Me Ame quando eu menos Merece

Cerca de 397305 frases e pensamentos: Me Ame quando eu menos Merece

⁠Quando Somos Batizados Com O Espírito Santo,Ele Nos Guia Em Toda A Verdade.

Inserida por KamillaMoreira

⁠⁠Deus Dá Presentes Quando Encontra o Recipiente Vazio o Suficiente Para Recebê-los.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Quando o Espírito Santo toca o coração, ele sofre uma mudança. Quando o indivíduo sente o Espírito trabalhando nele, ou quando vê uma evidência do Amor e da Misericórdia do Senhor em sua vida, ele é edificado e fortalecido espiritualmente e sua Fé Nele aumenta.

Inserida por KamillaMoreira

⁠⁠Nascer de novo implica o fim da vida antiga. Quando nascemos de novo, também morremos… para o pecado. Agora vivemos para Deus, não mais debaixo da escravidão do pecado da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus.

Inserida por KamillaMoreira

Quando Você Fica Contra uma Pessoa: Você Perde o Lado Divertido Dela.⁠

Inserida por KamillaMoreira

⁠Não Se Abale Quando as Portas da Infelicidade Se Fecham ou Não Se Abrem.

Inserida por KamillaMoreira

⁠O Cristão Sai do Deserto Somente Quando o Coração é Quebrantado e Transformado.

Inserida por KamillaMoreira

Empreender é estar motivado mesmo quando tudo dá errado

Inserida por Ducatti

⁠Na existência humana, a vivência plena do presente se revela quando se compreende que o passado e o futuro estão para além do domínio individual, imunes à manipulação ou controle. A verdadeira essência da felicidade repousa nas conquistas pessoais, onde as emoções, como entidades maleáveis, se submetem à vontade consciente. A moldagem do curso da vida é uma prerrogativa das escolhas feitas no presente, conferindo ao indivíduo a autoridade de determinar a trajetória de sua própria existência.

Inserida por Ericson_Piccoli1

⁠Reconheço minhas falhas quando me desvio dos meus princípios para beneficiar outra pessoa, e embora tenha essa percepção, às vezes persisto nesses erros.

Inserida por Ericson_Piccoli1

POEMA TRISTE:

Quando me procurar
E não me encontrar
Deveras se fará tarde
Não chores!
Nem muito alarde...
Deixeis que o tempo enterre
As mágoas, as intempéries,
Aos sonhos que não se mede
Risos que antecedem
Soluços que há de vir.
Ah!...
Quando me procurar
E não me encontrar
Verás que a tudo inexiste
E assim eu te escrevi
Esse poema triste.

Inserida por NICOLAVITAL

MEU FORMIDÁVEL LADRAR:

Este formidável silêncio noturno
Muito me apraz.
Quando estou dormindo para o nada...
Quando nada sinto que sou
Enquanto vivo...
O sossego da noite que orvalha Minh ‘alma,
Acentua-se no silêncio das coisas que se acalma
O que mais se acentua me atordoa,
O silêncio que murmura aos meus ouvidos,
Coisas que não há no escuro da madrugada.
Ah, não me é formidável ou apraz-me,
O esparso ladrar de cães de guarda noturno
Por fazer quebrar-se o noturno murmúrio do nada (...).
Como eu queria ladrar à noite!
Para não ser fiel aos que ladram sociedade a fio.
Contudo me é formidável o estrepe essencial,
De ser consciente.

Inserida por NICOLAVITAL

“Enquanto os LOBOS Bufam de raiva pela exclusão da alcateia, os GATOS Resbunam quando lhe tomam a "sardinha", e os ABUTRES Grasnam com sede de carniças.
É certo que os cães acuados: Ladrão por medo, nunca por valentia".

Inserida por NICOLAVITAL

QUANDO O DESEJO PELO PODER VIRA OBSESSÃO, O POLÍTICO PERDE A RAZÃO E DEIXA O POVO EM PATAMAR DE SUBMISSÃO

Inserida por NICOLAVITAL

INCAUTOS. QUANDO PENSAMOS QUE SOMOS SE FOMOS!

Inserida por NICOLAVITAL

PAIXÔES:

Quando dizemos que amamos o outro.
Identificamo-nos a “afetos corretos”.
Quando dizemos que o odiamos.
Opomos-nos aos seus “invalores convencionais”.
Essencialmente, não se ama ou odeia-se!
Apenas reivindicamos o cerne da alegria.

Inserida por NICOLAVITAL

"QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE, ESTÁ FICANDO RUDE"

Inserida por NICOLAVITAL

QUANDO O SISTEMA JUDICIÁRIO FACULTA AOS POLÍTICOS O LUGAR DE INSIGNE.COLOCA-SE EM LUGAR DE INSIGNIFICÂNCIA!

Inserida por NICOLAVITAL

⁠PELADAS DE RUA:
Quando menino a bola era meu fraco:
Bastava saber que no campo do barreiro de ZÉ JOAQUIM havia uma. Que ali estava eu, moleque franzino de cabelos claros cortados em franja, motivo pelo qual a molecada me chamava de “Zico”, apenas pela aparência física, pois mesmo tendo certa intimidade com a “Gorduchinha” nem de longe lembrava o Galinho.
Porém, me recordo com muita nostalgia do primeiro time formadinho com uniforme e tudo. Mas, claro, não tinha nada a ver com a realidade tupiniquim.
O padrão era do Internacional, clube lá do sul.
Ora! Ninguém queria saber se era do Sul, Norte ou outra região. O que bastava era estar uniformizado e se exibir no campo defronte ao estádio JOSÉ RAMALHO DA COSTA, pointer dos times de peladas de rua à época. Por quê? “Por que ali era onde os jogadores profissionais e técnicos do América Futebol Clube passavam para os treinos e todos os moleques alimentavam a esperança de um dia jogar no América. Carinhosamente chamado de” MEQUUINHA”.
Como em todo grupo existem as figuras pitorescas aquele não podia ser exceção. Logo aparece o “Beque Central” do time, apelidado de “BUBAÇO”. Era uma figura esguia, meio corcunda e olhos quase que saltando de órbita.
Buba como carinhosamente o chamávamos, sujeito não muito adepto da higiene, tinha o mal habito de conservar as unhas dos pés sem apara-las.
Também lembro com muita nitidez que todos jogavam descalços porque a grande maioria dos meninos eram filhos de pais pobres e não podiam comprar o Kichute. Pois era privilegio dos mais abastados filhinhos d papai.
Nunca me saiu da lembrança, um fato no mínimo hilário, que até hoje quando lembro me passa um VT daquela cena inusitada: Era a final de um torneio, e nós decidíamos com o Botafogo de Ciço de Miguel Eustáquio. Que por sinal era o melhor entre os demais times.
A partida estava com o placar em 0 X 0 e já no finalzinho do jogo quando Bubáço (jogador), recebe uma bola cruzada sobre o zagueiro adversário, dribla-o” Quipa” e chuta com bastante força a bola que era de plástico, a saudosa Canarinho, o xodó da gurizada nos anos de 1970. Parece mentira, as unhas salientes do atleta corta a pelota e o gol é abortado.
Desolado e visivelmente indignado. Entra em cena JUVENAL, dono da bola e do fracassado time. Percorre todo o campo como se numa volta olímpica com um único intuito, agredir o pobre Buba que além de cortar sua bola, frustrou o resultado daquela partida.
O cartola ao alcançar seu jogador, impiedosamente o agride físico e verbalmente. Além de suspendê-lo da equipe até que compre uma nova bola e apare suas malfeitoras unhas.
Ainda meio assustado estava ali estático.
Eu, e os demais colegas do clube. Sem esboçar nenhuma reação em defesa do principal personagem daquele espetáculo que hoje juntamente com seu “algoz” encontra-se em outra dimensão.
Tudo isso para fazer jus ao que digo ao encetar o texto:
(A bola era definitivamente o meu fraco). Diferentemente do que representava meu ídolo Arthur Antunes Coimbra (Zico).
Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

⁠QUANTAS ALMAS TEMOS:
Quando criança está sozinho me era aprazível.
Meus poucos amigos, pouco me eram!
Assim me fez viciar ao perigo da solidão.
Recluso ao meu tumulo, em silêncio,
Escutei a voz do coração distanciando-me
Do convívio com pessoas.
Saímos de cena para deixar fluir!
Na plateia mascaras sem olhos.
Metade de mim era alma, outra metade nem calma.
A vida nada mais que comédia suburbana
O único ato de um único monólogo.
O idiota canta, sozinho encena horas a fio
Logo sua voz se faz silêncio sob a égide de um até breve.
Quando, vê, o show acabou.
A comédia bufou.
Nada é eterno!
Não sabemos quantas almas temos.
Cada momento não somos ou cabemos.

Inserida por NICOLAVITAL