Medo de Falar
Na rua todos tinham medo quando ele passava sorridente com aquele saco de estopa muito bem fechado, nem sabia para onde ele ia mas muitos olhos medrosos o seguia até sumir na esquina da trilha.
Ele sempre saia de tardezinha quando a noite brotava azulada e devagarinho tudo escurecia deixando as lâmpadas e os postes onde elas acendiam um pouquinho mais claro para quem ia e vinha.
Ao amanher o dia ele voltava com o saco de estopa quase vazio e algumas vezes nem o saco trazia mais debaixo do braço e todos se perguntavam o que estava acontecendo e o que ele tinha naquele saco que todos os dias enchia oculto pela privacidade da sua pequena casinha.
E como lá dentro daquela casa cabia tantas coisas para ele colocar naquele saco de estopa todos os dias? A curiosidade muitas vezes nos faz comportar como idiotas presunçosos mas foi essa mesma curiosidade que me fez seguir o homem do saco naquele dia e decobrir que ele não roubava criancinhas mal criadas como minha avó sempre dizia...na verdade ele era um Emprestador de Ombros! E o saco estava cheinho de ombros amigos que ele emprestava todas as noites para consolar que voltava para casa e encontrava a tristeza...e não tinha nenhum ombro amigo para chorar.
Chamei de amizade aquilo que meu coração tinha medo de chamar pelo nome certo
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Teus olhos me hipnotizam;
Teus cabelos me seduz.
Sua gentileza me levanta;
Seu sorriso me encanta.
Querida, se você soubesse o que você faz em meu coração...
Se você soubesse o poder que tem! Nunca mais iria duvidar do seu valor, segurança e essência!
Dentre todos os poemas que já lhe escrevi, este é o mais sincero.
Pois, neles eu escrevi sobre teus olhos, sorriso, essência.
Mas neste, não somente.
Neste eu escrevo sobre quando percebi, apesar que demorado, que os sentimentos que escrevia não eram apenas admiração;
E sim os sentimentos que despertavam em mim;
O meu enorme amor por você!
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**Escrito em 30/06/2026 as 13:50, em Curitiba, Paraná, Brasil**
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Autor: Gustavo Biazotti
A gente tem medo: medo da vida, medo de nada dar certo, medo do que nos espera, medo de não ser suficiente para nós, medo de não nos encontrar. Em alguns momentos da vida, enfrentamos diversos tipos de medo.
A gente tem medo: medo da vida, medo de nada dar certo, medo do que nos espera, medo de não ser suficiente para nós mesmos, medo de não nos encontrar.
O medo procura nos tirar de circulação.
Mas, se formos capazes de vencê-lo,
conseguiremos alcançar a condição de prudente.
Se me aparecesse um gênio agora e me falasse que eu tenho direito a apenas um pedido, sem medo de errar, Eu pediria você para mim, muitos pediriam dinheiro, outros pediriam poder e alguns pediriam fama, mas para mim o dinheiro sem você não tem valor, O Poder Sem você não tem efeito e a fama Sem você não tem glamour, mas tendo você todas as demais opções não passam de Meros detalhes.
Daltro
“O medo não nos aprisiona pelos caminhos que percorremos, mas por aqueles que jamais tivemos coragem de iniciar.” ( Os`Cálmi)
"Não tenha medo de deixar um sonho para trás. Algumas portas só se abrem quando você tem coragem de fechar outras."
A vida é apenas um véu estendido sobre o invisível; quem aprende a atravessá-lo sem medo descobre que cada gesto, cada encontro e cada despedida são sinais discretos de uma linguagem secreta que o eterno dirige aos mortais.
A tristeza é um espelho que reflete o que a alegria jamais ousou tocar; e, ao contemplá-la sem medo, descobre-se que o abismo também pode ser palco de beleza.
A angústia de morte, na maioria dos casos clínicos, não é medo do fim biológico: é a antecipação tardia de uma vida que foi ensaiada, mas não habitada. O que aterroriza não é a cessação — é a suspeita, que se impõe com força crescente, de que não houve começo verdadeiro; que o sujeito passou a existência inteira num modo de adiamento que se disfarçou de prudência. Quando essa percepção se consolida, o silêncio que se instala não é vazio: é a recusa da linguagem diante daquilo que excede a elaboração, daquilo que, ao emergir, já não cabe em palavras porque nunca foi vivido em atos.
Às vezes a dor, o orgulho, o medo, o cansaço emocional ou dificuldades de comunicação ficam mais altos do que o amor por um período. Mas o amor, se verdadeiro, retoma o fôlego, anadurece e reaparece.
O medo a incerteza e falta de credibilidade na politica do meu pais me faz desmoronar nas minhas duvidas mais crueis.
Livre pra amar sem medo,
mas sábia pra escolher quem fica.
Meu coração é casa…
só entra quem sabe cuidar.
E se o depois da vida for apenas a continuação do que já sentimos aqui, mas sem pressa, sem medo e sem despedidas? Talvez o amor ao próximo seja a única coisa que atravessa tudo — como uma força invisível que nos conecta, mesmo quando não entendemos o porquê.
Há quem diga que o “cupido” nos une como uma magia silenciosa, aproximando caminhos que nunca se cruzariam. Mas, como toda magia, às vezes ela se desfaz… e o que sobra não é vazio, mas aprendizado.
Talvez, na eternidade, o amor deixe de ser paixão e se transforme em algo mais puro — uma amizade leve, sem expectativas, sem perdas. E se tudo isso for uma grande ilusão bonita? Um roteiro invisível que nos guia, colocando pessoas certas em momentos certos.
Nem todas permanecem. Mas nenhuma vem por acaso. Cada encontro deixa uma marca silenciosa que, de alguma forma, nos transforma para sempre.
"A força de quem odeia pedir favores não vem da vaidade, mas do medo profundo de descobrir que o auxílio do outro tinha um preço que a sua alma não quer pagar."
@Suedson_Corey
