Me Decepcionei mais Nao quero Magoas

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Uma mulher que fuja com o amante não abandona o marido, livra-o de uma mulher infiel.

A mediocridade é a arte de não ter inimigos.

Eu não procuro nada em ti,
nem a mim próprio, é algo em ti
que procura algo em ti
no labirinto dos meus pensamentos.

Eu estou entre ti e ti,
a minha vida, os meus sentidos
(principalmente os meus sentidos)
toldam de sombras o teu rosto.

O meu rosto não reflecte a tua imagem,
o meu silêncio não te deixa falar,
o meu corpo não deixa que se juntem
as partes dispersas de ti em mim.

Eu sou talvez
aquele que procuras,
e as minhas dúvidas a tua voz
chamando do fundo do meu coração.

Quando eu era moço observei que nove das dez coisas que eu fazia fracassavam. Como não desejava fracassar, eu trabalhava dez vezes mais.

Se você pensa que pode, você pode. E se você pensa que não pode, você está certo.

Puxar em comum, mas não pensar em comum.

Não há nada que recebamos com tanta relutância como os conselhos.

Criatividade sempre significa fazer o não familiar.

Se um homem não faz novas amizades à medida que avança na vida, ficará logo sozinho. Um homem, senhor, deveria manter as suas amizades em contínuo restauro.

Aquele que não tem ciúmes, até mesmo das calcinhas da bem-amada, não está apaixonado.

Quanto a lisonjear a multidão, juro que não posso! O povo está no alto, a multidão está no fosso.

Falar amavelmente não fere a língua.

Podemos tentar evitar de fazer escolhas através de não fazermos nada, mas mesmo isso é uma decisão.

A meta de uma discussão ou debate não deveria ser a vitória, mas o progresso.

Antes não se imaginava o que agora é provado.

Quando não podemos gozar a satisfação da vingança, perdoamos as ofensas para merecer ao menos os louvores da virtude.

Podemos pretender ser quanto queiramos; mas não é lícito fingir que somos o que não somos.

O perigo não está na multiplicação das máquinas e sim no número cada vez maior de pessoas habituadas, desde a infância, a só desejar o que as máquinas podem dar.

Os desejos humanos são infindáveis. São como a sede de um homem que bebe água salgada, não se satisfaz e a sua sede apenas aumenta.

Não há amor como o primeiro, mesmo que esse primeiro seja o último.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, 1992