Me Perdoa mas eu Tentei
Deus me achou onde eu já tinha desistido de mim. Deus me encontrou no ponto mais frágil e ali plantar-se foi milagre e novo um começo.
Chão rachado guarda sementes, o que parecia fim, tornou-se promessa de fecundidade. Hoje eu sou esse chão.
A solidão me apresentou a mim mesmo e eu fiquei. A solidão pode ser espelho, quem ali nos visita pode ser o próprio eu que ainda havia de nascer.
Deus segurou-me quando eu já não acreditava, mão que sustenta devolve a confiança perdida, nesse amparo recuperei crédito em mim, aprendi a caminhar com novo suporte.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Pintaria o céu com o teu sorriso,
Plantaria paz no caminho dos teus passos.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Te guardaria das tempestades do mundo
e cada lágrima que ousasse cair seria apagada antes de tocar teu rosto.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz.
Te daria um amor que não teme o tempo,
daqueles que crescem na alma e florescem no olhar.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Eu faria do teu abraço o meu destino.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz.
Ronaldo de Jesus David.
Dia - 15: Que compromisso posso firmar hoje com meu futuro?
- Eu firmo um compromisso suave e real.
- O compromisso cria trilhas de sentido.
- O compromisso me alinha ao meu desejo maior.
- O compromisso é pacto com a ação.
- O compromisso renova minha atenção ao caminho.
- O compromisso devolve ritmo e paz.
- O compromisso cultiva o hábito que importa.
Por mais que eu ore para obter uma resposta de Deus se ele silencia é porque ele não quer se revelar mesmo quando queremos conhecê-lo. Ele se manifestará caso queira revelar-se no tempo e na hora dele.
Não é sempre que Deus se revela mesmo quando a presença dele nos parece está em todos os lugares lindos!
Se ele não quiser se revelar nada nos fará o encontrá-lo.
Não há corrente mais pesada que a opinião alheia, e nenhuma delas me conduz, porque eu sou o leme das minhas próprias escolhas.
Marcilene Dumont
Nenhuma fronteira me limita, porque já aprendi a derrubar os muros que eu mesma levantei dentro de mim.
Marcilene Dumont
O mundo só se abre quando eu tenho a ousadia de me abrir para ele,
Entendendo que para ter coragem é preciso estender os braços sem medo de abraçar o desconhecido.
Marcilene Dumont
Manifesto — Marcilene Dumont
Eu sou Marcilene Dumont.
Não fui moldada pela facilidade, mas refinada pela travessia.
Carrego nas entranhas a força que não se anuncia,
mas que sustenta, em silêncio, tudo aquilo que permanece de pé.
Não me curvo ao ruído do mundo desordenado.
Eu me alinho — e, por isso, me elevo acima.
Minha resiliência não é resistência bruta,
é inteligência emocional lapidada pela experiência.
Minha coragem não grita — ela decide.
E em cada decisão, eu honro a mulher que escolhi me tornar.
Eu não busco aprovação — eu sustento presença.
E é dessa presença que nasce o verdadeiro engajamento.
Porque aquilo que é autêntico não precisa convencer,
apenas se revela — e naturalmente conduz.
Minha vida é guiada por alinhamento, clareza e propósito.
E onde há propósito, não há dispersão — há direção.
Na mentoria, não entrego respostas prontas.
Eu ativo visões, elevo padrões e reposiciono destinos.
Eu não sigo caminhos comuns.
Eu crio espaços onde o extraordinário se torna inevitável.
Sou feita de profundidade, elegância e decisão.
E é por isso que permaneço acima — não por acaso, mas por essência.
Eu sou Marcilene Dumont.
E tudo em mim comunica força, direção
Na Alemanha, eu aprendi que a vida não se define pelos erros, mas pela forma como escolhemos nos reconstruir depois deles. Entre acertos silenciosos e recomeços discretos, descobri uma força que não se anuncia — se prova.
Ali, entendi que é possível levantar dos próprios escombros sem precisar esconder as quedas. Que recomeçar não exige ter tudo, mas ter decisão. Que firmeza não é dureza, é clareza de quem sabe onde pisa.
Aprendi a me posicionar, a sustentar minhas escolhas e, principalmente, a viver de um jeito que fala por si — não pela perfeição, mas pela coerência. Ser exemplo deixou de ser um ideal distante e passou a ser uma prática diária, construída nos detalhes, nas atitudes, na constância.
Essa foi a lição que ficou: não importa o ponto de partida, nem os desvios do caminho. Sempre existe a possibilidade de reescrever a própria história — com dignidade, consciência e verdade suficiente para que outros também encontrem direção.
Marcilene Dumont
A vida deixou de ser apenas reação.
E passou a ser construção.
Eu comecei a escolher mais.
A sentir mais presença.
A viver com mais consciência.
