Meia-noite
Os renegados em renascimento – Rafael Rocha
11/11/2012
Encontro á meia-noite partes da minha alma
Devastada pelos atos de minhas mãos
Se deita em ondas leves meu arrependimento
Em meus sentimentos se ausenta o amor
Não há espaço para sinceridade
Onde há o lamento pela verdade.
Me revejo dia e noite em um espelho invísivel
Posso estar cego ou somente incrédulo ao que vejo
Devo criar e seguir convicções reais da minha natureza
Junto á elas devo cair ao avistar de perto a tristeza
Ver de longe minha amada se despedir
E com lágrimas de sangue á lhe fugir.
No mesmo céu dançam os anjos caídos
Arrependidos e voltando á seu pai celestial
Conquistei meu equilíbrio desequilibrando a verdade
Sangrando sob um fardo santo
Com os braços em punho forte armado
Tendo a sombra do mal á minha esquerda
E a auréola dos anjos perdidos do outro lado
Ah, quantos homens nascem pela morte
Quantos anos mais de guerra os aguardam
Seus senhores respeitados pela sorte
Ainda que queiram meu sangue vivo
Darei á verdade mais um lamento
Perder a alma e a vida com honra
Aterrado pelo próprio pensamento.
Um homem renasce cada manhã
Quando a chuva cai o céu os renega
E voltando á sua casa e fria terra
Todos os dias há de chover
As lágrimas de sangue de minha amada
Que não se aprontou para morrer.
Já era exatamente meia noite em meu relógio, cheguei em casa muito cansada depois de um longo dia de trabalho e com muita dor de cabeça devido a várias bebidas que bebi em um bar logo próximo ao meu trabalho,me olhei em frente ao espelho e tirei meu vestidinho preto básico,tirei minhas jóias e logo depois tirei minhas peças íntimas.Fui caminhando até o banheiro para pegar meu roupão,o tempo estava frio, o vento batia em meu corpo me fazendo arrepiar logo tratei de colocar logo meu roupão. Coloquei meu roupão e me sentei na poltrona, observando a lua cheia e em volta as estrelas em uma harmonia perfeita, fiquei ali pensando um pouco em minha vida que resumia a trabalho, solidão e bebida. Uma vida monótona. Estiquei meu braço, peguei na mesinha um copo de Whisky coloquei um pouco da bebida no copo e comecei a beber calmamente,olhei pros lados e peguei meu celular pensei em ligar para ele mas a essa hora ele estaria dormindo e eu não iria incomodar ele mesmo sentindo uma falta imensa.Afastei meus pensamentos tristes, me levantei da cadeira porque já estava sentindo meu corpo cansado e tomei um longo banho quente logo após fiz minhas higienes, coloquei um roupa íntima e dormi. As vezes não falamos o que sentimos e acabamos perdendo as pessoas por falta de palavras que não foram ditas. Saudade não é motivo para trazer ninguém de volta, se lembre.
Meia noite em Paris (Baseada no filme)
A meia noite um homem sai às ruas de Paris
Tentando realizar um sonho antigo
Sonhando com aquela cidade fantástica
Sonhando com suas próprias histórias não contadas.
Vive infeliz em um lugar onde não há o romance e o calor de Paris...
Ah, doce Paris, lugar que o amor surge e ressurge.
Com o toque de delicadeza e suavidade
Ao conto das palavras de apaixonados que fazem qualquer sacrifício por um amor verdadeiro.
Mas tem algo errado
Um amor fictício-real e um real...
Ele queria ir para outra época, com sua amante.
Mas ela queria voltar a outro século e ser feliz.
Agora está sozinho
Nem mesmo suas histórias podem confortá-lo
Pensa no que fazer de sua vida e com sua futura esposa.
Após traição separa-se
E na cidade dos enamorados
Vive um homem confuso e atordoado.
Ao olhar para um vazio em Paris
Encontra uma moça simples e simpática
No qual conversou outro dia ao querer saber mais de sua amante.
Sim, é ela que sem se sobressair muito.
Conseguiu conquistar o coração desse escritor
Apaixonado por ser o que verdadeiramente o que é.
"Era meia-noite e trinta e seis, eu disse: Te amo, te quero... Não solte minha mão jamais! Não, não, não solte! M2"
Sol da Meia Noite
Foi naquela noite que um raio de luz cortou pela primeira vez a escuridão
Entrou através da janela, rasgando a solidão
E de repente, um breve instante no tempo
Tudo se transformou
Aurora boreal, as luzes brilharam no céu
Brincamos na neve, e fomos tão longe
Longe de toda a escuridão
Foi naquela noite, ainda em meio às lágrimas, que o tempo parou por um momento
Toda a dor foi suspensa e flutuou como partículas dançando em um raio de sol
O sol, que é você
Invadindo o quarto escuro e frio da minha alma
Pela primeira vez.
No sol da meia noite te amo
até morra seca entre o dia que seca sia vida,
meus amigos mortos, por suas verdades cruas,
mórbido seu ser diante vos me calo
tenho tantas perguntas para que vazio ira responder...
minha ira denota com tua morte ainda assim sim te amo...
reset... recomece, com sua morte
seus sonhos são apenas divisão de bens...
que importou em uma vida inteira...?
Ouço sinos no cio a meia noite e deixo doces queimaduras na tua pele, abrimos uma porta e descobrimos um prédio em chamas cor de abóbora em altas labaredas..."Não há salvação querida então queimemos. Queimemos!" Amanhã partimos cedo para a cidade onde flores nascem sobre terra árida e devastada então deixemos que o fogo consuma tudo querida. Queimemos. Queimemos!
Meia-noite
Deu meia-noite da janela do meu quarto, vejo você passar. Sempre tão linda com aquele brilho nos olhos e aquele sorriso de luar.
Todos os dias o mesmo horário, vejo você passar. Sempre tão discreta, no andar tão bela que parece desfilar.
Todos os dias contos as horas para te ver chegar.
Sempre acompanhada das estrelas e com o brilho do luar.
É fascinante sua presença parece que os Deuses esculpiram o teu caminho apenas para te ver passar.
Tu és a criação mas maravilhosa que esse mundo já criou, beleza igual nesse mundo não há.
Todas as noites olho para o céu e vejo quantas estrelas, quantas constelações.
Comparada às constelações, tua beleza ainda supera tal magnitude, tal esplendor. Acho, que nem a via láctea dessa meia-noite inteira tem tamanho charme e beleza. Não sei se deveria - te contar tamanho feito que tu és afinal sou apenas um admirador. Já admirei tantas belezas imperfeitas, aquelas que ninguém nunca admirou, mas são tão perfeitas.Por vezes as retratei por molduras, poemas, músicas mas na maior parte do tempo dentre as janelas.
Nunca precisei - me apaixonar por nenhuma delas para mostrar tamanha beleza. Apenas acrescentei um colorido num mundo sem cor.
Deu meia-noite da janela do meu quarto, hoje não vou ver cê passar. Irei para outros caminhos novas belezas admirar.
Tua beleza já retratou em meus contos e poemas para sempre me recordar.
Nessa janela não mas estarei, mas outra pessoa irá vela passar.
Mistérios da meia noite eis que surge na luz do luar um homem de preto, que em sua mão esquerda carregava uma espada afiada para se defender de todos os inimigos independentes de serem seus ou não e, na mão direita um coração, não por ter-lo arrancado de alguém, mais para mostrar que da mesma forma que se defende de quem quer que seja, mostra em sua essência a pureza e a fidelidade de um homem de coração humano e de bem.
Perfura-me, noite.
Novamente sentado na mesa de poker, meia-noite e quarenta, ao lado, olhares se trocam em frações de segundos, suor por partes do corpo representam o calor do momento, pensamentos negativos se encaixam, e, por via das dúvidas, ela viria de uma forma tão lúcida como das outras vezes, e desta vez, o valor da sua essência deveria aparecer, mas, o nervosismo tomava conta, aparenta-se que não seria nessa ocasião, depois de alguns minutos, enjaulado no momento, a única saída era ajoelhar-te perante a magia extremamente deslumbrante, e no decorrer, fechar-te os olhos, e apenas aguardar as horas passarem em anos, respeitando-a como um ser magnífico, majestosamente. E por fim, o silêncio vem, livre das correntes levantou-se, aliviado, venceu mais uma vez, mas, aflito por terminar mais uma vez como um covarde.
As vezes penso no Cazuza
por um segundo apreendi a amar...
para meia noite tentei sonhar...
se tem a vida inteira para devorar
momentos que ilusões são meras
no caos da verdadeira alma a tristeza
ganha asas num mundo sem sentido...
pode acha mundo pode cruel,
ninguém compreende que fatos são parte do futuro,
os dias se passam ainda tenho um momento...
que destino se cobra todas dividas sem devolver todas atenções...
nas obras dessa vida temos irreconciliações...
para o qual bebemos a noite inteira,
contas são feitas acordos fechados ainda é madrugada,
nos espaços esquecidos temos o passado decorrente,
meias verdades no caos dos sentimentos...
o tempo te nega tanto,
mesmo quando a chuva lava seus pecados...
FUTURO 1
É meia noite e meia
Estou aqui de bobeira
Sentado na cadeira
Pensando
Em todos os meus planos (não tenho)
Observando meu futuro
Vendo meu lado obscuro
Que é simplesmente
O que destrói minha mente
Deixando ela inconsciente
Mas vou deixar isso fora de cogitação
Pretendo ter uma nova visão
Dentro da minha vida
Deve haver alguma saída
Pra fugir dessas recaídas
Voltando ao meu futuro
Me vejo completamente confuso
Não sei se vou fazer bom uso do próprio
Mas sei que devo sair do óbvio
Fazer algo histórico
E até mesmo eufórico
Dizem que o futuro é consequência do presente
To ferrado
Não tenho nada planejado em minha mente
Meu maior medo: chegar nesse tal futuro e falhar novamente
Sou um miserável
Tentando ficar estável
Para oque vier pela frente
Eu saber da a cara pra bater
E sempre aprender
Saber o que devo ou não fazer
Meu futuro me assusta
Eu quero completar minha luta
Não desejo que ele sea igual meu presente
Pretendo me dar bem daqui pra frente
Quero fazer tudo diferente
Mas tenho medo, entende?!
E se eu falhar miseravelmente?
O que vou fazer?
Como vou me reerguer?
A verdade é que devo apenas me manter
Longe do que me jogue fundo
Em um lugar escuro
É sério!
Tenho muito medo do meu futuro.
Me arrancaram sonhos!
Fizeram eu acreditar que não era moça recatada, que passou de meia noite na rua não era Cinderela.
Que já teve mais de dois namorados é rodada.
Não casou antes dos 25 não deve prestar.
Essa vou conquistar depois largar por uma melhor... Só serve de distração. Nem pai tem
Doente, desempregada e pega no pé.
Mulher melosa,romântica e apaixonada.
Chata e Maluca!
Não adianta, não quero mais anel, véu, grinalda,me arrancaram sonhos e esse foi um deles.
A doença tirou outras de ser independente, sair com meus amigos e poder pagar e sair sem remédios.
E o tempo continua me arrancando sonhos,sempre me sinto segunda opção ou terceira ou até a última.
Eu não quero mais sonhar!
Quem cria expectativas acaba quebrando o pé a mão e o coração.
Só quero mesmo amanhã acordar sem dor!
Mataram meus sonhos e não quero mais sonhar, só dormir que é quando não dói mais.
Não sei o que é fracasso,Talvez esteja vivendo sem saber,A vida vale muito,A meia noite fica em um triz,Eu pinto minha alma com giz de cera,Coloco motivos para viver,Talvez eu seja importante para alguém ou fui,Atualmente amargo desencontros,Finais doloridos,Descolorindo as melhores memórias,Descobrindo algumas histórias,Conteúdo amplo me faz repensar sobre tudo,A importância não é o que você irá fazer,Mas! O que já foi feito.
The Gloom Index
À meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus. - Atos 16:25
Escritura de hoje : Atos 16: 16-25
Céus cinzentos e humores azuis - os dois parecem andar juntos. De fato, alguns meteorologistas descrevem a quantidade de dias nublados que uma região pode esperar durante o inverno como "o índice de melancolia".
Outros fatores podem ser considerados um índice sombrio. Pense, por exemplo, no que Paulo e Silas, aqueles dois cooperadores do primeiro século de Cristo, sofreram (Atos 16). Qualquer um de seus problemas foi suficiente para arruinar o dia mais ensolarado.
Tente imaginar a frustração de lidar com especuladores gananciosos que transformaram uma garota possuída por demônios em uma exibição lateral (vv.16-17). Pense na dor de confrontar uma multidão enfurecida e juízes furiosos (v.22), de receber chicotadas e prisões (v.23) e de ter os pés presos em ações (v.24). Como é isso para uma atmosfera sombria?
Paulo e Silas foram capazes, porém, de se elevar acima de suas circunstâncias (v.25) porque foram motivados pelo desejo de obedecer a Deus e espalhar a mensagem de Cristo.
Nós também podemos nos elevar acima do céu cinzento de circunstâncias desencorajadoras, confiando no Espírito Santo. Podemos encontrar encorajamento e esperança no Filho de Deus, nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Podemos superar o índice de melancolia.
Refletir e orar
Deus, dê-nos asas para nos elevarmos acima das
nuvens de provação que bloqueiam o sol,
para voar sobre o céu cinzento e ver
o amor e a bondade do teu filho. —Sper
Nenhum dia é escuro quando você vive na luz do Filho de Deus. Mart DeHaan
Uma corda
À meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus. -
Atos 16:25
Escritura de hoje : Atos 16: 16-34
O violinista italiano Niccolo Paganini (1782-1840) tocava uma música difícil diante de um grande público. De repente, uma corda do violino estalou, mas ele continuou a tocar, improvisando lindamente. Então mais duas cordas se quebraram e ele completou a composição tocando com apenas uma.
Quando os aplausos finalmente pararam, ele acenou com a cabeça para o maestro começar o bis. O violinista sorriu para a platéia e gritou: “Paganini. . . e uma corda! ”Colocando o instrumento embaixo do queixo, ele tocou novamente com aquela única corda.
Com isso em mente, Charles Swindoll escreve: “Quanto mais vivo, mais convencido me torna de que a vida é 10% do que acontece conosco e 90% da forma como reagimos a ela”. Apoiando sua convicção com as Escrituras, Swindoll revisou a resposta de Paul e Silas sentados em ações na prisão. Em vez de lamentar a sorte, eles fizeram uso da “única corda” que lhes restava - oraram e cantaram louvores a Deus (At 16:25). Como resultado de seu testemunho, o carcereiro e toda a sua família foram convertidos e batizados.
Você permitiu que as adversidades da vida o desencorajassem e imobilizassem? Com a ajuda de Deus, aproveite ao máximo a "única corda" que resta. —JEY
Refletir e orar
Em tempos de grande adversidade, os
Recursos quase se foram.
Pela fé em Deus, um cristão pode
triunfante continuar. —Hess
Se você estiver em sintonia com Cristo, poderá cantar mesmo quando tudo estiver escuro. Joanie Yoder
sombras a meia noite,
denso sonso amor,
denoto vultos das cavas,
profundas na alma
surdidas noite a dentro...
meros na trova do amanhã
sombrios momentos,
neste paixão de musica.
o abraço tão vital
beijo morre num desejo frio.
que entardece numa opera sem fim...
carma acumulo na cálida atroz.
mero desejo que se uni para sempre puro amor,
sussurro da meia noite submundo,
de muitos desejo o abro eterno,
que se debruça diante o antro de perdição,
esperando o melhor desta existência...
