Me Disseram
Já disseram que eu não ia conseguir, fizeram de tudo pra me por baixo, tentaram me destruir, mas um guerreiro não desisti, invés de me fazer de vitima, provei que sou um lutador, mas não provei pra nenhum falso, provei pra mim, lutei, vivi, venci e vi, os falsos derrotado, minha felicidade só depende das minhas atitudes e como encaro o mundo, invés de chorar, dei risada na cara da tristeza, pra quem tem força de vontade, as dificuldades se tornam pequenas, e as vitórias gigantes.
Nunca devemos tratar uma mulher mal, me disseram que homens que fazem tal ato não tiveram uma boa criação de casa, mostre seu potencial e prove que vc foi criado por uma rainha para enfim poder cuidar de uma princesa!
ME DISSERAM: SE FICAR O BICHO PEGA E SE FICAR O BICHO COME.
EU Respondir: Se EU resolver ficar e o bicho pegar ,EU o coloco pra correr , e se o bicho tiver com fome EU o mastro como e que se come. Eu determino o desfecho de minha história. BICHO NENHUM ME PÕE MEDO A NÃO SER Os bichos que existem dentro de mim. Esse sim pode colocar os bichos que estão fora pra correr.
O Nosso Amor
Uma vez me disseram
que o amor é cego,
que só existe no começo,
ou que muda com o tempo.
Então fiquei a me perguntar:
o que é isto dentro de mim?
Que sentimento é esse
que alerta o meu coração
e faz meu estômago remexer?
Se não é amor, o que será?
Se o amor é cego,
por que eu sinto tanto
quando te vejo?
Se o amor é só no começo
e muda com o tempo,
por que sinto isso há dois anos?
É um sentimento bom,
que liberta e prende ao mesmo tempo,
capaz de ferir,
mas também de curar.
Se não é amor, o que será?
O nosso amor é diferente,
não esfria, não passa,
não se perde pelo ar.
É único, eterno, é chama que se ver no olhar.
Então entendi:
o amor que sinto por você
não é um amor popular,
é o nosso amor,
um reflexo daquele
com que Cristo amou a Igreja.
É sentir-se amado e amar
Por- Stela Nayra
Me disseram que sentir demais vira ferida cedo ou tarde,
mas eu sempre achei exagero.
Fiquei segurando tudo achando que amor era só coisa bonita,
que não tinha peso, só cor.
Com o tempo fui percebendo
que não tem nada leve no que a gente carrega no peito,
que o coração tropeça em lembrança ruim
e pede pra esquecer, mas nunca esquece.
Tem noite que a culpa vem sem motivo,
fica martelando o que não podia mudar,
e eu fico tentando achar respostas
pra perguntas que já deviam ter sumido.
Amar virou aquela cruz que eu chamo de abrigo
até o dia que começa a doer demais pra esconder,
e tudo que era flor no começo
vira espinho quando ninguém fica pra ver.
Será que estamos vivos?
por Wesley Tomakisrone
Nos disseram que estamos vivos,
mas vivemos presos, dormindo de olhos abertos.
Repetimos rotinas, sofremos dores,
tememos a morte como se ela fosse o fim.
Mas e se for o contrário?
E se morrer for acordar?
E se essa vida for apenas um sonho,
um intervalo entre dois silêncios
um esquecimento e uma lembrança?
Quando dormimos, não sentimos dor.
No sono profundo, tudo cessa:
a ansiedade, o medo, o ego,
só há paz, escuro e ausência.
Talvez a morte seja isso:
um sono sem sonhos,
onde voltamos ao todo,
à origem, à essência.
E a vida?
Talvez a vida seja o exílio,
um aprendizado entre dois mundos,
um teste da alma,
uma chance de lembrar quem somos.
Então, não tema o fim porque talvez o fim seja o verdadeiro começo.
E a verdadeira morte...
é nunca despertar para isso.
TRÊS VEZES AMOR
Disseram que a pessoa certa
Faz a gente amar três vezes
Por ela, por nós mesmos
E pela vida em seus recomeços
E eu me apaixonei por você
Sem freio, sem plano B
Mas cada silêncio seu
Me fez olhar pra mim e perceber
Que o amor não é corrida
Nem prova pra se ganhar
Se não tem quem queira ficar
É hora de me encontrar
Eu ainda desejo você
Mas não vou mais me perder
Em quem não quer dividir o lado
Em quem só me vê calado
Hoje me amo mais do que antes
E aprendi com a dor constante
Que amar também é saber parar
Mesmo querendo continuar
Não é mágoa, nem rancor
Só o fim de um corredor
Que eu corri sozinho por tempo demais
E agora é minha vez de ter paz
Você me ensinou, sem saber
Que amar é mais do que ter
É liberdade, é conexão
E não mendigar atenção
Cansei de esperar resposta
De bater e não ter porta
Hoje eu fecho a minha com amor
E deixo pra trás essa dor
Eu ainda desejo você
Mas não vou mais me perder
Em quem não quer dividir o lado
Em quem só me vê calado
Hoje me amo mais do que antes
E aprendi com a dor constante
Que amar também é saber parar
Mesmo querendo continuar
Se um dia ouvir essa canção
Saiba que eu tive intenção
De te dar o meu melhor
Mas agora é melhor… que eu siga só
Eu ainda penso em você
Mas não deixo mais doer
O amor me ensinou devagar
Que às vezes é preciso soltar
Hoje sou dono do meu passo
E da vida que abraço
Me apaixonei… por mim
E enfim, recomeço assim
Me disseram que a felicidade anda passeando por aí. Certo dia decidi encontrá-la. Saí a andar sem destino, o sol estava tão quente que estava ressecando minha garganta, no cantinho de um quintal tinha uma menina tirando água de um poço. Ela sorriu e me ofereceu. Bebi aquela água fresquinha então perguntei: você conhece a tal felicidade? Ela sorriu e disse: sim, ela anda por aí. Continuei a caminhar, anoiteceu, estava tudo um breu. A garoa gelada caía, meu corpo tremia, foi quando avistei uma fogueira. Aproximei-me. Um velho assava uns pedaços de carne e tinha uma vasilha de café. Ele sorriu e me disse: Venha, sente-se aqui, coma alguns pedaços, tome um café. Também me ofereceu uma manta que sobrava na sua mochila. Passamos a noite ali. Ao acordar, entreguei a manta, agradeci e perguntei: O senhor conhece a felicidade, já a viu? Sim, disse ele, ela é uma moça faceira, muito alegre e chega sempre sem avisar e quando estamos precisando. Ela anda sempre por aí. Agradeci e parti com a certeza de que uma hora dessas eu vou encontrá-la.
Disseram que não poderia vencer as tempestades da vida, mas Deus Caminha ao meu lado diante de qualquer provação. O Todo Poderoso me tornou o sol, o vento e a própria tempestade!
Crie o compromisso de dialogar com a consciência, e as sandices que disseram sobre você jamais te chegarão aos ouvidos.
O Peso das Asas
Eles me deram asas antes de me ensinarem a voar
Disseram: "É dom", mas não falaram do custo
Toda pluma que cresce no escuro
Traz um segredo do que foi perdido no poço
No dorso, uma memória ancestral
De céus que nunca toquei, mas que me chamam
Enquanto meus pés ainda aprendem
O que significa estar preso à lama
Oh, e às vezes sinto o osso dobrar
Sob a graça que não pedi pra carregar
Esta beleza que ninguém consegue ver
É o fardo que escolheu nascer em mim
E esse é o peso das asas
Uma âncora de luz, uma algema de ar
O preço de nascer com o céu nos ombros
É nunca saber onde o chão vai estar
É o peso das asas
Um chamado secreto que só a dor traduz
Carregar o paraíso nas costas
E esquecer como se voa de uma vez por todas
Há dias em que as penas são véus de chuva
Outros em que são lâminas ao sol
Cada vento que passa parece sussurrar:
"Você foi feito para o alto, então por que esse arrebol?"
E aprendi a disfarçar a curvatura
Da coluna que sustenta esse fado
Sorrio levemente, como quem carrega
Apenas um pensamento, não um destino dobrado
Já tentei arrancá-las no silêncio da noite
Mas elas sangram luz, não sangue
E na ferida aberta, eu escuto
Uma canção que só se canta quando se sofre o peso
De ser diferente
De ser mais e menos, ao mesmo tempo, para sempre...
E esse é o peso das asas
Uma âncora de luz, uma algema de ar
O preço de nascer com o céu nos ombros
É nunca saber onde o chão vai estar
É o peso das asas
Um chamado secreto que só a dor traduz
Carregar o paraíso nas costas
E esquecer como se voa de uma vez por todas
Talvez voar nunca tenha sido sobre o ar
Mas sobre aprender a caminhar
Com o céu inteiro nas costas
E ainda assim...
...não desmoronar
Não desmoronar...
Apenas sentir a brisa
E chamá-la de lar.
Um dia disseram a um trabalhador assalariado; você trabalha tanto, a sua família é mais importante. E ele respondeu: a família é muito importante porém o trabalho é mais importante na vida de qualquer pessoa porque sem o seu trabalho você não tem nem família. Vai ser abandonado e ficará sozinho e sem teto.
CADÊ
Já me disseram
Que preciso
Tomar juízo
Mas cadê.....
Onde encontro
O tal Juízo...
É de comer ou de beber?
Ou é para ser vestido?
Sabe que ainda não sei!
Vou procurar saber....
Acho que perdi esse trem
Quando teus olhos fitei
Por Ti, Apaixonei-me..
O verdadeiro amor e a saudade, são dois sentimentos que não tem medida.
Um dia me disseram que eles são do tamanho do céu.
Ah se eu soubesse o tamanho do céu...
eu ainda diria que são bem maiores...
Disseram que eu deveria ser firme, previsível, inteira.
Mas escolhi ser movimento.
Entre certezas prontas e verdades impostas, prefiro a dúvida que ensina e o caminho que se refaz.
Não carrego o passado como âncora, nem o futuro como promessa.
Aprendi que existir é atravessar, não permanecer.
O erro me molda mais do que o acerto, porque nele há aprendizado, humildade e humanidade.
Não busco aplausos, nem lugares de destaque.
Meu valor está na travessia silenciosa de quem entende que chegar nem sempre é o objetivo.
Há beleza em não possuir, em não reter, em não se prender.
Enquanto o mundo cobra perfeição, escolho transformação.
Enquanto pedem raízes fixas, escolho asas conscientes.
Desapegar não é descuido, é maturidade.
É saber que algumas coisas passam porque cumpriram seu papel.
No fim, não sou feito de certezas,
sou feito de escolhas.
E a mais honesta delas é continuar mudando.
Disseram-me uma vez...
Ódio tem 4 letras, mas amor também tem.
Mau tem 3 letras, mas bem também tem.
Mentira tem 7 letras, mas verdade também tem.
Triste tem 6 letras, mas alegre também tem.
Feio tem 4 letras, mas belo também tem.
Fraco tem 5 letras, mas forte também.
Não tem 3 letras, mas sim também tem.
Longe tem 5 letras, mas perto também tem.
Nada tem 4 letras, mas tudo também tem.
Assim é o que permitimos entrar em nosso coração que mudará o estado da nossa alma.
Nunca é tarde, enquanto o sonho não for enterrado
Disseram muitas vezes que ele chegou tarde.
Mas ninguém viu de onde ele veio.
Aos dez anos, não teve escolha. O pai morreu cedo demais e a casa ficou cheia de silêncio, irmãos pequenos e fome. A escola oferecia duas coisas raras: conhecimento e comida. Mas aprender não sustentava a família. Trabalhar, sim. Ele trocou o caderno pela responsabilidade e cresceu carregando gente nas costas antes mesmo de ser cuidado.
Aos trinta anos, mal sabia assinar o próprio nome.
Mas já sabia algo que a vida ensina sem livro: resistir.
Guardava um sonho improvável ser doutor da lei. Parecia tarde demais, diziam. Velho demais, repetiam. Mesmo assim, voltou a estudar. À noite. Cansado. Errando. Recomeçando. Cada letra aprendida era um reencontro com o menino que precisou abandonar a escola. Aos cinquenta anos, chegou onde jamais imaginou. Não venceu o tempo apenas não deixou que ele o vencesse.
Ela também carregava um sonho.
Não desses que se anunciam. Ficava quieto, guardado. Sonhava em criar um projeto social, mas sempre deixava para depois. Até o dia em que viu alguém fazendo. E entendeu que, às vezes, o impossível só precisa ser visto para ganhar permissão de existir.
O sonho nasceu da fome. Na infância, era em um projeto social que ela e a família encontravam a única refeição do dia. Aquilo não virou revolta virou propósito. Quando decidiu começar, não tinha estrutura nem garantias. Tinha memória. Começou pequeno. Cresceu real. Tornou-se o maior projeto social da cidade, alimentando centenas de pessoas diariamente. Onde antes havia escassez, agora havia dignidade.
E existe ainda uma terceira história coletiva, silenciosa, incômoda.
Dizem que o lugar mais rico do mundo é o cemitério. Não pelo mármore, mas pelo que foi enterrado ali: empresas que nunca abriram, canções que nunca foram cantadas, talentos sufocados pela vergonha, projetos adiados pelo medo. Gente que tinha tudo, menos coragem de começar hoje.
O problema nunca foi falta de capacidade.
Foi excesso de amanhã.
Esperaram o momento certo. Esperaram a vida melhorar. Esperaram perder o medo. Esperaram tanto que o tempo seguiu sem eles.
Essas histórias dizem a mesma coisa, de formas diferentes:
nunca é tarde para chegar enquanto o sonho não for enterrado.
Alguns chegam depois de salvar a família.
Outros chegam depois de transformar a própria fome em propósito.
E alguns nunca chegam porque desistem antes de tentar.
O sentido não está em chegar cedo.
Está em chegar inteiro.
Com história. Com cicatriz. Com verdade.
Se ainda dói, é porque importa.
Se ainda pulsa, é porque chama.
E se você ainda carrega um sonho, então ele não pertence ao cemitério.
Pertence a você.
E o tempo certo… é agora.
Me disseram: ''você se parece com a tua mãe". E eu ri... Porque no fundo eu só queria ser pelo menos metade da força, da nobreza e da coragem que aquela mulher é.
