Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
Ainda ontem, menino, eu era porreta. Arremessava pedra no infinito, certo de que acertaria o impossível. Me encantava por qualquer menina que cruzasse meu olhar.Tocava campainha e voava, sem jamais olhar para trás.Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,chorava o desprezo do dia,perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.Hoje, me cobro por não ser e por não poder mais ser “aquele menino” que outro fui!
Não foi por falta de vontade.
Muito menos porque eu deixei de tentar.
Eu queria… e queria muito.
Mas simplesmente porque o tempo passou.
Hoje sou uma mulher, não mais uma criança.
E escrevo estas linhas para que você reflita comigo.
Querido(a),
Talvez você também tenha tido um sonho de infância que nunca se realizou. Algo que, naquela época, parecia impossível para a sua realidade — e que hoje já não pode mais acontecer.
Não falo de grandes sonhos que ainda podem ser conquistados. Esses ainda podem se realizar se você quiser e lutar por eles.
Falo de sonhos simples de criança.
Ter uma bicicleta.
Sentar no colo do pai ou da mãe.
Ter um pai.
Ter uma mãe.
Ter fotos de quando era bebê.
Viver uma infância que toda criança gostaria de ter.
Não sei qual é a sua história. Cada um de nós carrega a sua.
Mas aprendi uma coisa com o tempo: algumas coisas não voltam. Alguns sonhos pertencem apenas àquele tempo em que éramos pequenos.
Quando eu era criança, imaginava que os sonhos que não vivi poderiam, de alguma forma, continuar nos filhos que um dia eu teria, filhos que ainda nem existiam.
Talvez fosse apenas uma maneira de o coração encontrar esperança.
Porque, no fundo, a vida também é feita de ausências, de silêncios e de coisas que gostaríamos que tivessem sido diferentes.
Mas isso não é o fim.
Com o tempo, a dor muda de lugar dentro de nós.
Ela deixa de ser ferida e passa a ser memória.
E a vida continua.
Outros sonhos aparecem.
Sonhos de adulto.
Sonhos que ainda podem florescer.
Aprendi também que não devemos comparar nossa vida com a dos outros. Cada realidade é única.
Viver não é deixar que as dores do dia a dia sejam as autoras da nossa história.
Viver é escolher como vamos olhar para o mundo, mesmo depois de tudo.
E, se existe algo que a vida me ensinou, é isto:
Para seguir em frente, às vezes precisamos aprender a olhar para o lado bom das coisas , mesmo quando ele parece pequeno.
Porque, no final, viver também é isso: continuar sonhando, de uma forma diferente
Sensação
Eu me descubro assim, sem rótulo máscaras ou coisas pedaços incompletos sem nexo sem roteiro desenhado no esboço do meu rosto exposto.
Eu me revelo assim, intensidade, transparência feita da essência mais louca ou talvez boba no compasso dessa melodia louca.
Eu me despeço ou recomeço sem nexo faltando um complemento talvez até sem jeito sem preconceitos, sem conceitos, desse jeito ou sem jeito.
Enfim um conjunto de tropeços onde nem sei qual é o começo mas sinceramente, eu gosto desse meu jeito então chega de argumentos e você, ah segue teu rumo, pois não nesse indo seremos amigos, inimigos ou completos desconhecidos.
Amor de Lareira:
Eu sei o que é amar
Eu sei o quão bom é amar
Amei muito mais do que um ser
Chovia
Senti que a angústia me transformava em ácaro
Mas quando senti o amor, tudo foi como lareira
Quando apareceu vossa pintura
O infinito se formou
A felicidade virou palavra-cruzada
Amor de lareira
Circulando dois cantos meus
Rondando mais dois cantos meus
E me cercando em dois elementos
Água e fogo
Na lareira e aquecedor, a relação de um casal
"Embora o mundo acredite que somos tudo o que pensamos, eu acredito que somos tudo aquilo que fazemos; são as nossas práticas que nos caracterizam, e não os nossos pensamentos."
Dinheiro para mim é muito pouco; eu quero é mais, quero pessoas, afetos, sabores, cheiros, melodias, sintonias, silêncios sinceros, andar sem rumo, lugares, ar puro, mato, mar, montanhas, cidades, realidades, histórias, detalhes, momentos, sentimentos, universos, vida.
Eu só queria ser eu mesma quando não tenho mais nada para ser. E ainda que eu não seja, continuo sendo sem querer.
Para alguns eu sou luz. Para outros um conforto em momentos difíceis. E embora eu me ame muito, tem momentos que sou só tristeza.
Meu pai cantava essa música quando eu era criança. Me sentia tão amada e orgulhosa de ouvir ele cantando para mim:
"Quero uma mulher
Que saiba lavar e cozinhar
Que de manhã cedo
Me acorde na hora de trabalhar
Só existe uma
E sem ela eu não vivo em paz
Emília, Emília, Emília
Não posso mais
Ninguém sabe igual a ela
Preparar o meu café
Não desfazendo das outras
Emília é mulher
Papai do Céu é quem sabe
A falta que ela me faz
Emília, Emília, Emília
Não posso mais." (canção de Vassourinha)
Eu desejo que
os seus caminhos
sejam floridos.
Eu desejo que
você sempre sorria.
Meu amor é teu...
E seu olhar
é minha
estrela - guia.
Que o amor seja poesia
com versos feitos de sintonia.
Que o amor seja alegria
que no coração canta em harmonia.
O eu que observa o medo não é o medo.
Quem percebe a mente não pode ser a mente.
Pensamentos e emoções passam, o observador permanece.
Se eu avançar, siga-me
Se eu Recuar, mate-me
Se eu Morrer, Vinga-me
Paz, Justiça, Liberdade,
Preso somos esquecidos
Mortos deixamos saudades..
Mó saudade.. 🏰💭
"Quando me olha com esses olhos, eu já sei.
E quando me beija com essa boca, eu sempre sinto.
Quando me toca com esse toque, eu esqueço o mundo.
E quando vai embora por essa porta, eu quase morro."
Eu te escrevi com cuidado,
como quem escolhe palavras
igual escolhe alianças:
pensando no futuro.
Te dei bom dia com vontade,
puxei assunto, inventei assunto,
sustentei conversa sozinho
como quem segura algo
que já tava caindo.
Você respondeu… às vezes.
Curto.
Frio.
Distante.
E eu ali,
tentando transformar “oi” em história,
tentando fazer de pouco
um quase tudo.
Eu planejei nós
antes de existir “nós”.
Pensei em datas,
lugares,
detalhes que você nunca viu.
Falei com sua irmã,
sonhei alto,
senti fundo.
E você…
online.
Mas não pra mim.
Doía mais imaginar
do que saber.
Doía ver você presente no mundo
e ausente comigo.
Eu me perguntava:
“será que fiz algo errado?”
Mas no fundo eu sabia…
Amor não deixa dúvida o tempo todo.
Então eu parei.
Não de sentir —
porque isso ainda fica.
Mas de correr,
de insistir,
de tentar caber
onde não tinha espaço.
Agora eu respondo,
mas não imploro.
Eu falo,
mas não puxo.
Eu existo,
mas não me deixo de lado.
Porque eu entendi, finalmente:
Eu não era demais.
Eu só tava sendo demais
pra quem oferecia de menos.
E se um dia você perceber
o silêncio que eu deixei…
Vai entender que não foi falta de amor.
Foi amor-próprio chegando.
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