Me Deixa Viver
Como seria bom poder tocar vc...
Sentir que isso tudo é real..
Nao aguento mais viver assim...
Meu Deus isso dói...
Tenho tanto a te dizer..mas me falta coragem...
Como o amor pode machucar tanto?
Se ele é tao puro e vem do coracao ..
As vezes minha alma me pede que pare...
Mas viver sem vc eu nao consigo...
Vc é o ar que eu respiro..
Vc é meu sonho , meu sentido..
E mesmo que eu relute,que eu brigue comigo..
Mesmo assim vc ainda é a dona dos meus pensamentos... vc nunca vai saber..vc nao pode saber.. esse sentimento é proibido..e meu maior segredo..guardado escondido la dentro..bem la no fundo... entre eu e eu mesmo ... mas como nao posso dizer..eu escrevo ...
"Viver desde o coração é viver desde o centro da consciência, naquele 'fundo insubornável' de que falava Ortega y Gasset. Só isso pode assegurar que, na barbárie que nos cerca, o espírito não desaparecerá de todo e a civilização não se tornará a mera lembrança de um passado perdido e irrecuperável."
Se viver do seu jeito, vão achar que você não é normal, e se não viver, também. Por tanto, o melhor a fazer, é ser quem você é.
A vida não é aquela que se vive, mas que ainda se há-de viver, mesmo quando parece já termos vivido tudo.
Eu só sei viver,
com amigos por perto
Eu só sei viver,
fazendo o bem e o certo
Se divertir,
é o meu maior prazer
Na companhia de amigos então,
ta tudo certo pra o melhor acontecer
Mesmo diante do caos, devemos encontrar a alegria de viver. Isso não significa que devemos aceitar a infeliz realidade. A alegria é combustível para resistência.
Viver amarrada a um nobre não seria uma vida de verdade. Eu quero continuar ao lado da minha família. Quero fazer os meus livros. Se eu não puder viver do jeito que eu quero, não vale a pena continuar viva.
E se for preciso, tenha a sensatez de voltar atrás e se desculpar. Afinal devemos viver o mais em paz possível.
Viver é você ser o mais resiliente possível, agindo assim, com o passar do tempo, aprenderá a recuperar-se de todas as feridas que a longa caminhada te proporcionou.
MORTAL VIVER MORTAL MORTE
Conta-me dos mortos, que dos vivos eu já sei
De enxada na mão, da alma que sofre
Chuva que bate forte nos ramos da pobre videira
Nas parras do nevoeiro na serra
De viciosos caminhos de lama
Pois as nossas almas belas assemelham-se
Ao luto negro do amanhã
Por entre os palcos do velho circo
Conta-me dos mortos, pois dos vivos nada sei
Onde perco o trilho do nosso refúgio
Papoilas que voam na tempestade sombria
Deixadas no chão já secas, molhadas
Molhadas de tinta do velho tinteiro
Que sobrevive com pena ou dor
Conta-me dos mortos, que dos vivos pouco sei
No padecer de um vírus que ataca
Em cada abraço, cada beijo, cada aperto de mão
Que tortura o corpo já sem falar na mente
A morte espreita em cada canto do mundo
Em cada esquina na escarpa que me fere os pés
Conta-me dos mortos que dos vivos pouco me lembro
Nesta aflição que enregela o meu canto ou o meu trabalho
Deste vírus mortal que ataca toda a humanidade
Conta-me dos vivos, que dos mortos esses não ficarão esquecidos
Na saudade que já deixam de tantas lágrimas perdidas
De um adeus feito a distância que sufoca a alma
Pois a esperança nasce todos os dias e a fé a todas as horas.
Achou que não conseguiria viver nenhum dia sem o atual ex namorado...
Dois meses depois, se perguntava como é que foi que aguentou ficar tanto tempo do lado daquele babaca!
