Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
Eu ando meio distante
Mas não é sua culpa
Sinto-me insignificante
Me desculpa
Não vou mais te machucar
Melhor é se distanciar
As coisas que se foram
Irei brindar
Antes que meus sonhos morram
Irei tentar realizar.
Lagrimas servem para regar a alma
Lutas para me fortalecer
Um abraço me acalma
Pena que eu perdi você.
Todos meus vícios eu deixei
Só a solidão que continua comigo
A ela eu me entreguei
Deixei de lado os amigos.
Mantenho sempre meu sorriso
Mas dentro de mim só há lagrimas
Não sei ao certo o que eu preciso
Não sei usar as palavras
Dentro de mim há muita tristeza
Que sempre tento descobrir o porque
Tento encontrar a clareza
Em cada novo amanhecer.
"Sinto falta de quem eu costumava ser, das coisas que eu costumava fazer e da maneira que eu costumava demonstrar meus sentimentos. Eu me tornei uma pessoa que eu temia ser, mas não foi porque eu quis, e sim porque foi necessário. Uma maneira que eu encontrei de evitar mais decepções... Dói ter que ser assim, fria e sem sentimentos, mas eu cansei, cansei mesmo de me importar e as pessoas só pisarem em mim. E o pior de tudo é que eu acabo magoando quem eu amo. Não sei o que é pior, ter me tornado quem eu temia ser ou magoar quem eu amo.
Eu te esqueci. Esqueci aquele habitual friozinho na barriga sentido só de ouvir teu nome por aí. Esqueci do quanto a gente riu até a mandíbula doer, do quanto a gente chorou temendo a perda um do outro… De como a gente se desesperou achando que tinha perdido e de como o alivio foi grande quando percebemos que era só alarme falso. Esqueci de todas às vezes em que você destruiu e reconstruiu meu mundo em questão de segundos. Esqueci de como sua voz fica bonitinha quanto tu tá com sono e de como sua risada me dá vontade de sorrir. Esqueci das vezes que escrevi teu nome no meu caderno e na minha mão. Esqueci de como deixei o mundo de lado pra te por como prioridade… E de como não me arrependi em nenhum momento disso .
Tem pessoas que marcam, outras que rabiscam e outras que rasgam as páginas quando vão embora. E eu? Eu fico aqui esperando outra vir e escrever um novo capítulo.
Um dia minha camisa vai ser seu pijama, minha jaqueta seu cobertor, meu carro nossa casa, Eu vou ser seu anjo e Você minha vida.
Posso ate ser uma "CRIANÇA", mas eu te garanto que faça muitas coisas que um "ADULTO" não é capaz de fazer.
- Eu acordo limpa e durmo suja
Eu acordo suja e durmo limpa
Eu acordo e durmo
Eu sujo e limpo
Eu, suja e limpa.
Eu esqueço e recordo
Eu garganta seca.
Recordo-me dos rostos, dos restos, dos riscos.
Esqueço-me dos mundos, dos mudos, dos mitos.
Seca garganta seca, seca garganta seca
Boca com boca seca, boca com boca beca.
Eu me afasto e me aproximo
Afasto-me dos fatos e feitos antigos
Aproximo-me dos leigos dos loucos dos livros
Chora tristeza cheia
Cheia tristeza chora
Rebeca chora de risos
Risos mal vistos mal lidos. Risos.
- Eu estive pensando e estou perdida em mim e em todos
Eu me arranquei diversas vezes de dentro de mim
Como um vírus maldito e escroto
Eu me contaminei sozinha
Eu sou o meu próprio veneno
E não tenho cura, estou marcada com o meu ponto de fulga
Um ponto quente e frio que arrepia e esquenta
Os músculos a pele e a maldita espinha
Que foi acariciada pelos loucos que me provaram
Eu sou o que ninguém ver o que ninguém pode tocar
Eu sou o podre e o bruto o fraco e o sujo
A linda e a doce que encanta e que se torna maldita
Ao tocar a sua pele ao me misturar aos outros.
- Eu sou a Beca. O Beck. E o baque.
Entre… Fique á vontade
Serei o seu porto. O seu corpo. E o seu ápice.
Quando se for me leve no beck.
Quando chegar me leve pro baque.
E se ficar… Me chame de Beca. Já basta.
- Sou uma poeta analfabeta
E do resto eu jogo aos porcos
E nesse jogo de porcos
Eu sou o resto do analfabeto
De um poeta.
- Quando eu me mostro
É como se eu tivesse dançando
Uma dança rídicula
Para pessoas rídiculas.
- Quando eu me mostro
Eu me mato aos poucos
Pois bem…
Eu também sou uma mulher rídicula
Com vontades rídiculas
Que morre de medo de se mostrar
De mostrar o seu frágil
O seu ponto fraco
Expor o seu rídiculo
Ao ponto de ser rídicula.
- Quando eu me mostro
Na verdade eu não queria me mostrar
Queria permanecer fechada
Como uma concha solitária
Que esconde a sua preciosa esmeralda rídicula.
- Quando eu me mostro
Eu me mato
Ao ponto de ser um ser rídiculo.
"CONVERSANDO COM A FELICIDADE..."
"Eu, à felicidade:
Nobre senhora, possuo as tintas e os pincéis... só me resta a chegada da tela.
Ela, a mim:
Seja paciente, querida, tudo tem seu tempo. Nenhuma espera é em vão e nenhuma 'arte' deixará de ser contemplada... Em breve, ao abrir os olhos, verá que o céu possui mais cores do que o azul que hoje enxerga"
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