Medo de Esquecer

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⁠A consolidação de algo através do medo, não fará com que as pessoas ousem pensar e questionar ...

Inserida por Jeferson-Zahorcak

⁠Meu maior temor não é falhar, mas viver uma vida comum. Não explorar o mundo, não conhecer novas almas, e não poder honrar aqueles que me honraram quando eu mais precisei. Por isso, eu preciso conquistar. E conquistarei. Porque jamais desisti — e nunca desistirei.

Inserida por ViniciusBene

⁠Quando somos jovens o medo pode nos impedir de morrer, mas quando crescemos, o mesmo medo que já nos salvou antes, também nos impede de crescer e prosperar. 08/04/2025

Inserida por pedro_dias_d_f

⁠Aquele momento em que você vibrou sem vergonha, sorriu livre e brincou sem medo de julgamento, ou quando acreditou com toda fé e esperança; ou ainda no momento em que esbravejou, chorou e perdeu o controle: aquela era a sua versão humana mais sincera e refinada. Não, não é maturidade.
O que faz você esconder isso, é o medo, a hipocrisia ou uma doença

Inserida por SergioJunior79

⁠Não existem garantias. O medo tenta prever tudo, quer segurança absoluta — mas nunca é o bastante. Já o amor aceita o risco. Ele não precisa de certezas, porque entende que o controle é uma ilusão. No fim, a diferença está no olhar: com medo, tudo é ameaça; com amor, tudo é possibilidade.

Inserida por hfornazier


"Brasa"



Sinto? Talvez sim.
Mas não como antes.

Havia um fogo em mim,
onde cada emoção era álcool.
Bastava um toque —
e eu explodia em chamas.
Belo, mas perigoso.

Foi assim que me afoguei em fantasias,
jogando horas do meu vasto dia
em cenários que não existiam.
Romance era refúgio
(e cárcere também).

Depois, veio o silêncio.
A dor me acordou.
E o fogo… virou brasa.

Hoje, é morno.
Quase não aquece,
mas também não queima.

Estranho.
Talvez necessário.
Talvez... uma saída, proteção.

Mas sinto falta, confesso
da melancolia que me fazia poesia,
da música suave ao apreciar a vista na janela,
do cheiro da chuva,
da beleza quieta do mundo.

Agora, meus olhos molham,
mas não choram.
A lágrima não escorrega
ela apenas sussurra.
E algo, dentro de mim,
a seca.

No começo, temi.
Temi virar pedra.
Temi nunca mais sentir.
Mas talvez...
seja uma lição.

Nem sempre a vida é sentimento.
Às vezes é fé.
Às vezes é razão.
Às vezes é só... viver.

Viciada em fugas
mundos paralelos de doçura.
Mas um dia doeu tanto,
que eu fui embora dali pra sempre.

Desde então,
sinto tudo mais leve.
Até demais.

Deveria doer.
mas só pesa.
E o medo volta:
e se eu não sentir nunca mais?

Mas talvez...
só talvez...
sentir de forma calma
também seja amar, também seja sentir.

E há esperanças
uma brasa, ainda queima de maneira escaldante
quem sabe torne-se eu novamente uma amante?
dessa vez, sem impulsos
sem extremos.

Inserida por liny_2

"Quem vive pela condição,vive sufocado pelas dificuldades e pelo medo da mudança. Quem vive pela decisão,vive focado nos objetivos, nos resultados e na confiança ."

Inserida por AlessandroOLIVEI

"A ausência de conhecimento dá origem à ignorância; esta conduz à covardia, que se manifesta como medo. O medo, nascido da imaginação, forma com ela um caráter ilusório, distante da verdade."

Inserida por AlessandroOLIVEI

"Onde o saber se ausenta, a ignorância floresce. Dela brota a covardia, que se esconde atrás do medo — um medo moldado pela imaginação. E assim, surge um caráter que é apenas sombra do que poderia ser."

Inserida por AlessandroOLIVEI

"Sem conhecimento, vem a ignorância. Da ignorância, nasce a covardia. Da covardia, o medo — sustentado pela imaginação. O resultado? Um caráter falso."

Inserida por AlessandroOLIVEI

"A falta de conhecimento gera a ignorância, que por sua vez leva à covardia. Esta, então, dá origem ao medo — um medo que depende da imaginação. Juntos, medo e imaginação formam um pseudo caráter."

Inserida por AlessandroOLIVEI

"Entre Fantasmas e Fios”

Nos conhecemos rindo, num grupo de quatro,
amizade primeiro, raízes no raso,
depois, veio o sentir mais fundo,
mas agora me vejo num laço escasso.

Você, com seus fantasmas a rondar,
inseguranças que falam mais alto que meu gesto,
não importa o quanto eu prove,
sua sombra sempre contesta o resto.

Tenho amigos, tenho vida,
mas ao teu lado, sou quase proibida.
Ciumes de tudo, de todos, de mim,
como se amar fosse me manter assim.

E eu que só queria te ver crescer,
te ajudar a florescer onde te podaram,
mas nesse processo, fui murchando,
enquanto as tuas dores me calavam.

Chorei dias, chorei ontem —
logo após um dia lindo pra mim,
te ouvi dizer que não te apoio…
e senti meu peito ruir assim.

E agora carrego a dúvida cortante:
se me solto de ti, o que será do "nós quatro"?
Será que ao puxar esse fio
desfaço a teia de um laço exato?

Mas sei… se essa rede for de verdade,
ela sobrevive ao que é sincero.
O amor não precisa de prisão,
precisa de espaço pra o que é belo e claro.

Talvez seja hora de me escolher,
de não deixar tua dor virar meu lar.
Porque amar alguém que não se ama
é uma estrada solitária de tentar.

Inserida por Desabrochar

O medo é um termômetro de que precisamos melhorar nossas habilidades e conhecer do que somos capazes.

⁠Ao invés de preocupação pelo meu corpo estar à beira do colapso, não me preocupo com tal estado, e sim com o fato de que não consigo produzir como preciso.

Inserida por monile

Pulseira Escarlate

⁠Eu tenho uma pulseira escarlate
A amo de paixão
Me ajuda com a sensação
Com ela, sou uma modelo de alfaiate
Sou um manequim
O artista me veste de vermelho
Procuro um conselho
Escarlate fica bem em mim?
Te cai muito bem
Coloco meu bracelete vermelho
Olho-me no espelho
Não consigo viver sem
Mas essa cor dói, digo
A encaro como um necessário perigo
Ando aos holofotes
Ganho, de ouro, alguns lingotes
Saio do palco, cansada
Olho minha pulseira, desesperada
O acessório brilha vermelho escuro
Consequência de meu sangue impuro
Que, em meus antibraços, escorre
Em todo meu corpo, uma sensação me percorre
É a calma
Esse é o trabalho da pulseira
Ela, sempre muito ligeira
Sangra, relaxando minha alma
A pulseira é a automutilação
O alfaiate, a pressão
O manequim
Se trata de mim

Inserida por monile

⁠Flores em meu funeral

Não desejos flores em meu funeral. Nunca recebi uma só margarida, porque receberia buquês no meu final? O arrependimento é sempre maior que a gratidão. Sempre só damos valor quando sentimos, à porta, a solidão. Os tempos mudam, os velhos se vão e as crianças crescem. Aquelas pobres almas, completamente esperançosas, se amargurecem. A verdade as atinge como um raio inesperado. Não há carro te esperando, não há uma só escolha própria e muito menos seu destino desejado. Tudo o que há é um mar de incertezas, cercados por uma baía de certezas ainda piores que as dúvidas. A antiga criança percebe que, no sistema que estamos, não somos nós que vivemos nossas vidas. Afinal, quantos adultos tu viste que realmente gostam de trabalhar? Pouquíssimos, pois quando cresce, percebe-se no mesmo lugar deles, escolhe o dinheiro ao invés do amar. Todavia, relembra o que viveu, volte tua infância. Ache o porque escolheste esse caminho: sobrevivência.

Assim as gerações passam pelo capitalismo. Como máquinas, sem nenhum estrelismo. O morto nunca se levanta, com ou sem flores, sua esperança ali descansa. E a morte o toma, silenciosa e mansa. Eu não recebi flores em meu funeral. As dúvidas ainda sim me acompanharam até meu final.

Inserida por monile

Porque ter medo da audiência de custódia se as ações foram todas na base da legalidade.

Inserida por Aldir2023

⁠Coragem é quando o medo não te impede de fazer o que precisa ser feito.

Inserida por ednafrigato

⁠Quando pensar já assusta, é porque o medo deixou de ser alerta e virou hábito.

Inserida por Jeferson-Zahorcak

⁠Lei da rotação

O mar é confuso,
é algo misterioso,
mas mesmo que de medo
não é tão perigoso.

Também tem o sol,
caloroso e intruso,
ele alegra as criancinhas,
e ilumina o mundo.

O sol, porém, tem um defeito,
tem um pouco de obsessão,
sempre que vê o mar,
começa uma absorção.

Vou tentar explicar,
o sol rodeia o mar,
cada raio obsessivo,
é um modo de carinho.

Inserida por c14r4