Mar Liberdade
Depois da agitação do mar vem a calmaria
A vida, por vezes, nos faz sentir em meio ao mar agitado, onde nos percebemos sôfregos, náufragos ousobreviventes. E, em seguida nos remete a uma estado de calmaria, onde nos percebemos flutuando levemente a favor da corrente da vida.
Se o fato de o mar estar calmo na superfície não significa que algo não esteja acontecendo nas profundezas (Jostein Gaarder), imagina quando o mar estiver turbulento na superfície que turbulência não haverá nas profundezas...
sou como o mar,
as pessoas só entram pra se molhar,
algumas saem com farpas,
outras com conchas,
mas nunca sem nada.
Remando no mar
dos meus sentimentos
senti a maré da saudade
desaguar no recôndito
do meu coração...!
Busque nas esquinas, nas praças;
Nas vastas cidades em um rio no mar.
No quarto vazio, num sonho bom que foi perdido ao acordar.
Busque no vento, na sinceridade falsa de uma amiga.
Busque na brisa boa ao abrir a janela à noite.
Busque no Google, busque em qualquer lugar!
Pois não encontrará palavras verdadeiras como as minhas,
Ser bom as vezes é defeito?
Nesse momento eu só queria estar na brisa do mar, viajando nos meus pensamentos, enquanto eu olhava para o céu.
Se fizer tempestade em copo d'água, aprenda dançar na chuva, a boiar no seu mar de infinitas incertezas e desfrutar do que te faz humano.
Aprenda, ninguém nasce sabendo, tenha paciência, tire o melhor de tudo, faça chuva ou faça sol em você, aproveite cada estação, aprenda, viva!
RENDAS 💘
Rendas brancas de cetim
Que trago vestida
Com amor
Neste meu jardim de mar
Cheia de alegria
Acenaram aos teus olhos
Fogo, paixão, faiscas
Amor de desejos
Na combinação de renda
Entre as lágrimas de felicidade
De beijos dados entre dentes
Entre línguas de desejos
Que correm do rio com amor
No sorriso das águas do mar
A renda de branca cor que trago
Em mim, é para ti, para nós.
Diante a um mar de incertezas; minha única escolha perante minhas emoções é ser verdadeiro, para assim, Preservá-las e proteger a pessoa que me faz senti-las.
a vida e como as ondas do mar, as onda vem e vão, porém o mais importante e aproveitar a maré, e assim viver e lembras da coisas boas.
O BANCO DA PRAIA
Um banco solitário, triste olhando o mar
Querendo carinho…
Recordando abraços, beijos, sorrisos
Sussuros,algumas lágrimas
Saudades deixadas, guardando mil segredos
Nas fibras da sua madeira pintada.
O banco mudo e frio,cansado de esperar
Quer voltar a escutar... ali me encontro
Sentada, aconchegada, enternecida
Partilhando lembranças, passeios infinitos
Em dias sem data, o sol e a maré se deleitando
Na praia da minha infância ainda adormecida.
Théo, O Peixinho Azul
Théo é um peixinho azul, que vive no mar.
Ele está sempre sozinho, pois acha que no fundo do mar não pode ter amiguinhos. Sempre a cantar, ele brinca entre os corais, na beleza das estrelas do mar, cavalos marinhos, polvos e todas as curiosidades que existem na imensidão dos mares. Tudo é tão lindo e colorido!
Navegando entre as profundezas ele vê vários peixinhos laranja de longe a brincar, de repente Lucas um peixinho palhaço o vê, Théo assustado esconde atrás de uma pedra, e uma de suas nadadeiras agarra entre os corais, Lucas aproxima e vendo o desespero do peixinho azul, chama os seus amiguinhos laranjas;
- Ei pessoal venham me ajudar!
Os peixinhos palhaços que brincavam distraídos ouviram o chamado de Lucas e logo vieram ajudar. Num trabalho coletivo conseguiram soltar as nadadeiras de Théo o Peixinho Azul.
Théo ficou imensamente feliz e agradecido!
- Olá, eu sou o Lucas! Disse o Peixinho laranja, qual o seu nome?
Théo, timidamente apresenta- se aos novos amiguinhos e agradece a todos pelo resgate.
Lucas animado pergunta a Théo:
- Vamos brincar?
Théo sentia-se tão feliz com o convite que saiu com os novos amiguinhos a cantarolar.
Eu ei de te amar
Deixe o tempo de existir
Neste mar de sentimentos
Que se vive num momento...
Só eu e minha pequena.
E na ilha desse amor,
Que nos cerque as ondas da paixão
Levados no balanço destas águas
Que nos banham os corações.
E se o tempo insistir em nos flertar,
Saberá ele, ligeiro ou lentamente
Que por toda a minha vida
Eu ei de te amar...
Edney Valentim Araújo
Na minha angústia, os meus olhos se tornaram fontes das águas do mar. Na minha súplica eu clamei; Óh Espírito Santo, onde estás? Que não está aqui agora? Porque te escondes do teu servo? Levantei meus olhos aos céus, então vi o esplendor da Tua gloria! Logo eu disse ao meu coração; deixe-me ver a Tua face, faz-me ver a Tua majestade! Sim, Senhor, pois Tu que fizeste as estrelas, e está assentado no trono acima dos céus, o infinito nas tuas mãos tem fim! Onde está o Senhor para que eu possa vê-lo? Porventura pode o homem achar o Senhor quando se esconde? Me dizes, onde é o esconderijo do Senhor? Porventura sabe o homem ? Ah Senhor! Não te esconda do Teu servo, não te afasta de mim. Minha alma suspira! Sim, meu coração desfalece pelo Senhor. Na minha angústia clamarei a Ti, na minha súplica pedirei socorro ao Deus de Jacó. Ele me ouvirá, e estenderá a Sua mão. Não a mim Senhor, mas a Ti seja toda majestade e gloria!
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