma forma parecia ainda estar lá
Eu sabia que longos anos haviam passado
Mas aquela parte da minha alma
Tinha permanecido no mesmo lugar
Eu me lembrei de ter um jeito doce
E também de como as vezes
Eu parecia ser outro alguém
Respirei como que num suspiro engasgado
Um arrependimento sincero veio em meu peito
Senti a dor da culpa e do remorso
Por ter ferido quem na vida tanto me quis bem
Apertei aquele pedacinho de madeira entre os dedos
E onde havia um sorriso
Brotou uma lágrima no lugar
É triste não poder voltar no tempo
E cada um dos erros cometidos
De alguma forma poder consertar
É duro quando o tempo faz a gente refletir sobre tudo
E num solavanco faz nossa realidade desmoronar
A gente se dá conta da fragilidade das nossas histórias
E de como um vacilo faz tudo que a gente planeja
De pouquinho em pouquinho se acabar.
Sentei no chão com um nó na garganta
Meu coração pareceu parar por um instante
E eu me dei conta de quem me tornei
Posso ter aprendido lições importantes
Hoje sou meu reflexo mais admirável
Mas o preço dos erros cometidos foi caro
Custou-me o amor de quem na vida mais eu amei.
uma flor que já murchou
ou que o tempo secou
sempre ficará na memória
de quem a recebeu
e junto com a flor
a lágrima que escorreu
também secou o meu coracao!!!
Nua
Noite Breu
Jogada aos cantos
Na parede palavras
Na memória
Traduzo
Prostituta, meretriz...
Cai o choro
Calada
Eu,
Sem sonhos !
viver é o autorretrato
da minha memória
meus dias livres
minha mente leve
minha pele de seda
minha lembrança infinita
minha sede doída
meu buquê de flor
meu coracao sem dor
meu quadro do amor
minha alegria postiça
minha fome ardida
meu pássaro sem asa
minha mágoa afogada
meus pés cansados
meu caso perdido
meu fim começado
num laço apertado
de um presente marcado
ou de um futuro ousado
num lapso da lembrança
não perco a esperança
de dias com glórias
bem próximo das vitórias
sobre mim mesma!!!
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