Mas Vc Nao tem Culpa de Nao me Amar
Na infância eu me achava muito burro, o que acabou me ensinando a fazer algo que tantos brasileiros não sabem fazer: admitir claramente que não estou entendendo aquilo que não estou entendendo.
Muito do que fazemos na vida -- às vezes, tudo -- é compensação de alguma tristeza que tivemos na infância ou na adolescência. No meu caso, sei exatamente que tristeza foi essa. Quando, no início da adolescência, comecei a me interessar por literatura, teatro, música clássica, história, filosofia, psicologia, teologia, entendi que tinha descoberto um tesouro infinitamente valioso, o alívio quase imediato da maioria dos padecimentos humanos. Qual não foi a minha surpresa ao perceber que em geral as pessoas não apenas eram desprovidas de qualquer interesse por essas coisas, como tinham até um certo orgulho da sua indolência mental, acreditando piamente que acabariam por vencer todas as dificuldades da vida pela simples repetição dos automatismos rotineiros que lhes davam um sentimento de segurança na mesma medida em que, a longo prazo, garantiam o seu fracasso.
Muitas dessas pessoas não escondiam o desprezo que sentiam pelas minhas preocupações, que elas diziam estratosféricas, e não raro o desprezo se manifestava como arrogância, agressividade e exclusão ostensiva. Aos poucos fui descobrindo que isso não acontecia só no meu ambiente social, mas era uma praga endêmica, uma constante da vída brasileira. Os melhores, os mais conscientes e mais sensíveis eram sistematicamente boicotados e escorraçados, jogados para o fundo de uma existência obscura e deprimente pela santa aliança da mediocridade com a arrogância, da inépcia com a vaidade, da indolência com o carreirismo.
Eu SEMPRE soube que um dia teria de fazer algo contra isso.
É uma cretinice rejeitar, 'a priori', o legado das antigas tradições esotéricas, porém ainda mais cretino é aceitá-las como 'revelações', isto é, como conhecimentos de origem divina superiores à razão e à filosofia. O que é superior não teme o inferior. Em noventa por cento dos casos, a alegação de superioridade é apenas uma fuga ao confronto racional. Tudo o haja de valioso no esoterismo tem de provar-se capaz de sobreviver à análise filosófica tal como a ensinaram Platão, Aristóteles e Sto. Tomás.
Em se tratando de pecado e dor na consciência, a voz do Diabo, aquela do lado esquerdo, sempre foi, também, a voz de Deus.
Os sábios dignificam a morte temendo a vida, mas os tolos estragam a vida temendo a morte. Os sábios temem a luz por esta lhes negar as trevas, e os tolos temem as trevas por lhes negarem a luz.
Eu gostaria que os cristãos evangélicos compartilhassem a palavra de Deus com a mesma intensidade com que compartilham escândalos envolvendo evangélicos, aberrações do mundo secular, e também tudo que aparece nas redes sociais que não trás absolutamente nenhuma edificação, quanta gente distraída! Acorda igreja de Cristo.
Uma família só pode existir a partir da união de um homem e uma mulher. Valorize a família criada e abençoada por Deus.
Que a paz e o amor de Deus nos envolva cada dia, e que possamos ser pessoas melhores e mais humanas.
Família é como palavras espalhadas pelo vento, é preciso que venha o compositor, junte-as, e forme uma bela e perfeita canção. Cada um de nós é uma palavra, espalhada por diversas estações, mas, ontem veio o poeta da vida, juntou-nos, compôs a sua poesia, para que juntos sigamos no mesmo livro que contém as notas do amor!
Morremos e renascemos muitas e muitas vezes. O que era apropriado e atribuído por nós como legítimo, muitas vezes não espelha mais nossas convicções e não se alinha no momento com nossas necessidades existenciais.
O professor já foi autoridade em sala de aula, um profissional de respeito, mas agora fazemos o que dá, o que é possível ou nos deixam fazer. Somos regulados por denúncias de populares comuns a algozes de plantão, só porque têm filho na escola e não confiam na escola. Então descontam em alguém. E os noticiários cobrem tudo.
Aos benfeitores, sendo uma minoria, ainda tenho a sensatez de parabenizá-los, porque cumprem suas obrigações. Certamente a visão desses com relação ao esforço do professor em apresentar aulas criativas é positiva.
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo.
Falar a mesma língua é reproduzir o discurso do coordenador: cartel de ideia. Um corporativismo da conveniência não é saudável. O professorado precisa é de responsabilidade no trabalho e transparência na execução das normas profissionais. Assim se fará a união da categoria.
"Nenhum grande homem se queixa de falta de oportunidades." (Ralph Waldo Emerson). Isso é verdade, eu nunca vi faltar vaga de trabalho para "professor"! Mas, também já vi muitos alunos que não respeitaram seus professores e nem a escola, não valorizaram seus estudos e hoje continuam em subempregos. Mais tarde voltam para a EJA, comer no prato que cuspiu, acusando o sistema, dizendo que não tiveram oportunidade, são vítimas sociais! Ou ...levianos sociais?
