Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
Dentro de mim
Busco palavras
Pra representar
O sentimento que
Eu sinto quando te vejo
Será já a paixão
Apenas a admiração
Ou será os dois
Querendo andar
Lado a lado
Descrever isso parece simples
Mas não é
São sensações que acometem
O profundo da alma
E deixam as palavras sem querer existir
Simplesmente por que é melhor sentir
O querer que vem de dentro de mim
"Gente que Ilumina"
Eu gosto de gente bonita —
não da que o espelho aprisiona,
mas da que brilha por dentro
e incendeia o que é bom.
Gente que pensa que faz e faz acontecer
Humilde no andar,
grande no olhar.
Gente que transborda
sem precisar transbordar.
Gente que catalisa sorrisos,
que abraça o vento com leveza.
Ah, se toda gente fosse como essa gente, quão bom seria .
"Brasil ainda tem jeito", bem, se você acredita nisso, então você é mais tolo(a) do que eu, claramente você vive uma utopia cercada de tijolos, arames farpados e câmeras de segurança, isso não é liberdade, isso não é viver. Somos prisioneiros e reféns do "crime organizado", mais organizado que os próprios que deveriam nos proteger. Talvez não estamos vivendo o fim dos tempos, mas o ensaio deles. Ora, se esse cenário é apenas um ensaio, acredito que Não estamos prontos para o verdadeiro caos. O que vemos hoje é a falência de um sistema que, há muito, perdeu o controle sobre si mesmo, um Estado enfraquecido, refém do medo, da corrupção e da própria omissão. O “crime organizado” se fortalece não apenas com armas, mas com a falta de esperança de um povo cansado, desacreditado e silenciado.
Vivemos em uma nação onde a justiça parece cega demais para enxergar o sofrimento e surda demais para ouvir o clamor de quem ainda sonha com dias melhores. A cada sirene, a cada manchete, a cada corpo caído, morre um pouco da nossa fé no amanhã.
E ainda assim, entre ruínas e desilusões, há quem insista em acreditar. Talvez o “jeito” do Brasil não esteja nos poderosos, mas nas pessoas simples, as que ainda ajudam o vizinho, que ainda ensinam, que ainda resistem. Porque se existe algum fio de esperança, ele nasce de quem, mesmo ferido, não desiste de tentar reconstruir.
Teu querer deu-me asas, enquanto eu era apenas metamorfose.
Fez-me desejar teu rosto, antes de sentir o reflexo dos teus olhos nos meus.
E desejar teus lábios, antes de sentir teu sabor
Fez-me querer tuas mãos a buscar meu corpo, desvendando-lhe os mistérios
e desejar teu descompasso, antes mesmo de provocá-lo
E quando escrevo, não sou eu a escrever, mas uma parte do meu ser que até eu mesma desconheço.
Enquanto a tinta se derrama, é outra parte de mim que se inflama, buscando, talvez, o meu próprio endereço.
Quanto vale para um coração pode ser chamar alguém de pai? Eu não sei. Pensar em poder, a essa altura do campeonato, chamar alguém de pai, soa tão estranho quanto rir no funeral de alguém, estranho como rir quando o coração está triste.
Te encontrei quando não te procurava
Eu nem sabia que te buscava
Desejei alguém com seu jeito e seus defeitos
Com a sua desorganização e seu sorriso
tão bobo quanto eu
E que tivesse dificuldade em decorar caminhos
Mas que pudesse fazer parte do meu
Quis suas contradições e sua mania de caos
Alguém para viver o indefinível
Em uma realidade poética e particular
Alguém que me fizesse sentir que o mundo lá fora
É apenas o mundo lá fora
E que o universo inteiro cabe aqui dentro
a cada vez que você me diz “vem”
E eu respondo “vou”
EU NÃO VIM AO MUNDO PARA VIVER NO RASO
PARA GOSTAR DE METADES
OU DOAR-ME SOMENTE UM POUCO
EU VIM AO MUNDO PARA SER INTEIRA
PARA SENTIR O TODO
E MERGULHAR PROFUNDAMENTE
NO MUNDO DOS SERES
E NOS SERES DO MUNDO
EU SOU FEITA DE INTEIRICES
SABORES FORTES E SUAVIDADE
SOU FEITA DE FOME E SEDE
E DESSA VONTADE DE ARDER E PACIFICAR
Eu não vim ao mundo para agradar e atender as expectativas alheias
Eu vim ao mundo pra ser gente
Eu não vim para ser igual, seguir padrões e brincar de faz de conta
Eu vim para viver as coisas como quero
Eu não vim aqui para matar o tempo e esperar grandes coisas para ser feliz
Eu vim para viver o hoje da melhor forma possível
O SENHOR PRÍNCIPE ENCANTADO
Necessito dizer-lhe que:
Eu, realmente, não estou interessada
Em um tipo de cara
Que só chega no final
Trazendo um selinho sem sal
E um tal de “felizes para sempre”
Nunca gostei de cavalos brancos
E outra, gosto mesmo é de beijos ardentes
Senhor príncipe,
Eu não quero ser resgatada no final da história
Pois desejo ser amada durante todo o percurso
Não lhe jogarei minhas longas tranças douradas
Pois amo meus cabelos curtos e vermelhos
Não pretendo aguardá-lo chegar em seu cavalo pálido
Pois eu gosto mesmo é de cores vivas
E não venha tentar calçar-me um sapatinho de cristal
Pois vivo a andar com os pés descalços
E não tente fazer-me reviver com um selinho
Pois não sou de morrer em vida
Moço, a quem descobri tão intenso e sedento quanto eu
A quem a paixão guia e desgoverna vida afora
Moço feito de profundas levezas e amargas doçuras
Apaixonei-me por tuas imagens e por tua figura
E nesse meu modo narcisista de ser
Apaixonei-me pelo meu reflexo refletido em você
Por tuas inquietações e as formas de pacificar
Apaixonei-me por todas os modos de roubar-me o ar
E quanto mais te conheço, mais me vejo
Eu e minha mania de querer legendar a vida. Legendar pessoas. Legendar momentos. Mania de não querer entender que palavras não definem tudo. Por outro lado penso, que mal há em gostar? Quer saber, me permito gostar e ponto!
Em momentos assim
Eu não sei o que fazer comigo
Com a minha impermanência
inconstância
Não sei como nomear
Profundidades ou abismos
Amor pela melancolia
Minhas brechas
Meus esconderijos de mim
Do mundo, não sei
É quase um assombro
Uma escuridão
Meu amor pelo movimento
Minha reinvenção de mim.
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