Medo

Cerca de 4278 frases e pensamentos: Medo

"Quem tem medo de ideias grandes prefere o conforto do passado; quem cria o futuro dá espaço para o impensável."

"Quem tem medo de ousar passa a vida inteira aplaudindo quem teve a coragem de fazer."

Quem tem medo do povo esqueceu que é povo também... ou nunca se sentiu povo.

"Quem tem medo de enfrentar seus demônios nunca vai ser alguém na vida"

Assustadoramente, muitos têm mais medo de perder a vida virtual do que a real!

Tem que fazer valer a pena,
Viver sem medo de tentar.
Quem transforma fé em coragem
Sempre encontra um novo lugar.
Helaine machado

Na arena




O medo tem tamanho e autoridade, no seu histórico pode até invadir os sonhos esquecidos,


Já algumas questões são cobradas impiedosamente pela dor que é o agiota do tempo,


Quando se trata de mais uma identidade revelada é um sinal de que mais um coração solitário foi exposto as sombras da caverna sem esperança,


Esse cenário só muda quando os aplausos na arena silenciam e o medo de cair perde fôlego,


Não precisa ter armadura de ferro e nem uma espada bem afiada para alcançar o que realmente te importa,


Não desvie o olhar, não se perca nas palavras, os gestos bem executados domam feras, eles rasgam caminhos perdidos no meio da encruzilhada,


O que sangra, cicatriza e vira marca da ilusão desnuda quando esbarra no propósito.

Deus fala no silêncio
que o homem tem
medo de manter.
E na bíblia que tem
medo de abrir.

Tem dias em que eu quase
te conto tudo…
quase deixo meu coração
falar sem filtro, sem medo.


Mas eu paro.
Não por falta de coragem —
é porque o que eu sinto por dentro
não cabe em palavras simples.
É muita coisa pra pouco entendimento.


Eu carrego um mundo
inteiro aqui dentro,
daqueles que transbordam
em silêncio…
porque nem todo mundo
sabe ler o que não é dito.


Eu sorrio, brinco, me aproximo…
mas tem partes minhas que ficam guardadas, não por escolha,
mas porque nem todo abraço alcança.
E, sendo sincero…
nem sempre eu quero respostas.


Às vezes eu só queria alguém
que encostasse o coração
no meu e dissesse,
bem baixinho:
“eu não entendo tudo…
mas fico.”
Porque ficar, pra mim,
sempre significou mais do que entender.


Então, se um dia
eu parecer distante…
ou se meu olhar carregar
um peso diferente,
não tenta decifrar como um mistério.


Só chega perto…
com calma, com carinho…
e me abraça como quem escolhe ficar, mesmo sem saber o motivo.
— alguém que sente…
e, talvez, já esteja sentindo por você

⁠A pessoa que tem amor nesta vida, tem muita sorte.
Quem ama nunca sente medo de contar o seu segredo.
Onde a felicidade está? Onde está o amor? O que está errado com o mundo?
O mundo inteiro está viciado no drama e apenas atraídos por coisas que te trazem trauma.
Mas pra que viver fingindo, se você não pode enganar seu coração?
Deixe sua alma levitar para o amor. Você consegue praticar o que prega?
Será que em poucos anos vão perguntar o que era o amor?
Todo mundo está à procura de algo.
Envie alguma mensagem dos céus, oh, Deus.
Pois as pessoas me fazem questionar, onde está o amor? O amor realmente se foi?
Se o amor e a paz são tão fortes, por que há partes do amor que não usamos?
Você não pode ver a floresta estando nas árvores, tal como apaixonado nas veredas do amor.
Eu tenho uma sensação de que hoje será uma boa noite.
Se você nunca conhecer a verdade, então você nunca conhecerá o amor.

⁠Estude! Essa será a maior chance de você vencer na vida, quem manipula o sistema tem medo disso.

⁠Estamos presenciando uma geração que tem mais medo de perder o celular do que a vida eterna.

Quem tem medo de pensar acredita nos pensamentos.

JÓIAS DEVOLVIDAS.
Do livro: Quem Tem Medo da Morte?
de Richard Simonetti.
“Jóias Devolvidas” é um dos contos mais conhecidos e emocionalmente penetrantes da literatura espírita contemporânea. A narrativa apresenta uma reflexão profunda sobre o apego humano, a transitoriedade da matéria e a verdadeira natureza dos vínculos afetivos sob a perspectiva da Doutrina Espírita.
O enredo gira em torno de uma mulher que perde prematuramente os filhos e mergulha numa dor devastadora. Revoltada contra Deus e incapaz de aceitar o sofrimento, ela procura um sábio homem espiritual em busca de explicações. Esperava consolo imediato, talvez alguma fórmula para anestesiar a própria angústia. Entretanto, recebe uma comparação inesperada.
O mentor lhe pergunta se ela possuía jóias valiosas guardadas em casa. A mulher responde que sim. Então ele questiona:
“Se alguém lhe emprestasse jóias preciosas durante alguns anos e depois viesse buscá-las, você acusaria essa pessoa de roubo?”
A mulher responde negativamente, afirmando que aquilo que é emprestado continua pertencendo ao verdadeiro dono.
É nesse instante que surge o núcleo filosófico do conto.
O sábio explica que os filhos não pertencem aos pais em sentido absoluto. São Espíritos imortais confiados temporariamente ao cuidado da família terrestre. Deus os concede por empréstimo sublime para que haja aprendizado, reencontro, reparação e amor. Quando regressam ao plano espiritual, as “jóias” são apenas devolvidas ao verdadeiro proprietário da Vida.
A alegoria é profundamente coerente com os princípios espíritas sobre reencarnação e sobrevivência da alma. Segundo O Evangelho segundo o Espiritismo, os laços familiares transcendem o túmulo, e a morte física não rompe os vínculos do afeto legítimo. O corpo perece, porém o Espírito continua sua jornada evolutiva.
O conto não banaliza a dor materna nem reduz o luto a um discurso frio de resignação. Pelo contrário. Richard Simonetti trabalha a dimensão psicológica da perda mostrando que o sofrimento nasce, muitas vezes, da ilusão de posse. O ser humano acostuma-se a dizer “meu filho”, “minha esposa”, “meu pai”, como se as almas fossem propriedades definitivas. O Espiritismo, entretanto, ensina que ninguém possui ninguém. Todos são companheiros temporários na travessia terrestre.
Há também um aspecto moral extremamente elevado na narrativa. A maternidade e a paternidade aparecem como missões espirituais e não como direitos absolutos. Os pais são administradores de consciências em formação, responsáveis por oferecer amor, orientação ética e amparo moral enquanto durar a experiência encarnatória.
Sob prisma psicológico, o conto toca numa das maiores angústias humanas: o medo da separação. A perda física parece insuportável porque a consciência materialista encara a morte como extinção. Já a visão espírita modifica radicalmente essa percepção. A ausência transforma-se em distância temporária. O túmulo deixa de representar destruição definitiva e passa a simbolizar apenas mudança de estado existencial.
A força do texto reside justamente na simplicidade simbólica da metáfora. As jóias representam aquilo que mais amamos. E quanto mais valiosas, menos realmente nos pertencem. O amor verdadeiro não aprisiona, não reivindica posse e não exige permanência eterna na matéria. Ama sabendo libertar.
O conto também dialoga profundamente com a questão 934 de O Livro dos Espíritos, quando se discute por que criaturas boas sofrem tanto na Terra. A resposta espírita demonstra que as provas dolorosas frequentemente possuem finalidade educativa, expiatória e evolutiva. Muitas vezes, reencontros familiares são breves porque certas almas necessitam apenas de pequeno contato regenerador antes de retornarem ao mundo espiritual.
Richard Simonetti consegue transformar uma reflexão doutrinária em experiência emocional. Não escreve apenas para instruir intelectualmente, mas para tocar regiões profundas da alma humana. Seu conto convida o leitor a substituir revolta por entendimento, desespero por esperança e posse por gratidão.
A verdadeira tragédia não é devolver as jóias ao Céu. A verdadeira tragédia seria jamais ter recebido seu brilho por um único instante sequer.

Fontes:
Quem Tem Medo da Morte?
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
#geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #psicologiaespiritual #doutrinaespirita #mediunidade #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #lei #moral

Têm tanto medo de quem sobe que preferem destruir todas as escadas a ver alguém vencer na vida.

⁠Quem tem medo do inferno vive nele.

O doente tem medo da cura porque aprendeu a sobreviver de paliativos?

Saber que você tem medo de me perder só me dá mais vontade de segurar sua mão com força. Eu entendo que às vezes a vontade de 'terminar com tudo' é só o medo falando mais alto, mas eu não vou a lugar nenhum.
Você me pediu sinceridade, então aqui está a minha: você é a melhor parte da minha rotina. Não se preocupe em ser perfeita para mim; eu já gosto de você com todas as suas manias e contradições. O que me incomoda? Só a ideia de não ter você por perto. O resto a gente resolve conversando, crescendo e aprendendo juntos. Obrigado por ser tão transparente comigo. Eu te vejo, eu te aceito e eu quero estar aqui por você.

O ateísmo é um conto de fadas para quem tem medo da luz

Sem Medo de Dizer


A vida é curta demais para que a gente economize as palavras que têm o poder de salvar o dia de alguém. Precisamos aprender a falar sem o medo paralisante das retaliações, sem o receio constante de magoar por estarmos sendo verdadeiros com o nosso afeto. Dizer o que sentimos, com respeito e transparência, é um ato de libertação. Quando deixamos de engolir os nossos sentimentos e passamos a falar com o coração desarmado, mostramos que o amor é sempre maior do que o orgulho e que a verdade dita com carinho nunca destrói, só edifica.