Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
...Se eu soubesse que aquela seria a ultima vez,
Provavelmente eu teria dito aquele EU TE AMO que tanto ensaiei dizer
Eu devia saber. Eu tinha obrigação de saber, que o fim estava muito próximo... Aliais sempre esteve, desde o primeiro momento, esse romance já nasceu condenado, à morte.
Porque eu não pude viver só um pouquinho mais esse sonho, porque eu fui obrigada a despertar? Droga de orgulho.
Se eu tivesse tido maturidade de entender os sinais, estava tudo muito perfeito, nos ali trancados naquele quarto como se não existisse mundo do lado de fora, lembra-se, você chegou a cantar sutilmente ao meu ouvido, fizemos amor de uma maneira mágica, com muita intensidade, olho no olho... Ah, seus olhos, como eu não percebi que seu olhar me cobrava uma atitude, porque eu tive tanto medo... Como me arrependo de não ter dito o que eu sentia.
Sei que é impossível, mas se eu pudesse voltar atrás, faria tudo diferente. Teria com certeza, cedido ao meu orgulho, descido do pedestal, e me entregado a você não só de corpo, mas de alma e principalmente de coração... Eu teria olhado nos seus olhos e com certeza, assumido meu amor!
Covarde, como eu fui covarde, é claro que você tinha a necessidade ouvir, você já não podia mais viver na dúvida... Desculpa meu orgulho, acabou levando você a renuncia...
Estou sorrindo. Não,você se enganou,eu não estou sorrindo pra você. Você não vai ver isso tão cedo,não de verdade. Eu nem sei se ainda sei fazer isso,sorrir por sorrir. Sorrir por gostar,sorrir por plena felicidade. Começo a pensar que preciso de ajuda. Ei,você ai... Pode me ajudar a sorrir?
Eu finjo. Finjo o tempo todo, finjo pra tudo, finjo para os outros, finjo até mesmo para mim. Quando você fingi tudo fica mais fácil, mais solucionável. É mais fácil conversar se você fingir prestar atenção, é mais fácil ter amigos, agradar, fazer sorrir. Basta só imitar certas ações e não sair do normal. Fingindo, ainda espero perceber que ao fingir mais um sorriso, acabe sorrindo de verdade.
Eu escrevo em tudo, em qualquer lugar. Cadernos velhos,folhas soltas, janelas e principalmente na minha mente. São poucas as vezes em que escrevo para valer, que guardo minhas palavras e minhas frases perdidas. A maioria delas, nem sequer faz sentido,e nem quero. Meu objetivo é me fazer entender minha própria confusão e não colocar outros nela. Mas mesmo assim,escrevo. Escrevo para mim, e não para você. Escrevo sobre mim e daqui a algum tempo, não mais sobre você.
Eu te prometo não só a eternidade,eu prometo te amar além dela. Muito além. Não se preocupe,eu sempre vou estar aqui.
Aprenda a parar!
Sabe, normalmente quando eu vejo esses recados dele ou quando ele chama meu nome,o mais simples ato da parte dele,faz meu coração acelerar
e depois ao perceber que ele vai embora, ficava um bom tempo tentando fazer ele parar de bater feito um louco,como se ele dependesse do outro para viver,mas hoje
foi um ''Oh olha o ele ali'' uma leve aceleração e pronto foi só mandar ''Quieto ai dentro!'' e ele obedeceu ficou quietinho na dele sabendo que ele ja se machucou demais por não conseguir se calar. Hoje, meu coração finalmente aprendeu a obedecer ordens e está ali,quietinho.
Ótimo, você já voltou, destruiu as poucas paredes que eu havia posto de pé. Missão cumprida. Agora pode desaparecer logo? Já está na hora de recomeçar a construir.
- Eu vou lembrar disso e sorrir.
- Ou chorar.
- Por que chorar? Sorrir é melhor.
- Algumas pessoas choram ao lembrar do passado.
- Mas eu vou ter dito adeus.
- Isso é doloroso. Significa perder algo,e você não gosta de perder.
- É.
- Então... isso é motivo para sorrir?
- Não. É motivo para se orgulhar e depois sorrir.
- Qual foi a maior mentira que você já contou?
- Eu te amo.
- Qual foi a maior verdade?
- Eu te amo.
Quem sou eu?Primeiro me diga, quem é você? Se você conseguir fazer isso sem acrescentar ou tirar detalhes,então talvez um dia eu consiga te dizer de verdade, quem eu sou. Por enquanto me defino como um processo em andamento,ainda esperando ser finalizado ao longo do tempo.
“Fingimento”
Vivo fingindo
Todo o tempo não sou eu.
Da vida estou fugindo
Tenho medo de ser seu.
Que me tenha eu quero
Mas meu medo
Não me deixa te pertencer
Por isso finjo, minha imagem adultero.
Fujo do meu fingimento
Já não me reconheço.
Fujo do que sou.
Fujo do meu sentimento.
21/07/2010
“Poesia”
A poesia é meu refugio,
É onde fico pra sair da vida, da realidade.
Na poesia eu me esquivo, e me alivio,
De tudo que me causa fatalidade.
Na poesia conto historias de amor,
Vivo a minha imaginação,
Mesmo sem sentir dor,
Na poesia eu encontro a libertação.
Nas minhas estrofes, saio do vazio
Nas minhas prosas eu me amparo,
Saio do mundo vadio.
Na poesia, do mundo me separo.
Na poesia me abrigo,
Nela encontro asilo,
Na poesia me desligo,
A poesia é meu sigilo.
Nela falo de amor, vida, sofrer...
Pode ou não ser verdade.
Mas a poesia, tudo me faz esquecer.
Mesmo que seja ou não sinceridade.
Com ela, mesmo estando só, não estou...
Na poesia falo da minha saudade,
Falo de tudo o quero ser e sou...
Na poesia eu tenho a liberdade
De falar tudo o que meu coração pensou.
21/07/2010
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