Medo

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Tenho medo. O que mais sinto dentro de mim é medo. Das maiores até as menores coisas do mundo. Porém, me enxergo como uma pessoa mais valente e corajosa do que quem se diz ser. A razão disso é porque enquanto sinto estes medos paralisantes eu apenas vou e faço o que precisa ser feito. Enquanto os "corajosos" paralizam.
Eu, o medroso sou o verdadeiro corajoso.

Quero alguém que sinta ciúmes de mim. Quero ser importante para alguém e, que essa pessoa tenha medo de me perder.

⁠Tenho medo!
O meu medo é iludir-me com a vida,
e nunca viver.

⁠Nunca tenha medo das coisas que você deseja profundamente fazer.

Sim, eu tenho medo de ser amado. Medo de baixar a guarda, de abrir o peito e deixar alguém entrar onde ainda sangra. Tenho medo de confiar de novo, de acreditar nas palavras, de me permitir sentir… e depois ver tudo desmoronar diante dos meus olhos. Tenho medo de viver algo tão bonito que pareça eterno e acordar, de repente, com o gosto amargo de descobrir que era só um sonho. Hoje eu me escondo na solidão. Não porque ela seja leve, mas porque ela não me surpreende. A solidão não promete, não jura, não diz “para sempre” olhando nos meus olhos. Ela não vai embora, porque ela já está aqui. Prefiro o silêncio frio do meu quarto à dor de ouvir um adeus que ecoa por dentro. E o pior não é só o medo… é a culpa. Ela me acompanha todos os dias, me lembrando que fui eu quem destruiu o que mais amava. Fui eu quem deixou escapar o que me fazia feliz. Carrego esse peso como uma sentença. Eu continuo vivendo, respirando, seguindo em frente… mas por dentro há algo quebrado, e eu sei: fui eu quem quebrou.

Ninja, todos sentem medo! – Eu também tenho medo.
A diferença, - é que o medo nunca me domina.

Muitas pessoas deixam de gostar
com medo de se apaixonar;
Mais eu logo digo tenha medo de nunca
mais poder amar...

UMA CARTA PARA A MORTE


Tenho medo de olhar em teus olhos, mas tenho vontade de sentir o teu beijo frio e o teu abraço gelado, me envolve com tua mortalha, me leva daqui, quero derramar minhas tristezas em teus braços. A vida me fez te desejar, sinto que nasci para morrer, parece que fui feito pra você, quero ir ao mais profundo do abissal, onde ninguém possa me encontrar. Deixa eu lavar tua veste com minhas lágrimas, canta pra mim uma música triste, então deitarei em teu colo e dormirei e não mais acordarei.


Autor: Raone Fonseca

Às vezes eu me odeio por deixar que o amor sempre prevaleça dentro de mim.

Eu tenho medo de me apaixonar. Eu tenho medo de amar.

Conheço esse caminho de flores. Também conheço os espinhos escondidos entre elas. E, de alguma forma, são eles que sempre me encontram.

Eu conheço a dor que existe em amar. Conheço a angústia da espera, o medo da perda e o silêncio que machuca.

Mas, apesar de tudo, continuo acreditando no amor.

Talvez porque o amor seja algo divino. E tudo o que é divino talvez não tenha sido feito para ser fácil. O caminho até ele exige coragem, entrega e, muitas vezes, algumas cicatrizes.

Às vezes eu queria sentir menos. Ser menos intenso. Amar menos.

Mas essa nunca foi a minha natureza.

Então eu sigo... com medo, mas sem deixar de acreditar que, um dia, alguém entenderá que o verdadeiro amor não foi feito para ferir, e sim para cuidar.

Nunca tenha medo de sentimentos que lhe faça bem nem muito menos de arriscar pelo achar que irá dar certo;
Viva, acredite, mergulhe no que você queira e ao submergir tenha força de vontade de ingressar o que te leve adiante;

Se me aparecesse um gênio agora e me falasse que eu tenho direito a apenas um pedido, sem medo de errar, Eu pediria você para mim, muitos pediriam dinheiro, outros pediriam poder e alguns pediriam fama, mas para mim o dinheiro sem você não tem valor, O Poder Sem você não tem efeito e a fama Sem você não tem glamour, mas tendo você todas as demais opções não passam de Meros detalhes.


Daltro

Tenhas medo na hora certa e coragem na hora errada!

N tenha medo de ser desprezado pelas pessoas tenha coragem de ser melhor q seus inimigos...

Eu tenho medo da química que precisa ser fabricada.

Daquelas conexões que chegam com manual de instrução, onde cada palavra é escolhida, cada gesto é calculado, cada demonstração parece uma tentativa desesperada de convencer o coração de que existe algo ali.

Eu odeio esse amor que precisa ser empurrado ladeira acima, como se duas pessoas tivessem que carregar uma montanha nas costas para provar que vale a pena.

Porque o que é verdadeiro não pede tanto esforço para existir.

Não deveria parecer uma apresentação, uma entrevista, uma prova de merecimento. Não deveria ser preciso implorar para que alguém enxergue a beleza daquilo que você entrega.

Existe algo triste em tentar transformar faísca em incêndio usando apenas as próprias mãos. Em soprar uma chama que nunca quis nascer, acreditando que talvez, se você cuidar o bastante, ela finalmente escolha aquecer você.

Mas algumas coisas não são destinadas a queimar.

E talvez a maior crueldade seja perceber que você não estava errado por sentir. Você só estava tentando encontrar profundidade em um lugar onde talvez existisse apenas superfície.

Eu não quero mais a química construída no desespero, a proximidade criada pela insistência, o carinho que aparece porque alguém tem medo de perder e não porque realmente quer ficar.

Eu quero o tipo de encontro que parece uma lembrança antes mesmo de acontecer.

Aquela paz estranha de não precisar convencer ninguém.

De não precisar mostrar mil versões suas para provar que existe algo bonito aí dentro.

Porque o amor que precisa ser forçado pode até parecer intenso, mas no fundo carrega uma pergunta silenciosa:

“Se eu parar de tentar, ainda existe alguma coisa aqui?”

E eu cansei de procurar respostas em lugares onde eu sempre precisei gritar para ser ouvido.

Tenho medo do desconhecido.


Tenho medo da vida.


Tenho medo da morte.


Tenho medo do inferno.


Mas meu maior medo é não conseguir superar meus medos.
Portanto, não temerei nada.

Se quer que um cidadão tenha medo de viver, dê a ele deveres antes de lhe apresentar seus direitos.

Tenho medo...De que o que eu pensei que era verdade, seja apenas uma alucinação passageira...


Oh céus! Me dê seu amor, mesmo que só por um instante...
Como posso estar tão ciente de que isso não ocorrerá?
De que nunca terei sua atenção?


Óh, céus! Me quebro em pedaços,
Sinto algo que não pode ser correspondido,
Uma carta enviada de volta...sem resposta...


Me desespero e procuro me acalmar de baixo dos alámos, que tentam me consolar...
Mas suas ações não colaboram...
Me vejo em um campo de Jacintos amarelos...
Com o céu estendendo seu véu nebulosoe se desperando junto de mim...
Posso estar exagerando,
Atordoada com a esperança de estar realmente alucinando.


Enquanto isso, vago pelo campo de rosas amarelas, procurando resposta em minhas próprias lembranças e reflexões, mas aparentemente essa neblina em meu caminho não vai sair tão cedo e irei me perder nele, me juntando ao vazio de não saber

eu tenho medo. muito medo.
medo de tudo, medo de respirar, medo de sair de casa, medo de ficar sozinha, medo de estar com muita gente, medo de ser amada, medo de ser odiada.

mas o meu maior medo eh que ele me deixe, que ele me olhe da mesma forma que eu me olho e perceba que não vale a pena. que não vale o esforço.

eu sou quebrada, sou traumatizada, sou louca, paranoica, imatura, descontrolada, desequilibrada e mesmo assim ele segue comigo, mas ate quando? ate a que ponto esse amor vai?

um dia, ele vai acordar, vai olhar pra mim e pensar "o que eu to fazendo aqui?" porque eh a mesma pergunta que eu me faço todos os dias.

Eu queria falar tudo o que está engasgado em mim, mas tenho medo de morrer com o vazio que isso vai me deixar.

⁠Tenho medo da maldade disfarçada de bom samaritano.