Medo da Loucura
Covarde nao è aquele que chora por um amor , mas sim aquele que nao ama por medo de chorar. Amor è sentimento duplo que so acontece quando ha esperança, porq amor e dar e receber, mas existem amores traiçoeros, eles parecem amor mas nao sao! Entendeu?? Axo q nao! Use o silencio desta noite e pense no assunto
Acho que nenhum de meus medos será maior do que o de amar. Esse medo já vem relacionado a outro dos grandes medos: o perder. Parece um pacote completo: o perder, o sentir falta, o fracasso do fim, o de não se bom o bastante. O amor tem disso, de nos colocar à frente de alguém, dentro de alguém, da responsabilidade assustadora de querer ser alguém extraordinário ao outro, de ser necessário e reconhecido. Quando o amor não dá certo é incerto o que fica, e o que vai. É triste a princípio, um triste que não se vê o final
Não tenha medo, caminhe, siga em frente, as pessoas se mostrarão o que elas realmente são quando vc menos imaginar.
A beleza da escuridão me encanta. Confesso que me põe medo, certas vezes. Mas é nela onde podemos dormir descansados, refletir com clareza, dançar sem sermos vigiados, chorar sem limites. É no escuro, que o seu lado verdadeiro brilha sem receio.
Enfim consegui romper a barreira do medo e me libertar da angústia e da aflição! Que venha novos tempos, de amor, paz, serenidade e muita felicidade. Deus me perdoe por ser tão dura comigo mesmo, pois em determinadas situações mesmo estando certa sofremos muito mais que aqueles que estão errados!
A sabedoria e o conhecimento tem um desejado efeito colateral, que é desvanecer o medo e a incerteza do nosso viver, permitindo assim manifestarmos nosso melhor potencial.
É patético ser normal.
Me vi cega no escuro, sentando em tudo que é muro, sentindo medo do nada, acordando na madrugada. Não era eu ali, eu não era assim. Adaptei-me ao ambiente, temendo ser diferente e, feito um camaleão, camuflei-me. Estava vazia, igual e normal. Não era eu ali, eu não era assim. Certo seria se eu fosse eu e não um camaleão idiota que tem medo de tudo. Certo seria se eu criticasse o amor quando ele por mim passasse, certo seria se eu subisse no palco e recitasse uma poesia, se eu contasse até dez, cem ou mil quando fosse provocada, se eu cantasse sob o chuveiro quente um inglês embaralhado, se eu inventasse palavras e passasse a usá-las no cotidiano, se eu gostasse mais de mim, se eu sonhasse todas as noites, se eu não entendesse piadas e pedisse pra me explicarem. Se eu ouvisse alguém falar algo e mesmo assim fazer cara de “hã?”, aí seria certo, aí seria eu. Acho que estava cansada demais, transbordando, sem espaço pra fazer/ser diferente. Acomodei-me e camuflei-me. Estava normal, como todos. Aceitando tudo, deixando coisas pra amanhã ou para o mês que vem. Estava igual. Igual e patética. Patética sendo normal. Havia me camuflado tanto que não me via mais no espelho do meu quarto. Não era eu ali, eu não era assim.
Futuro
Amor, hoje é para você
Não se escondas no futuro
Tenho medo de te perder
Separados por um muro
Muito pode acontecer
É a realidade, eu aturo
Preso, não há o que fazer
Mas eu juro
Um dia te ver
Aquela noite pura
Terá de nascer...
Há pessoas que choram, sofrem, se arrependem, sente medo, mas tentam e outras que por medo não tentam. Essas não conseguem nada, não vão a lugar nenhum, não são nada, ... não vivem.
Às vezes uma pessoa pode ser empurrada tão longe que alcança um ponto além do medo, um lugar onde encontra uma estranha paz, onde se é livre para fazer a coisa certa, porque isso pode ser a coisa mais difícil de se fazer.
Sou eu mesmo sonho.
Meu sorriso é segredo, de guardar do que o medo me prende no enredo e o calar desespero. Doem as marcas das falhas, grito calada, suspiro por nada.
Amor quem me diz? Se sou infeliz! O passado me cobra a dívida alheia, me culpa e me aponta o dedo na cara, me xinga, me humilha, me faz de palhaça.
Nascer ou passar, não sei mais pra que! A vida é madrasta, me cospe o medo, me faz pesadelo. Caminhos sem volta, as trilhas da morte, me dizem tem sorte de estar na história. História de quem? Caminho pra onde? Tem volta chegada? Ou mais gargalhadas? Sorrisos maldosos! Ninguém me responde, todos querem me ouvir, pois grito bem alto: Eu quero sorrir, eu quero entender me deixem andar, me deixem cair, me mostrem os erros, me deixem viver!
Criança tão grande, mulher infantil, tem medo de gente, seu nome é sutil, fraqueza que a mostra o quanto é forte, pra chorar e sorrir sem temer a morte.
Os anos se passam as voltas da vida, os rumos tomados, caminho escolhido, destino ou escolhas, veredas e ventos, quer seja o nome, destino ou estrada, da vida que tratam, a vida relata, são todos os mesmos, em busca do nada.
No fim quem me diz quem vence quem perde, pra que tanta marra, pra que tanta espera, o sopro tem pressa, a vela se apaga, o vento que sopra me mostra a verdade,
Sou tudo sou nada, depende de mim, depende da escolha, do certo do errado.
Sou filha do tempo, sou face do espelho, prevalecer é viver, desistir é dizer: Eu sou o desespero.
Se aqui ainda estou, algo me espera, sendo os galhos do trigo, ou as folhas da flor,
Não importa o espinho, não importa a dor, o caminho eu sigo, seja ele qual for.
As veredas são muitas, os sonhos maiores, o coração grita alto querendo vencer, o corpo desiste, o espírito implora, a alma persiste, viver e viver, não vá ainda embora, não quero morrer!
