Marta Medeiros Elegancia do Comportamento
Não consigo conviver com essa guerra dos sexos com asteróides da mídia. Prefiro salvar a minha lucidez, o sonho e o romantismo.
A política mundial precisa se alimentar da guerra dos sexos. As sociedades em desarmonia mantém ativistas, políticos e afins.
Cá com os meus botões diante dos últimos acontecimentos: até quando ficaremos enterrando a cultura nacional, dependentes de assitir shows estrangeiros mesmo a distância porque (a maioria não pode pagar entradas e deslocamento) e cultivando o quê há de pior na cultura?
O jargão "empoderamento feminino" flerta com exacerbação, grosseria e vulgaridade. Mulher poderosa para mim é aquela que tem o quê quer sem precisar se estressar, sem levantar a voz e se porta com elegância e discrição.
Para que as pessoas se apropriem da vontade de viver em paz, é necessário que individual e coletivamente entendam o quê significa viver em paz.
A guerra e a desestabilização social só beneficiam as elites mundiais para quebrar os países mais pobres.
O meu maior medo de me casar é lidar com esse mundo que as pessoas se programaram para nada durar, e se você é considerada uma "mulher boazinha" pode ser interpretada como uma mulher desinteressante. Vivemos num mundo de gente viciada em problemas.
Tornar homens e mulheres inimigos e competidores entre si, fragiliza uma Nação inteira. Toda guerra dos sexos é um prelúdio da guerra de fato.
O resgate do Romantismo através da Cultura e da disciplina dos pequenos gestos no cotidiano torna é a maior reação contra o inferno que querem despejar sob nossas cabeças para que não tenhamos condições de respirar, de conviver em harmonia e de cultivar nossos sonhos. Todos nós precisamos de sonhos para seguir em frente.
Na vida real e no mundo virtual dá para identificar as simulações de afeto, que a pessoa está usando a sua imagem para chamar a atenção da outra e depois visivelmente se perde no roteiro.
Quem usa da imagem de uma outra pessoas para chamar a atenção de outra se torna prisioneiro mental de um jogo perigoso. Quem namora por namorar ou casa por casar promove a própria prisão na vida.
O altruísmo tem que ser bem empregado para não se transformar em desperdício. Não devemos desistir de ser solidários.
