Mario Quintana Frases de um Amor Corespondido
Crimes feitos aos mestres e alunos fossem pagos pela escola,ela já não duraria mais.Sobretudo,analfabeto funcional destituído.
Limites no modernismo didático e cumpram-se os reclames da filosofia tradicional. Chega de construtivismo, sociointeracionismo
A escola tem sido laboratório da política partidária, assim continuará entregando ratos feridos à sociedade. Eles se vingarão.
Querem informatizar uma escola que sequer sabe lidar com o "joio e o trigo", avivando o ócio, devendo-nos guiar aluno ao Google
A internet deu voz a muitos imbecis, e os idiotas da rede vão superar os sabichões anti-internet, guardiões do antigamente.
O olhar de quem sabe enxergar é poético, porque traz beleza ao que é simples e ao que parece sofrido
Nosso modo de ver é a tessitura do “eu” que dá vida a cada ser. Somos essência em vida, somos poesia em versos e nossos olhares são uma das várias distâncias entre a nossa essência e a dos outros!
A graça da palavra alimenta. Mas somente serão nutridos por ela, aqueles que seriamente se disponham a brincar com as letras (03.09.17).
Na burocracia insana do sistema educacional, somos forçados a legalizar posse de nossos direitos, não como heróis, conquistadores para recebê-los honradamente, mas como pedintes e penitentes. E haja documento! Ele nos carrega de um sentimento de incompetente, desmerecedores demais.
A solidão no momento é minha melhor companheira,
Com a solidão me sinto mais a vontade,
Somos parceiras de longa data,
Com minha companheira a Solidão sinto coragem de me despir, de ser quem eu realmente sou sem medo de ser criticada.
"Nada revela mais a vulgaridade de uma mente do que o assanhamento por místicas orientais acompanhado de uma sobranceira ignorância do cristianismo. Infelizmente isso é endêmico."
Coisa pública: O que achamos que é de graça é porque desconhecemos o propósito. O inútil, por mais barato que seja, sai caro.
A lei da burrice ávida: se quero lucrar de você, tenho de lhe seduzir antes que é mais útil para você, tal coisa, cevando sua sede pela vaidade.
