Me Perdoa mas eu Tentei

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Me disseram que se eu mudasse, tudo ficaria bem, foi a maior mentira que eu já acreditei.

Ser persistente é cair cem vezes e ainda assim dizer: “Eu não terminei”. ⁠

Eu nunca perco. Ou ganho experiência, ou ganho sabedoria. Mas nunca saio de mãos vazias.

Levantar cedo é
dizer ao mundo:
não espero
oportunidades,
eu as crio.

Se até a formiga
tem algo a ensinar,
quanto mais eu
tenho a aprender
com a vida e com
Deus.

Muitos dizem:
"eu e Deus, apenas."
Mas até Jesus
caminhou com doze.

Lágrimas de Cerejeira

Entre sofrimento e humilhação, o meu “eu” chama a minha atenção.
Dúvidas martelam o meu mundo torto e imperfeito, e lágrimas de cerejeira caem sobre mim.

Se pudéssemos enxergar o espírito que somos e o daqueles que estão ao nosso redor, provavelmente o mundo seria diferente.

Entre rodas e asas

Eu olho as rodas girarem e atravessarem o tapete negro e me pergunto: o que fazer para me ver voar?
E as rodas continuam a girar, transformando-se agora em asas no ar, levando-me até o continente do outro lado, para que eu veja as nuvens, o sol e o mar.

Chega a ser encantador me ver assim.
Mas e você?

O meu “eu” de hoje

Sempre que acordo triste, o meu lado poético se afasta.
Sinto-me tomada por uma tristeza semelhante à de um amor que foi embora e não voltou. Então, genuinamente, crio memórias da época em que éramos dois em um mundo de mil e tudo isso contribuiu para o meu “eu” de hoje.

Sem ela eu perco o sono; na verdade, eu nem durmo.

perdoe-me por tudo o que fiz,
eu já me perdoei pelo o que eu não fiz...

SOBRE ESTA ANSIEDADE

Houve um tempo que eu era triste só e infeliz,
Houve um tempo
Que eu era solitário demais pra ser infeliz
Houve um tempo
Que eu era triste demais pra ser solitário.
Houve um tempo
Que eu não tinha mais tempo pra ser só
Hoje não tenho mais tempo pra ser eu...

TORMENTA
Se eu soubesse chover...
Não me molharia tanto.
Se eu soubesse sumir...
Seria só um crepúsculo,
Se eu soubesse morrer...
Não doeria tanto.
Mas porque tanto barulho,
Tanta comemoração,
Se todo dia é esta tormenta...
E me derramo todo,
Se sumo e desapareço
Nesse desalento
Se morro a cada momento...

Há um purgatório em mim,
mil poetas se debatem, gritam, choram
e eu escrevo...
há uma caverna com mil morcegos
e eu me penitencio...

Há um purgatório em mim
Mil poetas gritam,
Choram e se debatem
E eu escrevo...

Há uma caverna
Com milhares de morcegos
E eu me penitencio...

Mil poetas habitam em mim
Muitos deles vem das trevas
Podem ver não tenho estilo
Sou uma espécie de purgatório
Para os seus dias de juízo...

Eu posso te dizer, que a dor de ser assim quem sou, não chega a ser assim um purgatório...

Se eu soubesse chover
não me molharia tanto...

EU, O LOUCO E O ANJO

O louco cata o lixo na tarde
Sem saber porque a tarde se esvai,
O anjo cata o louco no lixo
Sem se importar com o tempo
Eu assobio a sinfonia da eternidade
Porque já fui louco,
Já fui anjo
E agora penso que sou Deus...

Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.

Se algum dia eu sonhar com algo que não for poesia....
Se algum dia os desencantos não me encantarem...