Me Deixa Viver
O Eu se permite viver quando abandona a idealização da riqueza material como o ápice da sua maior conquista pessoal.
O Eu se permite viver quando entende que o amor pessoal se constrói com autocuidado.
O Eu se permite viver quando entende que errar faz parte da construção da sabedoria de uma vida sem manual.
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
Pior que viver uma mentira é viver uma ilusão que se sabe que não é uma verdade.
Escrita para viver.
Temos a crença de que podemos experimentar novas experiências todos os dias, mas vivemos em constante releitura.
Nossa vida é uma loucura de acontecimentos, uma neurose de surpresas, uma depressão de esperanças e um temor de mudanças.
Escrita para viver.
“Não é para o que você olha que importa, o importante é o que você consegue ver. Enxergar beleza no comum da vida, perceber a importância na simplicidade das coisas, talvez esse seja o meu maior dom.”
Que seja breve
O nosso sofrer
que seja leve
o nosso viver!
Que seja intenso amor
que seja rápido a dor.
Se não tem como evitar
que coisas ruins venha,
então vamos aprender a lidar
com cada fase que nos sobrevenha.
Realmente no simples ato de plantar, ou seja: respeitar e amar não somente o próximo como também os animais e a natureza, está implícita a razão da vida e da verdadeira felicidade.
Sempre valerá a pena não somente sermos úteis, fieis e ainda por último digno da vida que vivemos e da recompensa que recebemos.
Viver é aprender que nem sempre as coisas são fáceis, nem sempre a vida é do nosso modo, mas viver é o somatório de todas as nossas experiências, sejam elas boas ou ruins!
