Mario Quintana- Brevidade da Vida

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Na vida você tem escolhas a fazer a todo momento, você escolhe quem fará ou não parte da sua vida. Você escolhe diante das possibilidades ser ou não ser. Você escolhe em quem confiar seus segredos, mas não escolhe quem guardará os mesmos.
Você não pode escolher quem amar, mesmo que esse amor te machuque, não é opcional amar, mas sofrer sim!
Diante dos sonhos de menina se tornou mulher, a cada decepção encontrada nos encontramos em fé. Você é do tamanho dos seus sonhos. Acredite nas mudanças elas são essenciais para o desenvolvimento. O seu sorriso move o mundo, o mundo daqueles que realmente veem a diferença em você.

Inserida por tatyanenicklas

⁠... não existe um único
caminho capaz de nos conduzir
ao verdadeiro sentido da vida!
"Todos os caminhos nos levam à Roma!",
diziam os antigos - e, de modo igual,
muitos serão os caminhos nos
guiando à 'Verdade Maior':
os caminhos escolhidos
por cada um!

Inserida por maurotoledo

⁠... dessa
nossa vidanadase
perde - diversamente muito seganha, alcança-se!
A não ser aquilo que, por
alguma razão, não nos
pertença!

Inserida por maurotoledo

⁠"... necessito
dizer que já sofri por
muitas coisas em minha vida;
entretando, por obsequioso desacordo,
amaioria delas nunca
aconteceram!"

_ Mark Twain.

Inserida por maurotoledo

⁠... uma vida
sem privações seria algo
lastimável por esterilizar nossa
capacidade de superação; a ponto
de exageradamente gozá-la;
porém, sem as devidas
retratações!

Inserida por maurotoledo

⁠... no quesito
'desaforos à vida', não
somos muito diferentes dos
nossos respeitáveis ancestrais...
Tão somente espichamos
nosso cardápio de
opções!

Inserida por maurotoledo

⁠... nas
questões do espírito
não existe 'vida dupla': ou nos
confraternizamos com a luz ou
nos curvamos ante os algares das
sombras... Logo, consideres
serem nossas tendências e
escolhas revelando quem
verdadeiramente
somos!

Inserida por maurotoledo

⁠... o feio
é superior ao belo,
já que, dura uma vida
inteira - o belo, ao contrário,
já nasce com prazo de
validade - portanto,
valorize o que não apenas
supera a brevidade
das formas: tua essência
interior!

Inserida por maurotoledo

⁠... como
é fácil a vida, quando
mostra-se fácil - e quão difícil é,
quando nos dificulta, delimita...
Embora, a grande questão, consista
em diferenciar o que cada situação
possa oferecer como justa
melhoria aos nossos
espíritos!

Inserida por maurotoledo

⁠... me encantam
esses 'loucos' pela vida
que, contráriosa mim - sem
mínimos pudores - despem
seus versos e conteúdos nada
convencionais - expondo-me
a tantas verdades que
pouco percebo ou
pondero!

Inserida por maurotoledo

⁠... os que,
presunçosos, afirmam
aos quatro cantos da vida
ser nossa humanidade um caso
perdido, são os mesmos que,
presunçosos, afirmam aos
quatro cantos da vida
não serem parte
da lista!

Inserida por maurotoledo

⁠A prova de vida provoca a morte

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠A vida é um reTRATO de como você se TRATA, mas essa mesma vIDA pode realmente não reTRATAr absolutamente nada se você se desTRATA.
Só que o reTRATO do TRATO também pode ser SÓ um TeATRO.

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠os PRAZERES da VIDA
não ESTÃO em uma
VIDA de PRAZERES…

Inserida por Carloseduardobalcars

os SONHOS de CONSUMO são verdadeiros pesadelos na vida do homem.

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠o SENTIDO sem SENTIDO tira o SENTIDO da VIDA…

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠o CONSUMISMO conSOME nosso TEMPO, nossa VIDA e a nossa ALMA…

Inserida por Carloseduardobalcars

⁠" Na vida cotidiana as vicissitudes são respostas dos nossos atos filiados ao nosso cerne. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

VIDA, CAMINHO DA ETERNIDADE.

(Dissertação inspirada no pensamento de Léon Denis).

A vida não é um enigma insolúvel, nem um acaso cego, mas uma lei sublime que envolve o universo em sua ordem majestosa. É o fio dourado que liga as consciências ao Infinito. “A vida é universal, incessante, infinita. Brota de todas as formas da natureza, derrama-se em todos os planos do ser” (Depois da Morte, cap. II).

Aqueles que a observam apenas pelo prisma material enxergam nela um breve clarão que se apaga na noite da tumba. Mas para quem a contempla com os olhos da alma, a vida é um rio sem fim, que desce das alturas divinas, atravessa os vales da dor e da experiência, e retorna, purificado, à fonte eterna.

A dor como escola da alma.

O sofrimento, muitas vezes temido, não é senão uma lição. “A dor é a grande educadora, a reveladora das leis superiores; desperta em nós as forças latentes e nos faz compreender a solidariedade que nos liga a todos os seres” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. IX).
Cada lágrima, cada prova, é um degrau oculto da escada que conduz ao infinito. O destino não pune, ele instrui; não aniquila, mas redime.

A lei de solidariedade.

A vida também é fraternidade. Nenhuma alma é uma ilha isolada, perdida no oceano da existência. Estamos ligados por laços invisíveis de amor e de dever. “Assim como as estrelas brilham juntas no espaço, sustentadas pela atração, assim também as almas crescem e se elevam pelo amor que as une” (No Invisível, cap. XIV).
Negar o próximo é estancar a própria ascensão. Amar é viver em harmonia com a lei universal.

A imortalidade como certeza.

A morte não é o fim. É apenas o desdobrar de um véu. “A morte não existe. O que chamamos assim é apenas uma mudança de estado, uma transformação necessária ao progresso do espírito” (Depois da Morte, cap. V).
Reencontraremos os que nos precederam, assim como seremos reencontrados pelos que virão depois. A vida é comunhão entre os dois mundos o visível e o invisível — que se entrelaçam continuamente.

O destino maior.

Viver é avançar. Cada existência é uma etapa, cada esforço uma vitória, cada dor uma lição. Do átomo ao arcanjo, a vida segue sua marcha, sempre ascendente.
E quando o homem, após longas lutas, atingir as cumeadas da sabedoria, compreenderá que a vida foi, desde o princípio, um chamado de Deus à sua criatura.

“Deus nos fez para a felicidade. A dor é apenas o prelúdio da alegria eterna, assim como a noite prepara o esplendor da aurora” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, conclusão

*(Dissertação baseada nas obras de Léon Denis - O Apóstolo Incansável Do Espiritismo.)

Meus irmãos, a vida é a maior das revelações divinas. Não é obra do acaso, nem simples agitação da matéria: é o sopro de Deus animando todas as coisas. “A vida é a lei universal, que se traduz em todos os graus da escala dos seres, desde o átomo até o arcanjo” (Depois da Morte, cap. II).

Não a julgueis pelas aparências frágeis e mutáveis. Sob a diversidade das formas, ela permanece eterna, indestrutível, sempre a mesma em sua essência. A morte, que tanto aterroriza os corações, não passa de uma mudança de vestimenta, uma passagem necessária para que a alma prossiga sua marcha. “A morte não é mais que uma mudança de plano, uma libertação” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. V).

A dor como mestra.

Se a vida fosse apenas alegria, talvez adormecêssemos no egoísmo e na indiferença. Mas Deus, em sua sabedoria, semeou a dor no caminho humano, não como castigo, mas como mestra.
“A dor é o estímulo supremo do progresso. Revela ao ser a lei moral, desperta a consciência e o conduz ao amor” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. IX).
Cada lágrima derramada não se perde: cai no solo fecundo da alma e ali germina em compaixão e fraternidade.

A solidariedade que nos une.

A vida não é isolada. Assim como as estrelas não brilham sozinhas no céu, também os homens não vivem senão pela solidariedade que os une.
“O destino de cada um de nós está ligado ao destino de todos. As almas formam uma vasta cadeia em que cada elo sustenta o outro” (No Invisível, cap. XIV).
Compreendei, pois, que amar não é apenas virtude: é lei da vida, é condição de progresso.

A certeza da imortalidade.

Ah! meus irmãos, que horizonte novo se abre quando sabemos que a vida não termina no túmulo!
Quantas mães reencontram seus filhos além da morte! Quantos corações despedaçados descobrem que a separação é apenas temporária! “A morte é apenas um instante na eternidade, uma pausa na sinfonia da vida” (Depois da Morte, cap. V).
Não há perda absoluta: tudo se reencontra, tudo se harmoniza no grande concerto da imortalidade.

O apelo da ascensão.

A vida é ascensão contínua. Cada existência é uma lição, cada prova um degrau, cada virtude conquistada uma vitória do espírito sobre as trevas.
E quando, após longos séculos de esforço, tivermos vencido o egoísmo e as paixões, quando a dor tiver cumprido sua missão, então a alma se erguerá radiante, livre, consciente de sua filiação divina.

Sim, irmãos! A vida é um dom de Deus. É a estrada luminosa que nos conduz, através de lutas e lágrimas, ao seio da Eterna Beleza. Não desanimeis, pois: a dor é a noite, mas toda noite se abre para a aurora.

“Deus nos criou para a felicidade; a dor é o prelúdio da alegria eterna, assim como a sombra prepara a luz” (O Problema do Ser, do Destino e da Dor, conclusão).

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Cativeiro da Agonia.

“Faço da minha vida um cenário da minha tristeza.”
E assim, a existência se converte em palco, e eu, ator sem aplausos, caminho entre sombras que se arrastam nas paredes da própria alma.

Agonia…
Tu que me encarceras e me vigias como sentinela antiga, tens mil portas abertas em tua fortaleza austera.
Eu, porém , cativo, não tenho nenhuma, ou talvez apenas uma:
o meu pensamento.

E o pensamento, este frágil portal para mundos possíveis, treme. Ele poderia ser fuga, ruptura, salto.
Mas não fujo.

Porque o dom dos abismos se levanta silencioso entre nós dois, entre tu e eu, como muralha feita de memórias, silêncios e ausências que se recusam a morrer.
E nesse intervalo, nesse vão entre o que sou e o que me dói, a vida permanece suspensa, hesitante, como vela acesa no vento que sopra de dentro.

Inserida por marcelo_monteiro_4