Memória

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⁠A Caldeirada da memória
sempre faz história
para quem se anima
a fazer para comemorar,
Quando você provar a minha
você irá se apaixonar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠10/07

Não dispute com memória,
se a pessoa que você
está interessado ainda fala
no antigo relacionamento,
recomendo que você caia fora
para não sair ferido nesta história.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cuia Bago de Touro
tesouro da memória,
Com uma amorosa
Erva-Mate te celebro,
E a herança gaúcha
eu honro por completo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu pai morreu jovem,
não tive tempo
para conhecer o herói,
eu só tenho isso
para a memória
que foi compartilhado
pelos demais
e o apego à tradição campeira
do Rio Grande do Sul
no meu coração poético.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em noite de Lua Nívea
giramos a lembrança
da luta pela liberdade
e a memória da Lei Áurea.

Com os Parafusos de Sergipe,
uma História de amor
atemporal e sem limite,
e entre nós há encaixe.

Damos voltas para lá
e para cá foi o Padre Saraiva
que batizou o nome
por todos nós conhecido hoje.

Rotas de luta e anáguas atrevidas
nos trouxeram o justo e necessário,
te entrego o olhar poema
no pulo e giro sempre encantado.

De longe dá para perceber
que você é meu namorado,
que te pertenço e você
me pertence no ritmo apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pé-de-moleque

⁠Nas ruas da memória
ainda ouço inexplicavelmente
as quituteiras gritando
o verso que batizou o nome
para o doce do Brasil de hoje,
Doce da ancestralidade
que lutou pela liberdade,
Quem ainda não experimentou
um Pé-de-moleque,
De qualquer jeito ele for feito
é uma delícia que a boca
adoça e o coração derrete,
Um doce também é poesia
sempre para quem se atreve.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Floresce ainda mais lindo
o Azevinho Pernambucano
apagado da memória,
Se acha isso pouco,
não compreendeste a História
que nos faz Nação
e a razão poética de chegar
até a última linha
deste poema e de tudo
aquilo que é essencial a vida
e me faz a cada dia Poetisa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Resgatando
Uma memória edênica
Beleza sem par
Idílico cantar
Consagrada solene
Ópera por alguns esquecida
Na antiga rota escolhida

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A memória da distante terra,
não ficará distante mesmo
que chamem para fazer
dançar o Deus da Guerra
porque há alguém atento
e verdadeiramente poeta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As flores do Jacarandá-tã
enfeitam a caminhada
e a memória de como
São Paulo foi erguida,
Carrego também estas
flores para a minha vida
e toda a poesia contida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na memória cantando
Bullerengue e deixando
você encantado no meio
da nossa amável gente,
Meus Versos Intimistas
existem para lembrar
de tudo o quê se passou
e do amor lindo que virá,
Porque sei que o destino
fortemente nos unirá.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No meu País se recorda

orando nos cemitérios

em memória daqueles

que se foram deste mundo,

A morte em si para mim

não carrega mistérios;

A morte não é partir rumo

ao Paraíso ou ao Inferno:

A morte é a invasão de limites

e aceitar a colonização do outro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nada mudou em relação
a vida dos presos
consciência e por todos
a minha poética memória
sem escolher a quem:
conta a trágica História
e tem escrito incansáveis
Versos Latino-Americanos
ao General e à uma tropa.

Esta questão interna
não deve impedir a reconquista
do direito territorial,
O Esequibo é da Venezuela
e o Ministro da Guyana
quer tirar o mapa desta visão
histórica e geográfica
muito antes da decisão
da Corte Internacional.

Mesmo sendo o Esequibo
um território em reclamação
o mapa não pode ser ocultado
o povo pode ser calado
e igualmente os meus poemas:
os insatisfeitos que aprendam
a resolver os próprios dilemas.

Que não haja nenhuma
previsão de libertação
para a tropa e o General:
os meus poemas seguirão
falando até encontrar
o mapa do Sol da Justiça
que dê a pacificação
e a mais do que justa libertação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Maracajá

O teu povo originário
do Extremo Sul da Bela
e nossa Santa Catarina
é memória que fascina,
Tenho um amor enorme
que só cresce por ti,
e que a tua beleza explica.

Maracajá tu levas
o nome de raridade felina,
No Morro Mãe Luzia
deixei toda a minha poesia,
e no Morro da Cruz
entreguei a minha oração.

Minha Maracajá querida,
tu pertenceste a gentil
Freguesia de Araranguá,
A tua gente é lutadora,
querida e hospitaleira,
e orgulha de ser brasileira:
és bênção para a nossa Pátria.

A tua gente açoriana,
africana, italiana e de outras
distantes origens vieram
para uma cidade erguer,
um Estado levantar
e uma Pátria para orgulhar.

Minha Maracajá magnífica,
por ontem, hoje e sempre
que não paro nesta vida de adorar
pelo heroísmo com o cultivar
e o fundamental cativar;
És desta Pátria a minha proteção,
o meu refúgio e meu amoroso lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bicentenário Nacional

⁠Minha Pátria adorada,
ondeia a memória
originária que levava
o nome Pindorama.

No teu heroísmo
rebatizado com
o nome de Brasil
permaneço derramada.

Em crescente vibração
por este Bicentenário,
transformei em canção
o grito do Ipiranga.

A Independência não
é ilusão e deve ser
sempre conquistada:
a Pátria deve ser amada.

Nas tuas mãos me tens
de corpo, alma e coração,
este Bicentenário é
um voto de renovação.

A tua Independência
ainda há de ser perpétuo
orgulho e glorificação
diária da nossa Nação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Minha Força Aérea Brasileira
tu honras a memória
de Santos Dumont nas tuas
decolagens e nos teus pousos,
Assim tu protege nossos sonhos.

Tu és a nossa Força que zela
a nossa Pátria desde as alturas,
Nas asas da Esquadrilha da Fumaça
tu desenhas o quê o coração não cala.

Minha Força Aérea Brasileira
nasceste da unificação de esforços,
a mística do Brigadeiro Eduardo Gomes é herança para nós intacta
e a memória doce sobre as mesas
das festas orgulhosamente brasileiras.

Tu escreveste História durante
a Segunda Grande Guerra,
e segue a cada dia mais imparável
protegendo a nossa Terra.

Recordar a trajetória
da nossa Força Aérea Brasileira
antes e durante este Bicentenário
é lembrar sobre o quê foi, é,
e sempre será indestrutível
por nós e repleto de amor infinito.

Prever o adiante com
a nossa Força Aérea Brasileira
por perto jamais temeremos
por consagração constatada:
quando todos nos deixaram
na vida foi ela é quem ficou
por sentimento confirmado,
e será sempre quem conosco fica.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dona dos meus sentidos
aliados a memória e a criticidade,
a sua prepotência, displicência
e ironia fizeram entre nós
mais de uma vez uma
nova ponte ser explodida.

Quando não há mais pontes,
não existem mais diálogos,
sem diálogos só há chance
para a total distância
e sem deixar nada sobrando.

Convicta disso avancei
cem passos na frente
sem olhar para trás
e sem com que percebesse
escapei silente e para sempre.

Escapei para sempre
para salvar-me de ti,
para ficar viva por dentro
e sem deixar nenhum poder
teu vigente sobre o meu peito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cante da Modista

Abrindo as janelas da memória
e o porta linhas da origem:
cinco são os fios da História
que seguem costurando o destino.

O rádio toca o Cante Alentejano
e o atelier da modista inunda
unido ao batuque da costura
de quem começou na vida cedo.

Relembrando a mocidade,
com o coração no ritmo da música
e a esperança formando a costura
para as Saias da nossa Cultura.

O Cante da Modista feito
da poesia que a rotina veste,
e para muitos simples parece:
vencendo com dedicação e prece.

O Cante da Modista feito da poesia que da esperança se enfeita
e de toda a tristeza do mundo rejeita:
uns sem ver o quão vibrante quê
vive enaltecendo uma região inteira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No momento sou
o eco da voz
da venezuelana,
mesmo sendo
verso e memória,
não tão distante
quanto aparento,
mas próxima
o suficiente
para implorar
que corrijam
essa História.

Por mais que tentem
ocultar a imagem,
calar a voz
e lançar no limbo
do esquecimento,
ele está no coração
do povo e nem
o tempo tem
a condição
de apagar
que o General
pertence
ao Movimento.

Porque eu sou
aquela que na
lembrança dança
com o Comandante,
e o calendário só
reconhece o dia
quatro de fevereiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Caxambu do Sul

Onde o perfume de melancia
não se apaga da memória,
A minha poesia tem memória
originária e italiana,
Caxambu do Sul és minha Pátria.

Onde os ventos do Oeste
assobiam a melodia da História,
O meu poema é tambor enorme,
Caxambu do Sul eu honro o teu nome.

Onde as músicas levantaram
lavouras, cuidaram de rebanhos
e alimentaram peixes
que até hoje alimentaram gerações,
Assim és cheia de amores e paixões.

Onde os ventos do Oeste melodiam
todos os meus caminhos levam
os meus versos que beijam cada um
que se deu e ergueu por esta cidade:
- Caxambu do Sul, te amo de verdade!

Inserida por anna_flavia_schmitt