Meio Termo

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⁠Não existe meio termo, ou você é a favor ou é contra o governo de Cristo!

⁠Depois que me decepcionei com o meio termo. Eu passei a viver com a intensidade. Agora somos um só!

Incertezas

Não há compreensão,
nunca houve meio termo.
As dúvidas crescem
como ervas daninhas
no solo árido da mente,
raízes que se entrelaçam
em pensamentos turvos,
sufocando a razão
até que tudo se torne sombra.

Lacunas permanecem abertas,
como feridas que rejeitam o tempo,
casos interrompidos,
histórias sem ponto final,
rastros apagados
por tempestades de incerteza.

Não há culpados,
não há suspeitos,
apenas eu,
rodeado por um tribunal vazio,
onde o silêncio se ergue
como juiz implacável,
condenando-me
por crimes que desconheço.

Não há em quem confiar,
pois até meus próprios olhos
me traem,
distorcendo reflexos
num espelho que fragmenta
quem penso ser
no caos que persiste,
como se eu mesmo fosse
o enigma que busco resolver.

Com a imaginação não tem meio-termo, ou você tem ou se submete aos que têm.

Quando se trabalha em grupo, não existe meio termo. Você tem uma boa equipe ou necessita urgente torná-la melhor.

⁠Detesto
Detesto gente morna, meio termo, o tipo sonso!
Seja pra caralho.
Ou porra nenhuma.
Re Pinheiro

Meio-termo não aquece, não ferve e tão pouco faz transbordar. Isso vai de amizades a amores. E não adianta jogar lenha na fogueira não, não adianta desperdiçar combustível com quem não aquece o corpo, ferve o ser e faz transbordar a alma.

Tem coisas que não pioram, mas também não melhoram. E esse meio termo é perigoso.

Entre a vida e o além vida, temo apenas a dor e as sequelas enquanto vivo, nesse meio termo, todo o resto é só uma passagem.

Por que não existe meio-termo: Se você escolhesse para comer maçã boa e ruim, não tem como assumir o meio-termo, dependerá do que você gostar ou interessar as opções.

Não existe meio-termo: ou você assume a sua semelhança com Deus, ou você se deixa degradar pela semelhança com o maligno.

de MEIO em MEIO termo (s), NUNCA
SERemos INTEIROS…

“De meio em meio termo, nunca seremos inteiros! O inteiro não nasce da soma das metades, mas da coragem de deixar de viver pela metade.”

DE MEIO EM MEIO TERMO, NUNCA SEREMOS INTEIROS.

A mente mente.

O tempo, não.

O tempo nunca mente porque nunca promete. Apenas passa. E, enquanto passa, leva consigo a única matéria-prima da existência: a vida.

Tempo é vida.

Não porque a vida seja feita de tempo.

Mas porque tudo aquilo que o tempo leva jamais será devolvido pela própria vida.

O homem acredita que perde dinheiro.

Perde oportunidades.

Perde pessoas.

Que ilusão.

O homem nunca perdeu nada disso.

Perdeu tempo.

E perder tempo é perder aquilo de que todas as outras perdas são feitas.

Vivemos de meio em meio termo.

De quase em quase.

De depois em depois.

Adiamos decisões como se o amanhã fosse uma propriedade adquirida.

Mas o amanhã nunca pertenceu a ninguém.

Ele sempre foi apenas uma hipótese.

A única certeza do futuro é que ele se tornará passado.

E o passado jamais devolve aquilo que o presente desperdiçou.

Existe uma tragédia silenciosa.

Não é a morte.

É morrer antes dela.

Há mais vivos que andam mortos do que mortos que permanecem vivos nas lembranças.

Porque morrer é um acontecimento.

Mas deixar de viver é uma escolha repetida todos os dias.

Respirar não é prova de vida.

É apenas evidência de funcionamento.

Até máquinas funcionam.

A vida começa quando deixamos de existir por inércia.

O mais assustador não é o fim.

É descobrir que nunca houve um começo.

Há pessoas que chegam aos oitenta anos com apenas um ano de vida repetido oitenta vezes.

Confundiram rotina com destino.

Segurança com paz.

Sobrevivência com existência.

Chamaram medo de prudência.

Chamaram acomodação de maturidade.

Chamaram conformismo de sabedoria.

A mente mente.

E mente tão bem que convence o homem de que ainda há tempo.

Mas o tempo nunca esteve à frente.

Sempre esteve atrás.

É ele quem acumula tudo aquilo que deixamos de ser.

A vida não termina quando o coração para.

Termina quando deixamos de nos tornar.

Existe uma diferença brutal entre envelhecer e amadurecer.

O tempo envelhece qualquer corpo.

Mas apenas a consciência amadurece uma existência.

Quem apenas envelhece acumula anos.

Quem amadurece transforma anos em eternidade.

O paradoxo é inevitável.

Quanto mais tentamos economizar tempo, menos vida temos.

E quanto mais entregamos vida ao que realmente importa, menos percebemos o tempo passar.

Talvez por isso a eternidade nunca tenha sido uma quantidade.

Sempre foi uma intensidade.

O universo inteiro conspira contra qualquer ilusão de permanência.

Montanhas cedem.

Oceanos recuam.

Estrelas morrem.

Civilizações desaparecem.

E, ainda assim, o homem continua acreditando que pode adiar a própria vida para segunda-feira.

A maior prisão não possui grades.

Possui hábitos.

Possui desculpas.

Possui “um dia”.

O cárcere mais perfeito é aquele em que o prisioneiro acredita estar livre.

Talvez o maior fracasso da humanidade nunca tenha sido morrer.

Tenha sido viver sem jamais despertar.

Porque aquele que nunca desperta não perde a vida.

Nunca chega a encontrá-la.

No fim, restará apenas uma pergunta.

Não quantos anos você viveu.

Mas quantos dos seus anos realmente estiveram vivos.

Porque tempo é vida.

E desperdiçar tempo nunca foi desperdiçar minutos.

Foi desperdiçar a única matéria da qual a existência é feita.

Por isso, de meio em meio termo, nunca seremos inteiros.

Quem negocia a própria consciência fragmenta a própria existência.

E quem passa a vida aceitando metades descobre, tarde demais, que o inteiro nunca esteve no destino.

Sempre esteve na coragem de viver antes que o tempo termine de nos viver.

Pense nisso também:

“Tempo não é dinheiro, tempo é vida, pois nem todo dinheiro do mundo pode comprar mais tempo”

Carlos Eduardo Balcarse

23/07/26

O INTERIOR



O céu,
o inferno,
ou o meio-termo,
estão dentro do próprio coração.


Antes de crer na grandeza do universo,
é preciso ponderar o que existe dentro da própria cabeça.


Fazem-se perguntas para as quais ainda não se está pronto para as respostas.
Criam-se expectativas que, muitas vezes, rasgam as próprias entranhas.


A vida boa é no passo do gado:
pastando, remoendo,
na sombra, vendo o sol se pôr.


A eternidade, a doce eternidade,
é assunto da crença de cada um.


Se não crê no inferno,
mas não destrua o céu dos outros.

COISAS QUE APRENDI COM A VIDA:

- Que não existe meio termo, ou a pessoa é boa ou não é.
- Que a bondade está relacionada com a maturidade de se doar ao próximo.
- Que o mundo gira e se não semearmos boas sementes a colheita não será próspera.
- Que nada será em vão se fizermos com amor.
- Que a maldade não dura para sempre, um dia tudo vem à tona.
- Que a vida nos ensina com os tropeços e se não aprendermos a superá-los, não conseguiremos sobreviver nesta selva.
- Que ser corajoso é não ter medo de viver
- Que lutar contra as determinações do universo, é lutar em vão.
- Que a felicidade vibra constantemente de dentro para fora.
- Que o tempo é e será um ótimo aliado.
- Que nada será para sempre e tudo tem um prazo de validade, inclusive nós.

⁠pensar e fazer... As duas únicas coisas que unidas não podem ter meio termo.

Se fores só humana, eu aprendo.
Se fores só sonho, eu acordo.
Mas se fores esse meio-termo impossível,
onde o real encosta no sagrado,
então que eu te ame assim —
não como verdade absoluta,
mas como o mito que me ensinou a sentir.

Sou intolerante,
A pessoas indecisas.
Gente meio-termo,
Que querem tudo, com nada.

Não existe meio termo com Deus: ou é arrependimento ou é condenação.