Marta Medeiros o que os outros Vao Pensar

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Paciência para compreender, sensatez para ceder, confiança para crescer, carinho para envolver, safadeza para surpreender, diversão para entreter, sinceridade para crer, humildade para reconhecer, atitude para fazer, companheirismo para viver e respeito. É, talvez o respeito não mereça um único verbo, quer dizer, ele não merece. Ele simplesmente é a razão de todos aqueles outros verbos existirem, fazerem sentido e principalmente fazerem um relacionamento ser duradouro. Pensando bem, acho que o respeito não merece um verbo, mas sim um adjetivo. Respeito, necessário.

⁠Se não dissermos nada... Se simplesmente fingirmos...
— Não dá para fingir — disse Jace, objetivo. — Eu amo você, e vou amar até morrer, e se
houver vida depois disso, vou amar também.

⁠A dor só é o que você permite que ela seja.

⁠Todas as histórias são verdadeiras.

Todo mundo vê o que quer ver.

Mme. Magloire chamava o naturalmente de Vossa Alteza. Um dia, levantou-se da poltrona e foi à biblioteca procurar um livro que estava numa das prateleiras mais altas. Como o Bispo era de baixa estatura, não o alcançou. - Mme. Magloire - disse -, traga-me uma cadeira. Minha Alteza não chega àquela altura.

Por pelo menos uma vez eu gostaria de ser a direção que alguém caminha.

"Never stop fighting until the fight is done."

⁠Palavras são como armas.

⁠“Quando você realmente ama alguma coisa, nunca tente conservá-la
do mesmo jeito para sempre. Precisa deixá-la livre para mudar.

⁠Se havia uma coisa que ela estava aprendendo com tudo isso era a facilidade com que é possível perder tudo que se pensa que será para sempre.

Infelizmente, Dama dos Refugiados, meu único e verdadeiro amor permanece sendo eu mesmo.

Tem mulher por aí cuspindo carentice (carencia + chatice) o problema é que estão nomeando "isso" de intensidade.
Nem ao certo sabem o que é ser intensa,mas está na moda então da-lhe rótulo!
O que assusta? Tem gente que aplaude...

⁠Amar
é destruir

Escuto mais de perto.

Às vezes não tem ninguém em volta para mandar você ficar quieto...
Às vezes você precisa ficar em silêncio quando está completamente sozinho. Como eu, agora, neste instante. Shh!

⁠— Você realmente desgosta tanto assim dele?
— Não desgosto de Jace — protestou Simon. — Quero dizer, inicialmente o odiei, claro.
Parecia tão arrogante e seguro de si, e você agia como se ele tivesse pendurado a lua...
— Não fiz nada disso.
— Deixe-me concluir, Clary. — A voz de Simon saía numa torrente sem fôlego, se é que
alguém que não respirava podia ficar sem fôlego. Soava como se estivesse correndo na
direção de alguma coisa. — Dava para perceber o quanto gostava dele, e achei que ele
estivesse usando você, que não passava de uma mundana tola que ele podia impressionar com
seus truques de Caçador de Sombras. Primeiro disse a mim mesmo que você jamais cairia
nessa, e depois que, mesmo que caísse, ele se cansaria alguma hora, e você voltaria para mim.
Não tenho orgulho disso, mas quando se está desesperado, acredita-se em qualquer coisa, eu
acho. Depois, quando no fim das contas descobrimos que ele era seu irmão, pareceu um alívio
de última hora, e fiquei satisfeito. Fiquei satisfeito até mesmo por vê-lo sofrendo, até aquela
noite na Corte Seelie quando você o beijou. Pude ver...
— Ver o quê? — soltou Clary, incapaz de suportar a pausa.
— O jeito como ele a olhou. Naquele instante entendi. Nunca a usou. Ele a amava, e estava
morrendo por isso.

⁠É seu dom ver a beleza e o horror em coisas ordinárias. Isso não faz de você uma pessoa louca, apenas diferente. Não há nada de errado em ser diferente.

⁠— Não é justo guardar segredo!
— E quem foi que disse que o mundo é justo?

Não vou dizer qual fita tem a ver com a sua participação na história. Mas não precisa ter medo. Se você recebeu essa caixinha bonitinha, seu nome vai aparecer... eu prometo. Afinal, uma garota morta não mentiria.
Espera aí! Isso está parecendo uma piada. Por que uma garota morta não mentiria? Resposta: porque ela não pode mais falar!

O que era magreza em sua juventude tornou-se transparência, diafaneidade que deixava entrever um anjo. Era mais que uma virgem, era uma alma. Parecia feita de sombras: o mínimo de corpo para que ali houvesse um sexo; um pouco de matéria envolvendo uma luz; grandes olhos sempre modestos; um pretexto, enfim, para que uma alma permanecesse na terra.