Me Perdoa mas eu Tentei
Por muito tempo, sentimentos como solidão e vazio
dominavam aquilo que eu escrevia. Ainda sou um garoto solitário,
mas agora não dependo apenas da solidão para escrever.
A verdade é que chega um determinado momento em que precisamos crescer.
É necessário deixar para trás velhas feridas; precisamos parar
de cutucar aquilo que nos causou dor. É tempo de respirar.
Tempo de aproveitar as coisas boas que aparecem em nossas vidas,
principalmente os amigos que nos resgatam e nos dão asas.
Meu voo já não é tão solitário;
não me encontro mais no abismo.
Se eu pertencesse um dia a todas as famílias, talvez entendesse a minha?
Se eu visitasse todos os corações, entenderia como está o meu?
Seria necessário morrer para entender que estou vivo?
E, se fosse… será que eu morreria?
Acredito que a pior frase que possa existir é "eu era feliz e não sabia ou éramos felizes e não sabiamos" pois reduz a um passado desconhecido.
Eu não posso fazer nada se o meu 'não' te desagrada. O meu compromisso é agradar a mim mesma. E confesso: isso já me dá um trabalhão danado.
Há dias em que chove em mim. Nesses dias eu já acordo com os olhos molhados e a alegria completamente alagada, sinalizando que é impossível chegar até ela mas, eu não desisto, coloco uma esperança no olhar e sigo. Logo à frente eu sei que o sol voltará a brilhar em mim e a luz de um sorriso inteiro dissipará essa tempestade que se formou nos olhos meus.
Eu acredito que um dos maiores desafios de viver seja ficar cada vez mais forte sem perder a leveza.
Por mais bacana que tenha sido o passado, eu não desejo que ele volte. Mas desejo que o futuro seja ainda melhor, sabendo que o essencial sempre permanece.
Afirmações para momentos de angustia:
▪ Eu não controlo nada externo a mim.
▪ Mas posso controlar como eu me sinto em relação aos acontecimentos.
▪ Eu aceito os fatos, mesmo que sejam incompreensíveis para mim.
▪ Pois confio no Amor de Deus!
“Eu aprendi, em meio à solidão, a amar tanto a minha própria companhia, que permanecer sozinha já não pesa… parece, na verdade, uma excelente escolha. Porque a paz que construí dentro de mim vale mais do que qualquer presença vazia.”
Nas sombras do meu exílio voluntário, eu teço as teias do destino alheio, onde cada sussurro é uma lâmina e cada sorriso, o prelúdio da ruína.
No dia do meu nascimento, eu não apago velas — eu acendo fogueiras sob os pés dos tolos, enquanto meus aliados juram lealdade eterna. Parabéns a mim, o arquiteto do caos calculado.
Eu sou abençoada cada dia mais e mais se vivo obediente. Os pecados, as propostas, as tentações vêm, mas eu te escolho, Deus.
Há coisas que simplesmente não consigo dizer, travam a garganta, mas como eu amaria se você percebesse sem eu se quer tentar dizer.
Re Pinheiro
