Matei Voce dentro de Mim
Não consigo ir além do teu olhar
Tudo o que eu consigo é imaginar
A riqueza que existe dentro de você
AGORA É A HORA DEVO IR
Não vou me desculpar
Pelo erro onde tentas me culpar
Olhe prá dentro de você
E veja se decifra o porquê
Enxergue o seu erro
Não me culpe pelo berro
Cante no precioso instante
Levando a vida amante
Adeus é a palavra certa
Para essa atitude incerta
Acabou o amor
Só restou o pranto e a dor
Não há mais brilho
Vou a luta pelo trilho
Não olhe do seu jeito prá mim
Desse modo meu coração levará em conta sim
Se eu chorar
É apenas um cisco no olhar
Adeus, adeus, vou partir
Agora é a hora, devo ir
Dentro daquele carro, nenhum rumo pra tomar. Perdidos. Fugindo de tudo, dessa sociedade corrompida. O que nos espera lá fora. Quantas aventuras. Sempre foi nosso destino. Não ter nenhum caminho. Juntos somos melhores que todos vocês.
Todos os erros, ou acertos. Não faz sentido. Sem sina apenas. E muito mais que isso. Não ter significado é muito mais significante. Quanto tudo tem uma razão uma explicação, tudo se torna vazio de emoção.
Sentados em suas cadeiras, operando, dia a dia. Não é vida. É hábito. É prisão. É uma gaiola para seus sonhos. Comandos e mais comandos. Venha me buscar , estou pronta!
Há dias venho vivendo vazia. Por dentro já não há mais nada. Não há nenhum tipo de sentimento. Nem amor, nem mesmo ódio por ninguém. Não há mais saudade de algo que nunca existiu. Não há mais lágrimas para transbordarem. Não há mais nenhum tipo de vontade, nem desejo. Não há mais alegria, nem mesmo tristeza. Não há nada. Ou talvez apenas exista o nada. Talvez o nada seja tudo e só o que me resta!
quero voltar aquele mar e te poder beijar
dentro de agua como na nossa vida passada
amor es a minha vida mas isto nao e uma interna despedida
Trazer o exemplo do futebol, dentro das quatro linhas, para a vida, constitui a principal meta que buscamos.
Caos
Somos uma somatória de experiências que vão se acomodando dentro de nós.
Acho até que temos um grande "armário" interno onde arquivamos as lembranças, algumas involuntariamente e outras porque realmente queremos guardar, para degustarmos numa tarde de outono (que, para mim, são as tardes mais bonitas, apesar de melancólicas).
Esse "guarda-volumes" que temos dentro de nós pode até ser ilustrado como um grande armário cheio de potinhos armazenados e etiquetados por seu grau de importância, periculosidade e saudosismo (não que o saudosismo não seja, muitas vezes, perigoso).
Mas são potes que ficam, muitas vezes, empoeirados e, com o passar do tempo, não temos mais consciência da sua existência, ou nunca tivemos.
Mas basta um pote vizinho se derramar para gerar uma bela reação em cadeia e todas aquelas lembranças de outrora, até então empoeiradas, virem à tona.
E o caos se fez!
Somos feitos de gatilhos, e nem sempre de gatilhos de prazer.
Mas, ao contrário do que muita gente pensa, o caos vem pra limpar!
Uma rachadura, uma cisão no velho formato de antes pode gerar o caos.
Porém, a distância entre o caos e o novo formato parece ser de anos, se não houver a permissão.
Sabe a velha história que diz: "Está se afogando? Para de se debater e vá ate o fundo da piscina, bata os dois pés no azulejo, que assim subirá mais rápido?"
Então, isso é ser permissivo com você mesmo! Isso é ir a fundo, isso é deixar os velhos hábitos e tentar entender os novos que se formam.
Não vale a pena lutar pelo que já não existe mais, ou um "mexer nos potinhos" que não mais ocupam o lugar de sempre.
O novo formato está aí, disponível para sua contemplação.
Somos feitos de recomeço, somos feitos de explosão.
Merecemos apreciar o novo como uma dádiva e não como um pesar.
Joguemos fora o que não for mais útil e fiquemos apenas com aquilo que vale a pena apreciar nas tardes de outono... Como são lindas!
Noturno
Outra noite chegou
Lá fora um frescor
Aqui dentro...tensão
Na incógnita noturna
Uma dormência intranquila
Pautada nos fantasmas da noite
Obscura e escura
Num medo infundo
Uma palavra escrita
Outra chamada
Meu nome...meu nome
Sou filha, sou mãe
Sopra uma brisa
Ainda quente
Pela janela (aberta) da sala
Contrastando com o calor do quarto
Segue a vida
De tantos lá fora
Segue a sina
De nós duas aqui dentro
É quase madrugada
No ar um medo da "sorte"
Todos os gatos são pardos
Na escuridão da noite
Amanhã o sol há de brilhar
No meu despertar
Tomarei a benção
Durmamos com Deus
É difícil lidar com o mundo quando se tem uma guerra, um holocausto dentro de si. E o pior de tudo é quando você se prende em seu próprio ser, sem ninguém fisicamente pra te acalmar, somente a espera de um acontecimento divino, que insiste em demorar.
O mundo é cada vez mais cruel. É como se as pessoas sofressem de um Alzheimer do amor, das boas causas, da compaixão. E de certa forma isso te atinge, como se já não estivesse ruim, as coisas boas e sentimentos bons vão se desvanecendo, tornando-se escassos.
Então resta a esperança, mesmo que insignificante e quase apagada de que as coisas vão mudar, que atrás de lágrimas escondidas em sorrisos, vai acontecer algo inesperadamente bom ou alguém inesperadamente amoroso. A vida é complexamente estranha demais pra entende-la, digo, o ser humano é mais complexo ainda.
As vezes é preciso nao guardar algo somente dentro de nós, a gente precisa guardar num papl onde possa
ver quando os sentimento de alegria ou tristeza se forem.
Saudade não se explica, apenas se sente
É um vazio que nada preenche
Um quarto vazio dentro do coração
Um buraco na imensidão
É o pão sem manteiga
Goiabada sem requeijão
Um sapato sem pé
A vida sem razão.
27/05/2010
amar é ser amado por dentro por fora...
igualmente,indiferentemente amar...
sem se importar amar definidamente...
sempre o amor que toca que trai...
fundamente se pergunta sois o amor,
dito sobre um corpo sem vida...
ou até calado na escuridão...
sempre muito sonhadores sendo amor...
sensato real motivo nunca apresentado
apenas se ama um corpo nu diante o prazer,
tratado com simples de poligamia, destratante
o seja abandonado com flores apenas o amor,
vendo assim uma palavra linda de sentimento...
belo e cruel nas aberrações como pronomes
são feitos de escravo simplesmente...
se canto se respira ainda se atira,
vultos em templos enormes de adoração...
simples eterno maroto amor...
contra diz com tuas facetas e estilos,
extremo raro muitos corações,
brilha no luar de amantes se cala
por muito tempo por um ato de amor,
que infâmia dizer tudo feito por amor,
mesmo quando se beija la está o amor.
entre tantos beijos apenas mais um repente
trágico nas leituras do coração.
"Estranha sensação tao normal que eu carrego dentro de meu peito,sempre a mesma coisa,me entrego me envolvo me juram e eu aceito.Me encanto e vejo tudo perfeito, palavras comoventes sentimentos quentes sem apontar o defeito.Agora me deito,coloco a cabeça sobre meu travesseiro e penso em tudo que pude ter feito, procuro meu erro e meu acerto,a verdade e a mentira reunidas em um único cerco mas confiança depois de quebrada não ha conserto."
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