Mario Quintana Frases de um Amor Corespondido

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O clamor da alma é um grito interno que o universo escuta antes mesmo que a sua boca se abra.

Cada passo hesitante é apenas um lembrete de quão frágil você é, e de quão corajoso você precisa ser.

A compaixão virou um alvo fácil em um campo de batalha onde cada um luta apenas pela sua sobrevivência.

O progresso não está na velocidade, mas na direção de um caminho que faz sentido só para você.

A mente é um campo minado, cada pensamento negativo é um passo em falso.

A vida é um eco, o que volta é o exato tom e intensidade do que você escolheu enviar.

O grito da alma é um decibel que só se anula com a sinfonia da autoaceitação.

O medo é um general que só comanda se você der a ele a patente da sua vontade.

A autenticidade é um caminho sem volta, onde a única bagagem permitida é a sua verdade.

Meu coração é um violão desafinado que só encontra a nota certa no teu cais.

O poder se alimenta do silêncio, o grito de um só pode derrubar impérios.

A vida é um circo, mas não podemos deixar que os palhaços roubem o espetáculo.

A solidão foi um deserto que precisei atravessar, na areia deixei expectativas mortas, no vento encontrei o som da minha própria respiração, e no fim descobri que nunca estive realmente só, eu estava comigo e isso era suficiente.

A felicidade é um estado de espírito que não se compra nem se vende, só se vive.

O passado é um fantasma que só tem força quando o presente não tem graça.

A alma é um jardim que precisa ser regado com lágrimas e banhado com sol.

A esperança não é um fogo claro, é brasa enterrada. Só os que escavam com as unhas percebem o calor que resta. Nem sempre ressurge em clarões, às vezes é apenas um sopro. Mas esse sopro acende, pouco a pouco, a vontade de continuar. E eu sigo, carregando o pequeno lume como um sacramento.

A saudade é um animal que corre em círculos pela casa. Não morde, apenas arranha portas que já deviam estar trancadas. Dentro do peito, a boca do animal é uma chama azul. Alimento-o às vezes, por não saber esperar o fim do fogo. Mas aprendendo, deixo o bicho dormir sem abrir a porta.

O corpo guarda um manual de guerras antigas. Lá estão listadas derrotas que ninguém lê, exceto eu. Cada cicatriz é uma frase do diário que o tempo esqueceu. Volto a esses capítulos com os dedos, procurando cura no toque. E descubro que a linguagem da cura é pequena: atenção e tempo.

As perdas ensinam a geometria do meu próprio espaço. Depois de cada saída, sobra um contorno novo do que sou. Desenho com cuidado as margens que restaram do mapa. E percebo que a estrada que me falta é também caminho. Perder é reformar a casa onde ainda cabe silêncio e canto.