Meia-noite
Caia algumas gotas do céu, já se passava da meia noite, o vento soprava gelado(...) estavamos de baixo de uma árvore, nós, apenas nós.
Confusa, não sabia o que fazer, as borboletas na barriga já tinham começado, conversavamos, meus olhos direcionado para seus lábios.
Ele olhou pro lado quando virou-se o beijei, sim beijei. porque não ? Ele sorriu e olhou nos meus olhos e me beijou(...) "O meu mundo?"
"Que mundo? pensei que era só nós dois na existência da terra." As borboletas já tinham se multiplicado em mil, sentia milhares de sensaçóes, todas inesplicáveis(...)
Sabe qual a diferença da Cinderela para você?
É que o encanto dela acaba a meia-noite mas o seu:
É ETERNO!
Vou dormir dia 31 e acordar no dia 01. Fatality. Simples assim. Vou acordar lá pela meia noite, irritada com o barulho, com várias sms’s de amigos, inimigos, conhecidos, números desconhecidos me desejando tudo de bom, de melhor, de perfeito, shananam e etc e tal, mas no outro dia vai ser tudo igual.
Espumas flutuantes
É quase meia-noite. Por que o sono tarda?
Chegada é a hora, daqui, desta mansarda,
Olhar o firmamento, em sombras embebido,
E receber das ruas constante alarido.
Monótono murmúrio, mais uma vez repita
A velha cantilena de um laço de fita,
Mas, por ter retomado o verso centenário,
Irão meus detratores chamar-me de plagiário?
A ânfora sagrada repleta até a borda
Entorno com cuidado. O líquido transborda.
E afogado em néctar, aos poucos esqueço
Aquela dor que um dia virou-me pelo avesso.
Perdido na saudade daquela criatura,
A mente se rebela, protesta, esconjura.
Mas rende-se covarde à sombra que levita,
Fantasma do passado com seu laço de fita.
Abafam os meus passos espessa alcatifa,
Espio Sherezade à frente do califa,
Contando o sonho louco de um jovem colegial,
Que viu na Messalina a aura de vestal.
O tempo foi trazendo a doce acalmia,
O sono se aproxima da ânfora vazia,
E no mais lindo verso de púrpura escarlate,
O caos da amnésia, debalde se debate.
Pois outros são os tempos. Mas vejo a figura
Menina com seu laço de Vênus imatura,
Tu, náiade perversa, eu, um cabuletê.
Teu corpo é espuma cobrindo o Tietê.
Pensamentos Fúteis
Então eu acordo com o sino da meia noite e levanto lentamente, olho pro céu e vejo algo, quando vou reparar, ao meu lado tem algo.E é a a imagem do meu grande amor dizendo: O que você está vendo lá, sou eu.
Mas eu fiquei sem entender, foi ai que eu tentei ligar para minha esposa, pois ela estava viajando, o telefone só dava desligado... Eu resolvi mexer nas coisas dela e procurar algo que nem eu sei o que é. Acabei achando uma carta escrita à Três anos atrás, e acabei descobrindo que a minha esposa, na verdade estava morta e eu estava convivendo o espirito dela .
nesse momento comecei a chorar, me derramei em lágrimas, perdi meu chão.
Caminhando pela casa encontrei uma fita, fui correndo assistir. E lá estava aquela cena horrível ( Eu matando a minha esposa ) Só o que eu não entendia o porque eu achava que ela estava viajando... Comecei a ligar os fatos.
Eu coloquei em minha mente que ela estava viajando, pois eu sabia que isso iria me me fazer sofrer.
Mas eu não sabia o porque eu tinha matado ela.
EU MATEI ELA PORQUE EU TENHO UM PROBLEMA MENTAL, E NÃO POSSO VER NENHUMA CRIANÇA QUE EU A ESTUPRAVA E MATAVA, E TINHA ESTUPRADO E MATADO A MINHA PRÓPRIA FILHA E ELA QUERIA ME DENUNCIAR PARA A POLÍCIA.
Só que depois que eu cometia um ato criminal desses, no dia seguinte eu esquecia tudo.
Depois que eu descobri essa terrível verdade, acabei ficando maluco e me matei .
Confronto da alma a meia noite...
Dicotomias do viver...
Outrora desconhecida
Doravante temida
No final...
Vivida
Os renegados em renascimento – Rafael Rocha
11/11/2012
Encontro á meia-noite partes da minha alma
Devastada pelos atos de minhas mãos
Se deita em ondas leves meu arrependimento
Em meus sentimentos se ausenta o amor
Não há espaço para sinceridade
Onde há o lamento pela verdade.
Me revejo dia e noite em um espelho invísivel
Posso estar cego ou somente incrédulo ao que vejo
Devo criar e seguir convicções reais da minha natureza
Junto á elas devo cair ao avistar de perto a tristeza
Ver de longe minha amada se despedir
E com lágrimas de sangue á lhe fugir.
No mesmo céu dançam os anjos caídos
Arrependidos e voltando á seu pai celestial
Conquistei meu equilíbrio desequilibrando a verdade
Sangrando sob um fardo santo
Com os braços em punho forte armado
Tendo a sombra do mal á minha esquerda
E a auréola dos anjos perdidos do outro lado
Ah, quantos homens nascem pela morte
Quantos anos mais de guerra os aguardam
Seus senhores respeitados pela sorte
Ainda que queiram meu sangue vivo
Darei á verdade mais um lamento
Perder a alma e a vida com honra
Aterrado pelo próprio pensamento.
Um homem renasce cada manhã
Quando a chuva cai o céu os renega
E voltando á sua casa e fria terra
Todos os dias há de chover
As lágrimas de sangue de minha amada
Que não se aprontou para morrer.
Já era exatamente meia noite em meu relógio, cheguei em casa muito cansada depois de um longo dia de trabalho e com muita dor de cabeça devido a várias bebidas que bebi em um bar logo próximo ao meu trabalho,me olhei em frente ao espelho e tirei meu vestidinho preto básico,tirei minhas jóias e logo depois tirei minhas peças íntimas.Fui caminhando até o banheiro para pegar meu roupão,o tempo estava frio, o vento batia em meu corpo me fazendo arrepiar logo tratei de colocar logo meu roupão. Coloquei meu roupão e me sentei na poltrona, observando a lua cheia e em volta as estrelas em uma harmonia perfeita, fiquei ali pensando um pouco em minha vida que resumia a trabalho, solidão e bebida. Uma vida monótona. Estiquei meu braço, peguei na mesinha um copo de Whisky coloquei um pouco da bebida no copo e comecei a beber calmamente,olhei pros lados e peguei meu celular pensei em ligar para ele mas a essa hora ele estaria dormindo e eu não iria incomodar ele mesmo sentindo uma falta imensa.Afastei meus pensamentos tristes, me levantei da cadeira porque já estava sentindo meu corpo cansado e tomei um longo banho quente logo após fiz minhas higienes, coloquei um roupa íntima e dormi. As vezes não falamos o que sentimos e acabamos perdendo as pessoas por falta de palavras que não foram ditas. Saudade não é motivo para trazer ninguém de volta, se lembre.
Meia noite em Paris (Baseada no filme)
A meia noite um homem sai às ruas de Paris
Tentando realizar um sonho antigo
Sonhando com aquela cidade fantástica
Sonhando com suas próprias histórias não contadas.
Vive infeliz em um lugar onde não há o romance e o calor de Paris...
Ah, doce Paris, lugar que o amor surge e ressurge.
Com o toque de delicadeza e suavidade
Ao conto das palavras de apaixonados que fazem qualquer sacrifício por um amor verdadeiro.
Mas tem algo errado
Um amor fictício-real e um real...
Ele queria ir para outra época, com sua amante.
Mas ela queria voltar a outro século e ser feliz.
Agora está sozinho
Nem mesmo suas histórias podem confortá-lo
Pensa no que fazer de sua vida e com sua futura esposa.
Após traição separa-se
E na cidade dos enamorados
Vive um homem confuso e atordoado.
Ao olhar para um vazio em Paris
Encontra uma moça simples e simpática
No qual conversou outro dia ao querer saber mais de sua amante.
Sim, é ela que sem se sobressair muito.
Conseguiu conquistar o coração desse escritor
Apaixonado por ser o que verdadeiramente o que é.
"Era meia-noite e trinta e seis, eu disse: Te amo, te quero... Não solte minha mão jamais! Não, não, não solte! M2"
Sol da Meia Noite
Foi naquela noite que um raio de luz cortou pela primeira vez a escuridão
Entrou através da janela, rasgando a solidão
E de repente, um breve instante no tempo
Tudo se transformou
Aurora boreal, as luzes brilharam no céu
Brincamos na neve, e fomos tão longe
Longe de toda a escuridão
Foi naquela noite, ainda em meio às lágrimas, que o tempo parou por um momento
Toda a dor foi suspensa e flutuou como partículas dançando em um raio de sol
O sol, que é você
Invadindo o quarto escuro e frio da minha alma
Pela primeira vez.
No sol da meia noite te amo
até morra seca entre o dia que seca sia vida,
meus amigos mortos, por suas verdades cruas,
mórbido seu ser diante vos me calo
tenho tantas perguntas para que vazio ira responder...
minha ira denota com tua morte ainda assim sim te amo...
reset... recomece, com sua morte
seus sonhos são apenas divisão de bens...
que importou em uma vida inteira...?
Ouço sinos no cio a meia noite e deixo doces queimaduras na tua pele, abrimos uma porta e descobrimos um prédio em chamas cor de abóbora em altas labaredas..."Não há salvação querida então queimemos. Queimemos!" Amanhã partimos cedo para a cidade onde flores nascem sobre terra árida e devastada então deixemos que o fogo consuma tudo querida. Queimemos. Queimemos!
Meia-noite
Deu meia-noite da janela do meu quarto, vejo você passar. Sempre tão linda com aquele brilho nos olhos e aquele sorriso de luar.
Todos os dias o mesmo horário, vejo você passar. Sempre tão discreta, no andar tão bela que parece desfilar.
Todos os dias contos as horas para te ver chegar.
Sempre acompanhada das estrelas e com o brilho do luar.
É fascinante sua presença parece que os Deuses esculpiram o teu caminho apenas para te ver passar.
Tu és a criação mas maravilhosa que esse mundo já criou, beleza igual nesse mundo não há.
Todas as noites olho para o céu e vejo quantas estrelas, quantas constelações.
Comparada às constelações, tua beleza ainda supera tal magnitude, tal esplendor. Acho, que nem a via láctea dessa meia-noite inteira tem tamanho charme e beleza. Não sei se deveria - te contar tamanho feito que tu és afinal sou apenas um admirador. Já admirei tantas belezas imperfeitas, aquelas que ninguém nunca admirou, mas são tão perfeitas.Por vezes as retratei por molduras, poemas, músicas mas na maior parte do tempo dentre as janelas.
Nunca precisei - me apaixonar por nenhuma delas para mostrar tamanha beleza. Apenas acrescentei um colorido num mundo sem cor.
Deu meia-noite da janela do meu quarto, hoje não vou ver cê passar. Irei para outros caminhos novas belezas admirar.
Tua beleza já retratou em meus contos e poemas para sempre me recordar.
Nessa janela não mas estarei, mas outra pessoa irá vela passar.
Mistérios da meia noite eis que surge na luz do luar um homem de preto, que em sua mão esquerda carregava uma espada afiada para se defender de todos os inimigos independentes de serem seus ou não e, na mão direita um coração, não por ter-lo arrancado de alguém, mais para mostrar que da mesma forma que se defende de quem quer que seja, mostra em sua essência a pureza e a fidelidade de um homem de coração humano e de bem.
Perfura-me, noite.
Novamente sentado na mesa de poker, meia-noite e quarenta, ao lado, olhares se trocam em frações de segundos, suor por partes do corpo representam o calor do momento, pensamentos negativos se encaixam, e, por via das dúvidas, ela viria de uma forma tão lúcida como das outras vezes, e desta vez, o valor da sua essência deveria aparecer, mas, o nervosismo tomava conta, aparenta-se que não seria nessa ocasião, depois de alguns minutos, enjaulado no momento, a única saída era ajoelhar-te perante a magia extremamente deslumbrante, e no decorrer, fechar-te os olhos, e apenas aguardar as horas passarem em anos, respeitando-a como um ser magnífico, majestosamente. E por fim, o silêncio vem, livre das correntes levantou-se, aliviado, venceu mais uma vez, mas, aflito por terminar mais uma vez como um covarde.
As vezes penso no Cazuza
por um segundo apreendi a amar...
para meia noite tentei sonhar...
se tem a vida inteira para devorar
momentos que ilusões são meras
no caos da verdadeira alma a tristeza
ganha asas num mundo sem sentido...
pode acha mundo pode cruel,
ninguém compreende que fatos são parte do futuro,
os dias se passam ainda tenho um momento...
que destino se cobra todas dividas sem devolver todas atenções...
nas obras dessa vida temos irreconciliações...
para o qual bebemos a noite inteira,
contas são feitas acordos fechados ainda é madrugada,
nos espaços esquecidos temos o passado decorrente,
meias verdades no caos dos sentimentos...
o tempo te nega tanto,
mesmo quando a chuva lava seus pecados...
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