Me Ame quando eu menos Merece
A questão não é ligar para o que as pessoas falam ao seu respeito, e sim descobrir quando elas estão certas ou não!
Só me contentei
Quando beijei o teu sorriso!
Não quis lábios...
Quis dentes...
Lábios tremem nos choros,
Mas os dentes,
Esses se agigantam nos risos...
Queria beijá-los
Para agradecer
Para bendizer
Aquilo que me contenta:
O teu (meu) sorriso...
Por que é mais fácil escrever do que falar? A resposta é simples, quando escrevemos pensamos primeiro. Quanto ao falar, muita vezes as pessoas não pensam para falar.
Quando você se expõe, faz lembrar um produto. Produtos tem preço, e humanos com preço não tem valor nenhum.
Não gosto de jogar,mais quando tentam jogar comigo
Jogo o jogo que propoém a mim...
Quer ouvir verdade?
Ou prefere a mentira?
Quer que eu me omita?
Ou quer que eu abra o jogo?
Quer que eu seja fria?
Ou quer que eu seja quente?
Quer que eu poste em meus estatus?
Ou quer que eu os esconda?
Quer rir comigo ?
Ou chorar?
Melhor pensar...Muitas vezes andar só
é uma grande e a mais viavél alternativa.
Não queira e nem peça a mim pra não
chorar.
Não me peça pra olhar pra trás.
Não me peça pra ser indiferente.
Pois a frieza e a indiferença,matam.
E eu a muitos,luto por VIVER...
E viver Feliz!!!
De tanto serei fiel ao seu amor
quando estivermos num tormento
separados por um momento
mesmo assim, serei sua meu doce conquistador
E que aparecam novas criaturas
paixoes arrebatadoras
e historias promissoras
mas nao troco o que temos, por uma fugaz aventura
O "Felizes para sempre" existe pra nos dois
que gozamos o agora
sem inquietar-nos com o depois
Entao, nao duvides nunca do que sinto
amo com intensa veracidade
'E veras, nao minto
Quando todos duvidam de sua capacidade, não é hora de ficar cabisbaixo, é hora de arregaçar as mangas e mostrar a todos que estavam errados.
Alma
Quando não se conhecia, estranhava.
O silêncio era tão carregado de palavras que causava espanto
Ninguém as escutava
Gritava o tempo todo. Me olhe
Gritava o tempo todo. Fale comigo
Tinha medo o tempo todo de estar ali e não ser dali.
Estava sempre impulsionada à uma direção que não constava dos mapas.
Por quê sentia tanto?
Por quê não podia ouvir o que seu coração tanto chamava?
Via tudo e guardava os detalhes.
Conhecia os segundos, as horas e tinha enfileirados todos os dias na memória.
Classificava as pessoas em cores para poder distingui-las e por elas sentia em cores também.
Elas não a viam, era invisível.
Tinha a totalidade dos sentidos.
Tocava no amor mas não o segurava.
Mergulhava tão fundo em si que se afogava…
Difícil quando as pessoas tentam impor seus pensamentos impedindo que nós exercemos o nosso direito de pensarmos como quisermos.
No amor, não existe mestrado, doutorado nem PHD.
Quando ele nos toma ficamos feito Criança, com medo, inseguros, imaturos e doidos por um colo.
Quando a gente passa a se valorizar a gente consegue enxergar nitidamente quanto os outros valem. Peguei meu coração e coloquei ele lá no topo de uma arvorezinha danada de alta, e vou te falar, nunca vi tanta gente disposta a escalar.
Aquela bendita frase que sempre mexeu comigo: "A gente se vê por ai" .
A gente ? Quando? Onde? Nunca. Nunca aconteceu.
Quando vimos ao mundo, vivemos de modo direto e sem constrangimento as nossas necessidades físicas e psíquicas. Se não nos dão leite, choramos e gritamos. Fazemo- lo também quando as fraldas estão molhadas. E exprimimos diretamente o nosso desejo de contato físico e de calor humano. Freud chama a este "princípio de prazer" “id”. Quando somos bebês somos quase apenas “id”. - Continua! - O “id” está presente em nós durante toda a vida, mas pouco a pouco aprendemos a controlar os nossos desejos e a adequar-nos às circunstâncias. Aprendemos a adaptar as pulsões instintivas ao "princípio de realidade". Freud diz que construímos um eu (ou ego) que tem esta função reguladora. Mesmo se desejamos algo, não podemos simplesmente pôr-nos a gritar até que os nossos desejos ou necessidades sejam satisfeitos.
As convenções morais do mundo externo parecem ter penetrado em nós e terem-se tornado parte de nós. A isso chama Freud “super-ego”. - Queria dizer consciência? - Num passo, Freud diz efetivamente que o Superego se coloca perante o Eu como consciência moral. Mas aquilo que importa a Freud é que em primeiro lugar o superego nos dá sinal de si quando temos desejos "indecorosos" ou "inconvenientes", principalmente se se trata de desejos eróticos ou sexuais
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