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Meio

Cerca de 15453 frases e pensamentos: Meio

O mapa rasgou no meio do caminho, e agora as pegadas na areia pertencem a um destino que a gente nunca visitou.
​O silêncio virou o único idioma que o meu coração fala quando tenta te buscar na curva mais distante do mundo.


DeBrunoParaCarla

"Em meio ao caos reside a Ordem e nela me encontro."
Amara Antara

⁠Deus é o mesmo em todas as gerações. Ele está no nosso meio através do seu Espírito para resgatar, regozijar-se e manifestar seu amor sem fim. Correspondamos Seu favor imerecido!

⁠Falar bem é o melhor meio de pensar bem.

⁠Em meio a tanta polarização, o ativo sombrio da Arrogância foi tão valorizado que até os Arrogantes já temem a concorrência.


Talvez nunca tenha sido tão fácil parecer certo — e tão difícil estar disposto a escutar.


Em tempos em que opiniões são vestidas como armaduras e não como pontes, a arrogância deixou de ser um desvio incômodo para se tornar moeda corrente.


Não apenas tolerada, mas premiada: quanto mais alto se fala, quanto mais categórico se afirma, mais visibilidade se conquista.


A dúvida, por outro lado, passou a ser confundida com fraqueza.


Há algo de paradoxal nisso tudo.


A arrogância, que antes isolava, hoje conecta — ainda que superficialmente — aqueles que compartilham certezas inabaláveis.


Mas essa conexão é frágil demais, porque não se sustenta na troca, e sim na validação.


Não há espaço para o encontro, apenas para o eco.


E, no meio desse ruído todo, cresce um medo silencioso: o de ser superado por alguém ainda mais seguro, ainda mais inflexível, ainda mais disposto a não ceder.


Quando até os arrogantes começam a temer a concorrência, talvez estejamos diante de um esgotamento desse modelo de convivência.


Afinal, se todos falam e ninguém escuta, o que realmente está sendo construído?


Se toda conversa vira disputa, o que ainda pode florescer ali?


A humildade, nesse cenário, torna-se quase um ato de resistência.


Não a humildade passiva, que se cala por receio, mas aquela que reconhece a complexidade das coisas e aceita que o outro pode, sim, ter algo a acrescentar.


É um gesto raro — e justamente por isso, poderoso.


Talvez o verdadeiro desafio do nosso tempo não seja vencer debates, mas reaprender a conversar.


Não se trata de afirmar certezas, mas sustentar perguntas com consciência de que são elas que movem o mundo.


Porque, no fim das contas, o conhecimento que não admite revisão não é força — é apenas rigidez disfarçada.


E tudo que é rígido demais, cedo ou tarde, se quebra.

As vezes ,no meio do percurso sinuoso e agreste da vida, por entre selvas e desertos , chego a um oásis, a uma clareira , a um jardim, pacifico , agradável e perfumado....e dou comigo a pensar se é nesse momento que estou mais em paz, consciente , mais maduro, mais tranquilo.... Ou se sao apenas momentos de insanidade ,breaks em que a alma relaxa o corpo e nos quais me é permitido pensar que agora está tudo bem, está tudo no caminho certo... Mas no fundo, nada disso é real, são breves momentos no olho do furacão da existência...
na realidade a vida até chegarmos a um ponto de equilíbrio consciente baseado no desapego e despreocupação, é uma tempestade brutal. E estes oásis, são meros momentos pacíficos de loucura que nos fazem acreditar que afinal... A vida só é boa, se formos suficientemente loucos para a desfrutar.
Nuno Miguel Vergueiro Silva Reis.

⁠Espero que em meio de tanta (Cão) fusão, onde — quase sempre — a Arrogância, a Prepotência e o Autoritarismo se confundem com Bravura, a Vingança com Justiça e o Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão — a Desumanização não se confunda com Demonização.

Em meio a tanta “cão” fusão, o Lixo resolveu odiar justamente o homem da limpeza.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.

⁠A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.


Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.


O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.


Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.


E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.


A música vira trincheira, o louvor vira escudo.


O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.


Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.


O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.


Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.


Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.


Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.


Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.


Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.


O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.


Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.


Nós contra eles não dialogam…


Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…


Quando não fazem pior: se desumanizam.


Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.

Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.

Converso bem com as árvores e as flores, no meio da natureza, onde me recarrego da energia vital da vida e com sorte aprecio o bailar das borboletas. Vibro na mesma sintonia das águas, dos rios, das nascentes e da chuva, fina que umedece o solo e minha alma, com isto me acalma. Não gosto de tempestades, pois me deixam apreensivo e irritado. A abundância de qualquer elemento me incomoda, pois depois do exagero vêm as consequências, que por vezes não são agradáveis. Somos sempre cúmplices serenos do afável, do que não falta e não sobra. Porque a vida é feliz na medida certa e nossa estada prodigiosa no momento exato. Isto é um fato muito além dos ponteiros do relógio.

Vamos?


É noite,do teu castelo em meio aos arranha- céus da cidade, lá no alto vejo a luz acesa da janela e a sua sombra está lá,


O frio tá batendo na veia, mas a vontade de ir embora com você me aquece,


Uma mensagem chegou:
_ Minha bagagem está pronta, tô descendo, vamos fugir do mundo e nos encontrar para sempre?

Amar é permitir que Deus também esteja no meio de duas almas, sustentando o que os olhos não conseguem manter sozinhos.

⁠Em meio à natureza, encontramos paz

No meio do barulho que me cerca, minha alma inquieta chora baixinho, soluçando ao ver meu coração dividido em quatro pedaços.

O trabalho não é apenas meio de sobrevivência, é a ponte invisível entre o que sonhamos e o que conseguimos tocar.

Eu aprendi a ser abrigo no meio das tempestades.

Fui dúvida, fui busca, e encontrei certeza no meio do nada.