Me Decepcionei mais Nao quero Magoas

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Por mais lindas que possam ser palavras ditas, elas nunca irão revelar os seus reais sentimentos. Afinal, são só palavras!
Externe!

Depois de você eu nunca mais me apaixonei de verdade.
De mentira, quase todo dia.

Por mais estranho que pareça, suas imperfeições te fazem perfeito. Pois todos são perfeitos de um jeito diferente, um jeito próprio.

Seria mais fácil fazer como todo mundo faz, o milésimo gol sentado na mesa de um bar

E na beleza da paisagem chamada vida, agradeço a Deus por mais um dia vencido. Mais uma etapa concluída, mais um página da minha história escrita... Obrigada, Deus!
Que o dia de amanhã me reserve as mais belas ocasiões e que Deus esteja à frente de tudo, abençoando, iluminando, abrindo caminhos e derrubando barreiras.

Cuidado com o falso conhecimento; ele é mais perigoso do que a ignorância.

George Bernard Shaw
Man and Superman: A Comedy and a Philosophy, 1903.

Nota: O romancista irlandês publicou a expressão na obra "Man and Superman: A Comedy and a Philosophy", em 1903. Porém, ele não é o criador da expressão, pois ela já estava em circulação alguns anos antes.

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Meu único desejo é um pouco mais de respeito para o mundo, que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele - isso é algo que sempre deveríamos ter presente.

Eu adoro a minha pele negra, e o meu cabelo rústico. Eu até acho o cabelo de negro mais educado do que o cabelo de branco. Porque o cabelo de preto onde põe, fica. É obediente. E o cabelo de branco, é só dar um movimento na cabeça ele já sai do lugar. É indisciplinado. Se é que existem reencarnações, eu quero voltar sempre preta.

Carolina Maria de Jesus
Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.

– Qual é a coisa mais corajosa que você já disse?
– Socorro.

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.

Iluminar a inteligência com conhecimento é uma das mais elevadas e dignas aspirações do homem.

⁠Precisamos saber quem somos para que possamos perceber as nossas armas e tornarmo-nos mais fortes, tendo em conta as nossas limitações.

O que o feriu era mais forte ou mais fraco que você. Se mais fraco, poupe-o; se mais forte, poupe-se.

Eu te reconheceria na mais completa escuridão
Se você fosse mudo e eu surdo
Eu te reconheceria em outras vidas
Em outros tempos,
Em outros corpos
E eu te amaria em cada uma delas
Até que a última estrela queimasse em esquecimento.

Último dia do mês

Hoje o barco do tempo deixa para trás mais um mês. Levanta âncora, iça vela e parte para explorar um novo mar. Embora eu não saiba o que vem pela frente, sigo confiante na certeza de que Deus me guiará por caminhos de luz, porque foi em suas mãos que entreguei o leme da embarcação da minha vida. Senhor, traga-me um mês de águas calmas, traga-me um mês abençoado!

DESILUSÃO...
Depois de ter te esquecido,
Nada mais passou a ter sentido,
O que resta agora é uma vida vazia
E uma vida vazia não aproveita momentos,
Não se alegra com a presença de outro alguém,
Não vive,
Simplesmente passa por passar.

"... Acho que esse é o relacionamento mais humano que eu já tive: Só eu sinto, só eu sofro, só eu acho que existe."

Estou aprendendo a apreciar cada vez mais esse tal de tempo, pavor de alguns e aliado indiscutível de outros. O tempo é soberano, irredutível, democrático. Fala, mostra, oferece, retira, instrui, aprimora, seleciona. Ele está sempre por perto, sutil, passando aqui e ali, modificando formas, cores, situações, pessoas. Trabalha silencioso, levando embora o ímpeto, o viço, “aquele” momento, a glória de outros tempos, mas deixa ao alcance dos que se dispuserem a buscar, o conforto da experiência, da sabedoria, da cautela, do auto conhecimento. Pacientemente
ele tenta nos mostrar que os momentos são únicos, que a vida é passagem, que nada nos pertence. Que ninguém é tão insignificante ou tão importante quanto supomos. De uma maneira ou de outra, o tempo acaba sendo o nosso (severo) mestre.
Por vezes, duramente, ele nos retira coisas valiosas para nos fazer simplesmente enxergá-las. Impõe limites, forçando-nos a viver no presente. Noutras, generosamente, nos compensa com oportunidades inúmeras de superação, crescimento e reciclagem, dando-nos espaço e condições para reavaliar (pré) conceitos e valores, de alterar rotas, fazer novas escolhas e até de compensar a leviana juventude. Para os que percebem (e aceitam) a impermanência, surge o desafio, a mudança, novos (e talvez maravilhosos) momentos e finalmente a adaptação, o aprimoramento, a renovação. Um tempo para viver de forma seletiva, em outra velocidade. Um tempo de se vestir de si mesmo. De se ver singular. Um tempo em que o instante vivido basta. Para aqueles que rejeitam a passagem resta a estagnação, o desconforto de um corpo que muda, de uma cortina que se fecha, de uma história que virou antiga.

‎Andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro (a) mas a morte é inevitável, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo(a), há então uma morte anormal. O nunca mais de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter nunca mais quem morreu. E dói mais fundo - porque se poderia ter, já que está vivo(a). Mas não se tem, nem se terá, quando o fim do amor é: never.

Uma coisa é certa, quanto mais profundamente confuso você fica em sua vida, mais aberta sua mente se torna para novas ideias.

Segredos que eu tenho mantido em meu coração são mais difíceis de esconder do que eu pensei

Arctic Monkeys

Nota: Trecho da música I Wanna Be Yours.