Medo de Falar
No mundo, o medo de errar é grande, mas com esse medo vem a coragem de vencer e, com tudo isso, os desafios que vêm a encarar continuam monótonos só para quem vive sem ambição!
Diante de uma considerável diferença de idade, por medo, covardia ou insegurança, faz um dos amantes renunciar à união. Aí vem um genial filósofo mundano e rotula como: antagonismo temporal, fincado na pedra da solidão, e o amor, náufrago, penitenciado eternamente no mar do esquecimento.
"Prefiro ser julgado por tentar algo que oferece autonomia do que viver frustrado por medo de arriscar."
Quem tem medo de ideias mirabolantes geralmente é porque carrega dentro de si a frustração de nunca ter tido a coragem de ousar, preferindo se juntar aos corações empedernidos que só sabem desejar o mal de quem tenta voar mais alto.
"O preconceito com o diferente é o mecanismo de defesa automático de quem tem medo da própria mediocridade."
O medo da mudança faz com que muitos prefiram o conforto do erro coletivo à verdade de uma nova ideia.
"O que hoje é chamado de 'loucura' por quem tem medo de arriscar, amanhã será chamado de 'gênio' por quem teve a coragem de fazer."
"Quem precisa diminuir o tamanho dos sonhos alheios é porque tem medo de perceber que os próprios pés não saem do lugar."
"Quem tem medo de ideias grandes prefere o conforto do passado; quem cria o futuro dá espaço para o impensável."
Medo
Meu Jesus Cristo! Eu tenho medo de não saber fazer a tua vontade! Prepara-me para isso! Pois eu compreendo que para fazer a tua vontade, é necessário sofrer de verdade! Pois como tu sofreste, os que te amam, têm também de sofrer. Isto porque não somos do mundo. Por isso o mundo nos persegue.
Ajuda-me a sofrer por ti! Ou mesmo a morrer por amor de ti! Prepara-me para ser capaz de efectuar o meu caminho! Para efetuar o propósito que tens para mim! Eu acredito que se me deres porção dobrada do teu Espírito, eu jamais terei qualquer medo. Naquilo que queres que eu faça, sê comigo! E assim eu jamais falharei! Amém!
- MEDO DO MEDO
Todos os dias eu sigo um caminho.
Por trieiros novos e as vezes por calçadas velhas;
Enquanto ando percebo portas fechadas...
E janelas abertas... Sinto o cheiro do medo.
Vejo pessoas que me espiam...
Pessoas que olham para a rua
E parece que se escondem de tudo...
Outras vezes, parece que buscam inspiração para a vida.
Eu passo devagar, tento adivinhar o que sentem...
São prisioneiras de seus próprios medos?
Ou os seus medos são só do mundo?
Janelas que se abrem e fecham todos os dias;
Por trieiros novos e calçadas velhas.
Ando logo que o dia começa...
Também tenho meus medos;
Não é o medo do mundo.
Sinto o medo de me tornar prisioneiro dos meus medos.
