Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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É incrível como as pessoas esperam que eu seja perfeito para elas, mas paciente com o defeitos delas.

Eu adoro quando nossos olhares se cruzam e, por um momento, parece que você sente algo por mim.

Eu quero segurar a sua mão e ir para o outro lado do mundo para encerrar esse inverno.

Assim como perseguir borboletas ou imaginar nos sonhos, eu sigo os seus traços

Sinta medo, fuja, o destino chega de qualquer jeito. E agora, ele chegou. Ou devo dizer, eu cheguei. (Thanos)

Só eu, só eu amei o amor de meus enganos.

Você me odeia, mas seu ódio não pode igualar-se ao que eu próprio dedico a mim.

não precisava que você dissesse que gostaria de ficar.
mas queria saber da sua boca
se eu era o suficiente
pra fazer
seu peito deitar no meu.

⁠Eu não quero espaço. Quero você. Quero você perto de mim o tempo todo. Na verdade, quero você comigo agora. Eu só quero você, ok? Mande uma mensagem, ligue, mande um pombo-correio, qualquer coisa. Faça o que quiser, mas não me dê espaço.

CANTE LÁ QUE EU CANTO CÁ

Poeta, cantô da rua,
Que na cidade nasceu,
Cante a cidade que é sua,
Que eu canto o sertão que é meu.
Se aí você teve estudo,
Aqui, Deus me ensinou tudo,
Sem de livro precisa
Por favô, não mêxa aqui,
Que eu também não mexo aí,
Cante lá, que eu canto cá.
Você teve inducação,
Aprendeu munta ciença,
Mas das coisa do sertão
Não tem boa esperiença.
Nunca fez uma boa paioça,
Nunca trabaiou na roça,
Não pode conhece bem,
Pois nesta penosa vida,
Só quem provou da comida
Sabe o gosto que ela tem.
Pra gente cantá o sertão,
Precisa nele mora,
Te armoço de fejão
E a janta de mucunzá,
Vive pobre, sem dinhêro,
Trabaiando o dia intero,
Socado dentro do mato,
De apragata currelepe,
Pisando inriba do estrepe,
Brocando a unha-de-gato.
Você é munto ditoso,
Sabe lê, sabe escreve,
Pois vá cantando o seu gozo,
Que eu canto meu padece.
Inquanto a felicidade
Você canta na cidade,
Cá no sertão eu infrento
A fome, a dô e a misera.
Pra sê poeta divera,
Precisa tê sofrimento.
Sua rima, inda que seja
Bordada de prata e de oro,
Para a gente sertaneja
É perdido este tesôro.
Com o seu verso bem feito,
Não canta o sertão dereito
Porque você não conhece
Nossa vida aperreada.
E a dô só é bem cantada,
Cantada por quem padece.

Só canta o sertão dereito,
Com tudo quanto ele tem,
Quem sempre correu estreito,
Sem proteção de ninguém,
Coberto de precisão
Suportando a privação
Com paciença de Jó,
Puxando o cabo da inxada,
Na quebrada e na chapada,
Moiadinho de suó.
Amigo, não tenha quêxa,
Veja que eu tenho razão
Em lhe dize que não mexa
Nas coisa do meu sertão.
Pois, se não sabe o colega
De quá manêra se pega
Num ferro pra trabaiá,
Por favô, não mexa aqui,
Que eu também não mexo aí,
Cante lá que eu canto cá.
Repare que a minha vida
É deferente da sua.
A sua rima pulida
Nasceu no salão da rua.
Já eu sou bem deferente,
Meu verso é como a simente
Que nasce inriba do chão;
Não tenho estudo nem arte,
A minha rima faz parte
Das obra da criação.
Mas porém, eu não invejo
O grande tesôro seu,
Os livro do seu colejo,
Onde você aprendeu.
Pra gente aqui sê poeta
E fazê rima compreta,
Não precisa professô;
Basta vê no mês de maio,
Um poema em cada gaio
E um verso em cada fulô
Seu verso é uma mistura
É um ta sarapaté,
Que quem tem pôca leitura,
Lê, mais não sabe o que é.
Tem tanta coisa incantada,
Tanta deusa, tanta fada,
Tanto mistéro e condão
E ôtros negoço impossive.
Eu canto as coisa visive
Do meu querido sertão.
Canto as fulô e os abróio
Com toda coisas daqui:
Pra toda parte que eu óio
Vejo um verso se buli.
Se as vez andando no vale
Atrás de cura meus males
Quero repará pra serra,
Assim que eu óio pra cima,
Vejo um diluve de rima
Caindo inriba da terra.

Mas tudo é rima rastêra
De fruita de jatobá,
De fôia de gamelêra
E fulô de trapiá,
De canto de passarinho
E da poêra do caminho,
Quando a ventania vem,
Pois você já tá ciente:
Nossa vida é deferente
E nosso verso também.
Repare que deferença
Iziste na vida nossa:
Inquanto eu tô na sentença,
Trabaiando em minha roça
Você lá no seu descanso,
Fuma o seu cigarro manso,
Bem perfumado e sadio;
Já eu, aqui tive a sorte
De fumá cigarro forte
Feito de paia de mio.
Você, vaidoso e facêro,
Toda vez que qué fumá,
Tira do bôrso um isquêro
Do mais bonito meta.
Eu que não posso com isso,
Puxo por meu artifiço
Arranjado por aqui,
Feito de chifre de gado,
Cheio de argodão queimado,
Boa pedra e bom fuzí.
Sua vida é divertida
E a minha é grande pena.
Só numa parte de vida
Nóis dois samo bem iguá
É no dereito sagrado,
Por Jesus abençoado
Pra consolá nosso pranto,
Conheço e não me confundo
Da coisa mio do mundo
Nóis goza do mesmo tanto.
Eu não posso lhe inveja
Nem você invejá eu
O que Deus lhe deu por lá,
Aqui Deus também me deu.
Pois minha boa muié,
Me estima com munta fé,
Me abraça, beja e qué bem
E ninguém pode negá
Que das coisa naturá
Tem ela o que a sua tem.
Aqui findo esta verdade.
Toda cheia de razão:
Fique na sua cidade
Que eu fico no meu sertão.
Já lhe mostrei um ispeio,
Já lhe dei grande conseio
Que você deve toma.
Por favô, não mêxa aqui,
Que eu também não mexo aí,
Cante lá que eu canto cá.

(De Cante lá que eu canto Cá - Filosofia de um trovador nordestino - Ed.Vozes, Petrópolis, 1982)

Eu. Sim, eu mesma.
Sozinha, sem ninguém, sempre serei eu. Eu sou a única que pode julgar a forma como eu ando, o jeito do meu cabelo, as minhas roupas e o meu corpo. A única! Sou eu que irei tomar as decisões pra minha vida, sendo boas ou não. Sou eu, mais ninguém. O resto das pessoas que me julgam, dizem o que eu faço ou deixo de fazer, são apenas pessoas, que sabem o meu nome, e mais algumas coisas sobre mim. O que eu já passei, e os problemas que passo ainda, só eu sei. Por essas e outras, eu vivo a minha vida, da maneira como eu acho melhor pra mim.

Eu gosto de não saber o que está se passando lá fora ...

Não posso voltar para ontem porque lá eu era uma outra pessoa.

Lewis Carroll
CARROLL, L., Alice no País das Maravilhas, 1865

Quero ser melhor do que fui ontem. Melhor do que eu sou, não melhor do que você. Só o melhor que eu possa ser.

Eu não preciso dizer aos outros o quanto eu sou simples, humilde, alegre e espontânea, porque isso eu demonstro com apenas um sorriso...
Eu não preciso dizer aos outros o quanto eu sou amiga, prestativa, companheira e dedicada, porque isso eu demonstro com apenas um abraço...
Eu não preciso dizer aos outros como é a minha personalidade,o meu comportamento,o meu caráter e o meu estilo, porque isso eu demonstro apenas com o tempo...
Eu não preciso dizer nada...absolutamente nada...porque palavras são apenas palavras, são supérfluas,insignificantes...As palavras são soltas pelo ar, se dispersam com o vento,tomam rumos diferentes...As palavras são maldosas, traiçoeiras e misteriosas...
Na verdade eu não preciso dizer a ninguém quem sou eu, eu só preciso que me conheçam pra que compreendam isso.
Portanto, faça e não apenas fale, pois palavras não são como exemplos...
Porque se definir é fácil, difícil é conseguir ser essa definição!

Quando digo "Eu entendo", não significa que eu concorde. Não significa que eu compreendo. Não significa nem que estou ouvindo!

Charlie Harper

Nota: Dois Homens e Meio, Temporada 1, Episódio 7

Algumas coisas voltam. Outras não. E a única lição que eu tiro do meu passado, é que tudo que está lá, teve seu motivo pra não continuar comigo. A vida é muito curta pra sentir remorso por palavras não ditas ou coisas não feitas. E muito menos arrependimento por ter tido coragem o suficiente pra seguir meus próprios impulsos. Então, por todas as saudades boas que eu sinto, agradeço a quem me deu essas lembranças. Porém, os nostálgicos que me perdoem (ou não),mas a minha memória é tão pequena quanto a vontade de olhar pra trás.

Eu posso alcançar a imortalidade: basta não me desgastar.Você também pode alcançar a imortalidade: basta fazer apenas uma coisa notável.

Só eu e você

Foi um momento lindo
Naquele lugar,
Você sorrindo
Começou a me beijar,
Sua boca pequena
No meu ouvido a falar
Te amo te quero,
Não deu pra acreditar,
A brisa caindo
À luz do luar,
Sua pele na minha
Começou a suar,
Senti o coração
No peito disparar,
O tempo parou
Quando você inspirou
Fechando os olhos
E se entregou,
Num abraço apertado,
Num beijo de lado,
Em cima ou em baixo,
Tudo esquentou,
Senti o calor,
Teu corpo meu corpo,
Minha dor sua dor,
Paixão ou amor,
Doces lembranças
Do que se passou,
momento importante
Não dá pra esquecer
Ninguém nos olhando
Só eu e você

Eu adoro cada palavra tua, e não sei como corresponder isso. O teu carinho, o teu jeitinho, tudo em ti me encanta. Até mesmo tua cisma de que eu esqueço de você e tudo mais… Tu é uma menina tão linda, tão fofa, tão amável que dá vontade de só ficar perto, (mesmo longe) todo tempo. É incrível como você consegue arrancar um sorriso de meu rosto facilmente! É incrível como parece que eu te conheço tão bem, mesmo sendo virtualmente e em tão pouco tempo. Eu adoro falar coisas lindas pra você, e receber tudo em dobro, em triplo de ti. E você vem com aquelas palavras doces, fofas sabe, não tem como não gostar de ti. Tudo começou de um modo um tanto “metido” de minha parte, não é? Você estava tristinha, e eu vi no seu tumblr que tu precisava de um conselho. Foi e foi que acabamos nos entendendo a partir daí, bendita seja aquela ask que me fez virar sua amiga! Bendita sejam todas as asks lindas que você me manda, e poxa, bendita seja você, esse doce de pessoa! Eu já gosto tanto de você, minha menininha, meu docinho de coco, haha. Eu confio em você, e sinto que você também confia em mim. É uma amizade linda essa nossa, duradoura. Espero não me afastar de ti tão cedo! Isso é daquelas amizades que duram um tempão. Eu te adoro, amiga.