Melhores Poemas
A vida bate tão forte né?
Mas olha só sobrevivemos sempre.
Isso é Deus, ele sempre nos guia, não importa o quão difícil está essa fase, ela sempre passa e os problemas sempre se resolvem, não se preocupe mais, só entregue tudo pra ele, ore sempre, vá a luta e creia que sempre tudo dará certo 🙏🏻
Ótima e abençoada Quarta-feira 🙏🏻❤️
Sempre que começa um novo dia, algumas dúvidas invadem nosso coração. O futuro é sempre uma incerteza e na vida nada é garantido, mas isso não nos pode impedir de sermos positivos e de mantermos a motivação em alta para tudo que fazemos.
*bom diaaaaaa!!!!!!!*
"Vou te ensinar algo: a namorada que tu pensas ser só tua, pertence a muitos nem sempre no corpo, mas nos desejos e nas conversas escondidas."
#Binilson Quissama
Devemos ver com muita desconfiança, indivíduos que sempre se recusam a enxergar o que podem, insistindo apenas em enxergar o que querem.
Às 08:48 in 20.07.2026
Um pouco de "emisse", desta que foi e sempre será assim, na companhia de um velho amigo. Cigarros são poesias, poemas e expressão, ao menos para mim. O que sempre esteve lá, quando nada e ninguém podia ou queria me ouvir.
Hoje não sou mais fumante como antes, é algo especifico de ocasiões especiais, de vez em nunca, mas sinto falta desse velho amigo, que nunca me abandonou. Um pouco de Keep Cooler que ganhei recentemente também compôs perfeitamente o momento.
Nada fala mais do que a poesia e a dor que move a arte quando não há mais nada para dizer, e quando palavras são proibidas ou insuficientes para revelar, traduzir, amenizar, ou entender o que o que está no peito, um click de nicotina, um gole, um trago, pode revelar aos olhos atentos muito mais do que a principio é.
Quando as palavras não descrevem o que sentimos, e o mundo não é gentil. Quando o que falta é insuportável e dói demais. Quando nos sacrificamos e a vida nos enterra. Quando o absurdo aparece na TV, e em massas manipuladas pedindo e justificando o mais injustificável de todos os absurdos, retrocessos e perversidades. Quando o coração se parte mais de milhões de vezes.
O Malboro Vermelho, para mim, sempre foi o amigo de todas as horas, e o alívio quando o caos extrapola os limites da emoção. Quando raramente consigo, ele ainda é aquele bom e velho amigo. Quando é o que resta, a única coisa que resta, do que se foi e jamais poderia ser substituído.
- Marcela Lobato
Sempre me fere pela ausência tão presente.
Sempre me fere essa presença incessante na ausência.
- Marcela Lobato
"Fica sempre um pouco de perfume
nas mãos que oferem rosas,
nas mãos que sabem ser generosas!"
Bom dia, anjo de amor,
"Se o dia lhe trouxer calor, use-o e se aconchegue.
Porém, se o frio aparececer, agasalhe-se com a generosidade
e aqueça-se no calor do amor!"
Não sou digno de atar tuas alparcas
Me deixa ao menos a sobra da mesa.
Nas lutas, quase sempre mascaradas,
Querubins surgem como luz sendo acesa.
As feridas feitas pelo amor
Açoites transmitem os maiores aprendizados
Por nosso bem, causam até dor,
Querendo nos ver melhor preparados.
Muitos sorrisos já me enganaram,
tapas nas costas até me iludiram,
mas na hora em que as forças faltaram,
foi o momento em que dos olhos as escamas caíram.
O urso até abraça a presa.
A vítima observa da hiena o riso,
afinal, é alguma surpresa.
Cautela em quem chamamos de amigo,
porque escolhemos temos os falsos afagos,
desprezando quem diz a dura verdade?
Cuide de quem corre do seu lado,
onde ali está a consistente lealdade?
Deus, agradeço pelos meus amigos
que em cada etapa surgem como anjos.
As repreensões foram para mim como abrigos.
Retribuirei todo o amor, ainda que passem anos.
Levy Cosmo Silvaa
Que nossos sonhos nos levem adiante, sempre com um sorriso no rosto e com a certeza da felicidade
Que nossos erros nos tornem mais experientes
Que nossas experiências nos tornem mais fortes
Que nossas forças se una com a resiliência
A vida é incrível! Todo dia algo novo para se conhecer, para sonhar, para viver...
Mas eu não me preocupava porque eu sabia
Que era preciso conseguir tudo
O que sempre quis e depois perder
Para saber o que é a verdadeira liberdade
Enquanto o Mundo Passa
Nem sempre dá para falar de amor. Há sentimentos que perdem um pouco da sua verdade quando tentamos transformá-los em palavras. Eu, pelo menos, prefiro viver o amor.
Prefiro sentir. Abraçar demoradamente, como quem encontrou no corpo do outro um lugar onde o tempo não tem pressa. Sentir o teu calor junto ao meu, ouvir o teu coração bater forte e perceber que o meu, quase sem querer, procura o mesmo compasso.
Amar, para mim, é isso: ter sentimentos que não precisam de explicação, sonhos que começam a pertencer a dois, vontades que encontram abrigo na presença de alguém. É querer estar perto sem precisar de motivo. É olhar para você e esquecer, por alguns instantes, que existe alguma coisa além de nós.
Talvez por isso eu não saiba falar de amor como quem conhece sua definição. Eu conheço o amor pelo toque, pelo abraço, pela saudade que nasce antes mesmo da despedida, pelo desejo silencioso de permanecer.
Não quero entender tudo o que sinto. Algumas coisas bonitas demais se desfazem quando tentamos explicá-las.
Quero apenas você perto.
Quero sentir teu coração contra o meu e deixar que eles conversem na linguagem que somente dois apaixonados compreendem.
E enquanto estivermos assim, que o mundo siga o seu caminho, contando suas horas, inventando suas urgências.
Que ele viva.
Que ele passe.
Porque, quando estou com você, não tenho nenhuma pressa de acompanhá-lo.
Nem sempre vai ser bom.
Nem sempre haverá uma lição escondida na dor.
Nem todo rompimento vem para ensinar.
Nem toda perda carrega um propósito elegante.
Às vezes, a vida não quer que você entenda tudo.
Não quer que você transforme cada ferida em discurso,
cada queda em filosofia,
cada silêncio em resposta.
Às vezes, a vida só quer que você exista
sem violentar a própria alma
em busca de um sentido imediato.
Existir respeitando a própria existência
talvez seja a lição mais profunda.
Porque há dias em que vencer
não é florescer.
É apenas não se abandonar.
Encontro com Diabo
Já morri incontáveis vezes
Mas sempre evitei o sono
Avancei desconfiada
No meu trigésimo terceiro outono
Duvidei de outro inferno
E quando o sete peles me veio de terno
Com um manto flambado pra me aquecer
Por rebeldia me recusei descer
Teimando acendi um cigarro
Fitei-o nos olhos profundos
Pigarriei da garganta o catarro
E o reconheci dos meus mais íntimos mundos
A linguagem sempre revela algo. Nietzsche dizia que as palavras são metáforas esquecidas. Então quando alguém fala “pobrema”, talvez não seja só erro — pode ser retrato de um sistema que nunca ensinou direito. E isso é um problema muito maior que o “pobrema”.
“Os brasileiros que mais tem problema são aqueles que vivem de ‘pobrema pobremas’ — porque às vezes o maior erro não está na gramática, mas na maneira de enxergar o mundo.”
CONFIANÇA e FIDELIDADE
Confiar em alguém é sempre um risco, mas também é um ato de coragem. A confiança não é cega, ela se constrói nos pequenos gestos, na constância, na coerência entre o que a pessoa fala e o que ela faz.
Quando ela se perde… é como se um cristal tivesse se quebrado: até pode ser colado, mas nunca volta a ser o mesmo. Nessa hora, cada um decide em que “prateleira” da estante da vida, pode colocar essa pessoa:
Alguns escolhem a da distância.. Deixa ali, guardado, mas sem acesso ao coração;
outros deixam na prateleira da desconfiança.. Ainda perto, mas nunca mais com os mesmos privilégios;
e há quem simplesmente tira da estante, porque não quer o peso de olhar sempre para a ferida.
Sobre fidelidade… ninguém pode garantir. Tem gente que é fiel ao sentimento, mesmo quando o mundo inteiro chama do outro lado. Tem gente que se perde fácil, buscando onde há aplausos e quantidade, não qualidade.
No fundo, a pergunta que fica é: Essa pessoa escolhe você mesmo quando o caminho é estreito, ou só enquanto é fácil e cheio de gente?
Eu me cuido aos poucos,
sem pressa e sem plateia.
Aprendo a me olhar
com os olhos que sempre ofereci aos outros.
Começo a me dar
o que nunca veio de fora.
Presença.
Cuidado sem cobrança.
Palavras que não ferem.
Estou me escolhendo
onde antes eu insistia.
Me valorizo
não porque virei invencível,
mas porque cansei de me abandonar.
Diminuo o amor pelos outros
para não desaparecer de mim.
Não é frieza.
É sobrevivência lúcida, limite aprendido tarde.
Agora fico.
Em mim.
Sem pedir licença,
sem me explicar.
Quem some nem sempre esquece.
Quem troca nem sempre está em paz com a escolha.
e arrependimento não é coisa que aparece rápido
nem faz barulho.
Sou casa agora,
mas não serei teto para sempre.
Meu lugar me chama de longe,
e quando eu for,
levarei comigo
a certeza de que amei inteiro.
Ela sempre foi movimento.
Casa girando em torno dela.
Mão que fazia, boca que orientava, olho que via tudo.
Era dessas mulheres que acordam antes do sol
e dormem depois da vida.
Sabia onde estava cada coisa.
Cada conta.
Cada remédio.
Cada problema.
Ela era memória viva da família.
Era calendário, era agenda, era conselho.
E agora…
O tempo resolveu brincar ao contrário.
O nome das coisas escapa.
Os rostos às vezes embaralham.
As histórias ficam pela metade.
Mas tem uma coisa que não foi embora:
a essência.
O jeito de segurar a mão.
O olhar que ainda procura cuidado.
A doçura que aparece em lampejos.
O Alzheimer não apaga quem ela foi.
Ele embaralha caminhos,
mas não destrói o que foi construído em décadas de força.
Existe uma inversão silenciosa:
quem foi porto vira mar aberto.
Quem guiava agora precisa ser guiada.
E dói.
Dói porque a gente lembra de tudo.
E ela… às vezes não.
Mas amar alguém com Alzheimer é aprender outra língua.
É repetir sem irritação.
É contar a mesma história como se fosse a primeira vez.
É segurar firme quando o mundo dela fica confuso.
Ela continua sendo a minha mãe.
Mesmo quando não sabe dizer seu nome.
E talvez agora o papel seja meu:
ser memória por duas,
ser paciência por duas,
ser colo por duas.
O corpo pode esquecer.
Mas o amor não desaprende.
E isso, ninguém tira dela. Nem de mim.
