Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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"Se neste instante, essa fosse a minha última palavra, eu diria a você, adore ao Senhor, nada mais importa, nada é mais valioso"

"Eu não falo de Jesus porque mereço, eu não mereço nada, pois sou pecador, porém a sua misericórdia é fiel aqueles que o buscam"

"O dia que eu parar de falar de Deus, então minha vida acabou"

"Eu posso perder tudo na vida, mas que não me falte a fé, porque, sem fé é impossívelagradar a Deus"

"Se você está buscando a sorte, eu vou lhe dizer que ela tem
5 letras... conheço por Jesus!"

Quem disse que eu não sofro? Eu sofro sim, como todos tenho minhas lutas, minhas dificuldades, a diferença é que eu sofro no meu silêncio, "eu e Deus", e quando vou por ai, posso estar moida por dentro, mas visto meu melhor sorriso, levanto a cabeça e caminho sem olhar para trás... Afinal, ninguém precisa saber realmente como estou por dentro, somente eu e Deus. (Priscilla Rodighiero)

RESTAURANDO A COMUNHÃO.


Eu preciso ouvir de novo a sua voz, ó meu Senhor,
eu preciso mergulhar na imensidão do seu amor.


Derrubar esta barreira
que me separou de Ti;
não consigo mais viver sem Te ouvir.


Vim aqui pra Te adorar,
aos Teus pés me humilhar,
quero ouvir a Tua voz,
receber o Teu perdão.


Vim aqui pra Te adorar,
aos Teus pés me humilhar,
restaurar completamente a comunhão.


Eu me encontro ajoelhado,
aos Teus pés, em oração,
e me entrego por inteiro,
corpo, alma e coração.


Eu não posso suportar
a distância entre nós
e não vou me levantar
se não ouvir a Tua voz.


Vim aqui pra Te adorar,
aos Teus pés me humilhar,
quero ouvir a Tua voz,
receber o Teu perdão.


Vim aqui pra Te adorar,
aos Teus pés me humilhar,
restaurar completamente a comunhão.
Cícero Marcos

⁠Já amei um amor que eu jurava ser para sempre. Já chorei por um amor que achava que era o fim do mundo. Mas hoje, encontrei o mais essencial de todos: o amor-próprio. Aquele que nasce quando nos descobrimos, nos permitimos ser... e esperamos, com calma, o grande amor que virá.

⁠"Quero um amor que não precise gritar para ser eterno.”
Eu quero chegar a essa fase de quando você mora com seu parceiro, onde ambos são estáveis, há viagens, cozinham juntos, vão ao supermercado ou às compras, suas roupas estão ao lado das do outro, dormem à tarde sempre que podem ou deixam espaço um fim de semana para passar juntos, onde se sente um alívio sair do trabalho porque você está a caminho de sua casa e lá está a pessoa que te faz mais feliz, onde o amor parece sem fim.
Eu não quero só flores ou palavras bonitas… eu quero aquele amor que fica. Aquele que mora comigo, que divide o cobertor e os sonhos. Que cozinha comigo numa segunda-feira qualquer, que sorri no meio do caos só porque estou ali. Quero as roupas misturadas no armário, os olhares cúmplices no supermercado, o silêncio confortável no sofá. Quero sentir alívio ao sair do trabalho porque estou voltando para casa… e lá está meu porto seguro. Um amor leve, mas firme. Simples, mas imenso. Que não precisa gritar para ser eterno.
Esse é o amor que eu quero. Esse é o amor que eu escolho. Eu não sonho com luxo, eu sonho com paz. Com aquela rotina a dois que parece simples, mas vale o mundo. Sonho com voltar para casa e saber que lá tem alguém que me espera, me entende e me escolhe todo dia. Alguém que vai ao mercado comigo, que divide a louça e os planos. Que me dá colo no cansaço e me faz rir no meio da bagunça.
Eu só quero isso: amor que mora, que cuida, que fica. Porque, no fim, o que a gente mais deseja é se sentir em casa dentro de alguém.

"Eu não quero um amor que venha só nos dias bons, nem que encante só com palavras eu quero alguém que escolha ficar quando tudo estiver bagunçado, que divida a louça, o silêncio e os sonhos, que transforme uma segunda-feira qualquer em lar, e me prove todos os dias, mesmo sem dizer nada, que o amor de verdade é aquele que cuida, que permanece e que faz da rotina o lugar mais bonito do mundo."

Eu sou oito ou oitenta.

Ou é amor de verdade
ou é silêncio.

Eu quis fazer o papel de protagonista e no final fiquei com o de trouxa.

Só me diga o que aconteceu, porque se não eu invento um milhão de situações e em todas elas eu estou errada.

O único medo que eu conheço é o medo daquilo que desconheço.

Para o meu amor subterrâneo
Eu me apaixonei primeiro pela sua voz — no som do rádio, em uma cidadezinha do interior. Tudo era tão estranho, tão encantador. E o mais curioso: o nosso primeiro contato foi bem pertinho da minha casa, num comício de política... (risos). Você me observou tanto naquele dia, mas não me chamou para dançar.
Depois disso, ficou fácil dizer pra mim mesma que eu gostava de você. Mas eu ainda era só uma menina de 13 anos, imatura, confusa. E você, um rapaz de 18. Hoje essa diferença pareceria pequena, mas naquela época era decisiva.
Eu gostava tanto de você, mas a minha insegurança me fazia dizer “não”. Só que, lá no fundo, eu tinha certeza do que sentia. Até que, um dia, meus pais me deram a notícia: íamos embora. E assim, mais uma vez, deixei você ir. Pouco tempo depois, uma colega que morava por perto começou a namorar com você... Eu nunca entendi isso direito. Sempre tive curiosidade. Porque, no fundo, eu sentia — de algum jeito — que você também me amava. Ou algo perto disso.
Fui embora, a 500 quilômetros de distância. Naquele tempo não tinha celular nem WhatsApp. O único meio de escutar sua voz era o orelhão perto da minha casa, onde eu ficava esperando ansiosa pelo sábado. Queria tanto te ouvir de novo... E você, às vezes, nem reconhecia mais a minha voz. Mas eu nunca me esqueci da sua.
O tempo passou, e é claro, eu me apaixonei outras vezes. Namorei, encontrei novos amores. Como você. Conversamos muito na época do MSN. Dividimos histórias, dores, alegrias. E eu esperava — ansiosamente — ver você online, pra te dizer o quanto as coisas estavam difíceis. Mas, em vez disso, eu mentia e dizia que estava tudo bem, que era feliz aqui. Você nem imagina, mas foi meu amigo em um tempo em que eu me sentia tão sozinha. Você me ajudou e nem sabe disso.
Não lembro quantas conversas foram. Nem sei quando elas acabaram. Mas eu sempre desejei, de verdade, que você fosse feliz. E eu sei que encontrou a mulher da sua vida. Acompanho de longe, e vejo: vocês formam uma família linda. E fico feliz por isso. Porque amar, de verdade, é querer o bem — mesmo que não seja ao seu lado.
Talvez eu nunca tenha tido coragem de dizer isso antes. Acho que por isso essa história ficou guardada aqui por tantos anos. Só queria te contar que, sim, você gostou de mim. Mas eu... eu te amei mais. Eu só não sabia como dizer.
Hoje, eu também encontrei o amor da minha vida. Juntos, construímos uma história linda. Mas às vezes, a gente só consegue dizer certas coisas quando sente que pode ser tarde demais. E eu não queria esperar mais. Essa é, talvez, a minha última mensagem para você. E eu precisava que fosse em vida.
Sempre tive vontade de te falar isso. Prometo que nunca mais mandarei. Essa é minha última carta de amor.
Continue sendo feliz. E saiba que, de onde eu estiver, também estarei feliz por você.
Com carinho,
Da menina que nunca teve coragem, mas sempre te amou em silêncio.


Se um dia fizer uma busca na rede, sobre um amor platônico. Que você a encontre aqui. (C)

E pela segunda vez eu fui único apaixonado na história até pensei que ela seria minha verdadeira paixão, mas acho que me enganei novamente.

⁠"Eu respeito tudo, mas incentivo pouca coisa".

⁠Eu ouço tanta insanidade, que tenho certeza, que a humanidade irá se desintegrar na libertinagem.

A Ti, Senhor, consagro o meu caminhar,
Pois sem o Teu amor, onde eu poderia chegar?

Tua força, Pai, é o pão que alimenta e a luz que conduz.
Eis aqui o Teu servo, a serviço da luz,

Que não há de parar, nem descansar,
Até que o último coração Tua Palavra possa abraçar.

A CARTA

Esta é a carta que eu nunca te escrevi
Que nunca te enviei, que nunca vais ler
Mesmo assim eu vou tentar escrevê-la
Escrevo o que nunca te disse e ouviste
O que está guardado, escondido em mim
O que me sufoca, preciso libertar-me
Porque não tenho coragem de olhar-te
Nos olhos, talvez seja covardia minha
Sofro destas malditas insónias que me
Levam de volta à minha loucura, tempo
Em que te deixo sozinho no meio da noite
Talvez seja preguiça ou cansaço ou nada
Sei que te rejeito, que fujo de ti eu sei
Que sim, noites, dias de amor perdidas
Onde os meus olhos inundam-se de lágrimas
Gotas de remorsos, que escorrem na face
Mas a verdade é que eu quero fazer amor
Contigo, ter-te sempre junto ao meu peito
Mas esta louca loucura, que, é só minha
Mata-me, tantas vezes, desculpa esta parte
Doente de mim que sente a falta de ti
Dos teus braços entrelaçados no meu corpo
Da tua mão quente a acariciar-me o rosto
Da tua voz a falar baixinho no meu ouvido
Da tua boca que beija a fogueira dos meus seios
Tantas, tantas vezes pensei em escrever-te
Para contar-te o que sinto, acabo por desistir
Só eu sei as saudades que tenho tuas
A falta que me fazes é insuportável, dolorosa
Escrevo na carta que tenho falta de ti em mim.

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Minha filosofia de vida é muito simples;
- Se você gosta, come. Se eu não gosto, não como, mas quando o garçom chegar eu vou explicar direitinho, como você gosta do seu prato e como eu gosto do meu.
Durante o almoço a gente fala sobre tudo e ninguém pede para o outro provar um pedacinho, só saboreamos a vida, a companhia e o prato.
A vida pode ser uma viagem suficante em um carro com vidros fechados, ou uma aventura deliciosa no mesmo carro, só que com o vento batendo na cara e a gente sentindo o perfume da paisagem.
A escolha é nossa sobre a viagem, o carro não nos cabe escolher.