Me Perco dentro da Saudade
Desistir? Pensei, sim… muitas vezes. Mas continuei, porque dentro de mim vive a força d’Aquele que me sustenta mesmo quando tudo desaba.
Primeiro olhamos dentro de casa, dentro de nós, antes de desviarmos o olhar para os outros. Enquanto estivermos propensos a achar que todos erram pra minimizar os nossos erros, nunca estaremos direcionados a aprendizagem assertiva.
Essa política brasileira é tão corrupta que é capaz até de criar várias empresas de fachada dentro de uma estatal, sem que ninguém veja, e se alguém ver, finge que não vê.
Encontrar um planeta habitável neste universo sem fim, é como procurar uma agulha dentro de uma tempestade de areia no deserto do Saara.
É preciso ter mais do que paz dentro de si,
É preciso ter um caos que te mova à algum lugar,
A paz é preguiçosa, um fardo silencioso, o comodismo diário, o sossego que esconde a agitação.
A paz é cega, ela é o enaltecer da desigualdade, o permitir da dominação.
A paz é o silenciar dos homens e mulheres , é o consumir da carne, é abraço sem toque , o sentir sem sentido.
Nos fizeram acreditar na paz , enquanto nos matavam na guerra.
A paz é o Brasil coberto de sangue e pintado de verde e amarelo.
E se eles enxergassem você como eu a enxergo?
E se eles enxergassem o que eu enxergo dentro dos teus olhos?
E se eles se perdessem em teus sorrisos como eu me perco?
E se todos eles te conhecessem como eu há conheço?
E se todos eles tivessem provado dos teus beijos como eu provei?
Ufa...
Que sorte a minha não é?
Não tenha medo de mergulhar dentro de si mesmo... se tiver coragem de se apresentar com verdades certamente não irá se afogar!!!
Quanto mais profundo você tem coragem de ir dentro de si mesmo, mais você se liberta do que te aprisiona. Então, seja livre e não tenha medo de se conhecer.
As vezes ficamos do lado de fora... observamos o que há dentro de nós!
Porém, devemos tomar consciência e olhar para o lado de dentro descobrir a beleza que há em se conhecer internamente!
É simples... é como se apresentar a si mesmo!
Aprenda a dizer: estou aqui e amar suas pequenas grandes partes.
Sempre no silêncio de se mergulhar de se estar e em si mesmo morar!
Vá para os braços da Ursa Negra e deixa-a te ensinar!
Nesses momentos de recolhimento e aprofundamento para dentro do nosso Ser podemos deixar claro que somos a conseqüência dos nossos próprios atos. Estamos num processo de escolhas, causas e efeitos, de plantio e de colheita, num plano material e imaterial.
Nossas vidas não está somente ligada ao encarne e desencarne, ligadas tão somente na esfera terrestre, está muito além! Estamos aqui, para aprendermos o que é necessário, para cumprirmos algo que nós mesmo nos incumbimos. Estamos aquí para compreendermos que a força interior está nos conduzindo para dentro, para fora da matéria, para a expansão e conexão com as Leis superiores; para expandirmos nossa Fé.
Quando reconhecemos que a fé que há em nós é maior do que todas as dúvidas, que todo o carma, que todas as adversidades que acontecem, crescemos para um bem maior!
Fé, palavra pequena que traduz a grandeza de acreditar … de ter a certeza que tudo passará, que tudo ficará bem!
Vibramos para um
Bem maior!
Assim, vibramos na certeza de guiar e ser guiado para o Universo Infinito.
Hoje é Dia da Criança, e quero aproveitar esta data para celebrar a criança que ainda vive dentro de mim.
Neste dia, sinto uma vontade renovada de relembrar as partes de mim que muitas vezes ficam esquecidas. Desde que me lembro, sempre adorei as pessoas e os animais.
Nadar, brincar na lagoa, fazer arte, colher frutos, andar de bicicleta, subir em árvores—tudo isso sempre fez parte da minha essência. A criatividade e a exploração eram (e ainda são) minhas melhores companheiras.
Uma das minhas particularidades desde pequena era a liberdade de escolher minhas roupas. Vestir-me de acordo com o que me alegra sempre foi uma forma de expressar quem sou. Acredito que a maneira como nos vestimos pode contar muito sobre nós, e isso sempre me fascinou.
As músicas, as danças e a coberta quentinha em dias frios me traziam um conforto indescritível. Acordar aos domingos com o cheirinho de bolo assando ou receber uma xícara de chá de minha mãe—como é bom relembrar tudo isso! Lembro que não gostava de leite como minhas irmãs; eu já era diferente.
Recentemente, adotei o hábito de beber café sem açúcar e faço questão de comer um bolinho aos domingos. Não é apenas um capricho, mas uma forma de reviver momentos bons da infância. Aceitei que isso faz parte de mim e que não há problema em adorar essas pequenas coisas.
A vida adulta nos faz assumir responsabilidades e, muitas vezes, esquecemos de cuidar da criança que ainda vive dentro de nós. Ignorar essa parte de nós pode criar um vazio difícil de preencher.
Num mundo ideal, sempre que ouvíssemos a vozinha interna nos incentivando a brincar ou explorar, atenderíamos ao chamado. Contudo, com o tempo, as obrigações falam muitas vezes mais alto, e adiamos essas pequenas alegrias.
Uma característica que nunca perdi foi a curiosidade. Sempre tive mil perguntas na cabeça e, até hoje, isso me mantém viva e interessada no mundo ao meu redor. Manter essa curiosidade acesa é uma maneira de alimentar a criança que está dentro de mim; para mim, o tempo nunca é escasso. Não me canso de aprender e de me colocar na posição de aprendiz, pois a humildade de não saber me leva a descobrir sempre mais.
Cresci rapidamente e, como muitos, por tempo demais assumi responsabilidades que não eram minhas e necessidades que não me pertenciam.
Hoje, decido priorizar o que realmente importa e dizer "sim" às minhas próprias necessidades, mesmo que isso signifique dizer "não" a outras demandas. Se não estou bem comigo mesma, será difícil ajudar os outros.
Sei que não estou sozinha nessa jornada. Muitas vezes, nos deixamos levar pela pressão de suportar tudo, e nossa criança interior acaba sufocada, mas isso é uma escolha. Gosto de lembrar: deixar ir quem foi… porque já foi!
Que este post sirva como um lembrete: vamos fazer mais do que alimenta a nossa criança interior e dar-lhe o amor que ela merece.
Giovana Barbosa
Que seu dia seja normal, dentro da normalidade que você espera.
Que nada extraordinário ouse acontecer.
Que nenhuma alegria fora do padrão interrompa essa sequência impecável de normalidades.
Que o céu esteja normalmente nublado ou normalmente azul, mas nunca inspirador demais.
E se algo extraordinário tentar se infiltrar,
Faça de conta que é normal, só para não se empolgar.
Porque, no fundo, a vida adora contrariar o ritual,
E transformar o comum em algo fenomenal.
Enfim, que seu dia seja tão normal que, se fosse mais normal, entraria para a história como o padrão oficial do que é ser normal.
E se, por descuido, a vida tentar ser incrível… finja que é só mais uma normalidade fora do comum.
