Mar Liberdade

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“A partir do momento em que a minha liberdade se transforma em instrumento para ferir o outro, a própria democracia começa a ceder. Onde termina a minha liberdade, começa a do outro.”

Brasil e Amazonas: vozes da liberdade


De um povo heroico o brado retumbante
Ecoou no tempo a voz independente
Com o coração livre e triunfante
Ergue-se o Brasil, sublime e ardente
Gigante pela própria natureza.
Ó Pátria Amada, cheia de luz e de grandeza.


Nos teus bosques têm mais vida e fulgores
Nossa vida no teu seio mais amores;
Verás que um filho teu não foge à luta
Pois tu és nossa esperança absoluta
Mostra-te ao mundo em luz resplandecente,
Com fé no futuro e força no presente.


E o meu Amazonas de bravos que doam,
Teus cantos de lendas para sempre ecoam,
Nas paragens da história, o passado
É de lutas e de glórias o teu legado
És tronco viril de um povo bravio,
As tuas paisagens são orgulho do Brasil.


Que os tambores da glória despertem a nação,
Pois viver é destino dos fortes
Ó Amazonas, tu és vida, tu és força e canção,
Rompeu com o Grão-Pará, se tornou o rei do norte
E entre as riquezas que o Brasil encerra,
Tu és tesouro, és jardim sobre a Terra.




Autor: Silvano Pontes
Amazonas em poesias.
"Um diálogo entre o hino Nacional e o hino do Amazonas."

A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.

A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.

O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.

A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.

" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "

"A liberdade é como o ar: só se percebe quando começa a faltar!"

Meus amigos, ouçam bem estas palavras!
A LIBERDADE — esse bem supremo, esse sopro divino que alimenta a alma humana — é, muitas vezes, tratada com descuido, como se fosse eterna, indestrutível, garantida!
Mas saibam: nada é mais frágil do que a liberdade quando o povo se torna indiferente!

Assim como o ar que respiramos, ela é invisível, silenciosa, vital!
Enquanto o oxigênio entra em nossos pulmões sem esforço, esquecemos o privilégio de respirar.
Da mesma forma, enquanto andamos, falamos e pensamos livremente, ignoramos o sacrifício de tantos que deram a vida para que hoje pudéssemos fazê-lo!

Não esperem o sufocamento moral, o cerceamento das ideias, a mordaça disfarçada de ordem — para lembrar do valor do ar que respiramos!
A verdadeira vigilância é o exercício diário da gratidão e da coragem!
É a ação consciente de quem entende que a liberdade não se herda: defende-se!

Portanto, reflita!
O que você tem feito com a liberdade que possui?
Tem usado sua voz com responsabilidade, com honra, com propósito?
Ou apenas respira, alheio, enquanto outros decidem o ar que você vai respirar amanhã?

A liberdade, meus amigos, é o oxigênio da dignidade humana!
E quando faltar — ah, quando faltar! — será tarde demais para reclamar.
Por isso, defenda-a HOJE, com coragem, com verdade, com o coração ardendo de amor pelo que é justo e pelo que é seu!

Você tem aquela liberdade rara de quem não busca se encaixar no mundo, mas sim construir um mundo onde a alma tenha espaço para crescer e os sentidos fiquem sempre aguçados.

"A liberdade não é o direito de fazer o que queremos, mas a coragem de ser o que somos, mesmo quando o mundo pede que sejamos outro."

LIBERDADE REAL - Por João Paulo Bernardes de Andrade


A liberdade real não é apenas a capacidade abstrata de escolher entre alternativas. É a capacidade de permanecer no bem sem ser coagido. Quando a criatura escolhe o bem, ela não perde liberdade; ela permanece dentro da finalidade para a qual foi criada. Obedecer ao bem preserva a liberdade, porque mantém a criatura em harmonia com a vida, com o limite e com a ordem recebida.


O contrário acontece quando a criatura escolhe o mal. A escolha má se apresenta como autonomia, mas termina em escravidão. Antes do ato mau, havia vida, ordem, possibilidade de obediência e domínio próprio. Havia também a possibilidade de negar tudo isso. Mas, quando a criatura atravessa o limite e produz o mal, ela já não permanece diante das mesmas possibilidades. Certas consequências não podem simplesmente ser desfeitas.


Um exemplo extremo ajuda a perceber isso. Se alguém, movido por ódio, deseja matar outro ser humano, diante dele há uma escolha: preservar a vida ou negá-la. Se escolhe não matar, mesmo enfrentando ira, dor ou desejo de vingança, ele permanece no caminho da vida. A possibilidade do mal não desaparece, mas não se torna fruto. A liberdade continua aberta, governada pelo domínio próprio e pela obediência ao bem.


Mas, se ele escolhe matar, algo muda. Ele não apenas “usou sua liberdade”. Ele usou sua liberdade contra a vida. Negou o bem que já estava presente. Produziu uma realidade que antes não existia naquela situação: a morte daquele inocente, a culpa daquele ato, a ferida aberta na história. Ele não pode “desmatar” aquele que matou. A escolha que parecia expressão de autonomia torna-se prisão. O pecado realizado escraviza aquele que o praticou.


Nesse sentido, Deus criou a vida, a ordem, o bem e a liberdade. Mas a morte produzida pelo assassinato não é fruto do coração de Deus. É fruto da criatura que, colocando-se no lugar de Deus, rompe o limite, nega a vida e transforma a liberdade em instrumento de corrupção.


Assim, o mal não precisa ser entendido como uma substância criada por Deus. Ele é a negação ativa do bem, a corrupção da liberdade e o fruto da criatura que rejeita a ordem para a qual foi criada.


João 8:34 — “todo o que comete pecado é escravo do pecado”;
Romanos 6:16 — quem se oferece ao pecado torna-se servo do pecado;
Tiago 1:14-15 — o desejo concebe, dá à luz o pecado, e o pecado gera a morte;
Gênesis 2–3 — o limite dado por Deus preservava a vida; a transgressão produziu morte;
Deuteronômio 30:19 — “escolhe, pois, a vida”.
I Coríntios 6:12 — "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma".

Vive-se uma época em que a liberdade — individual e econômica — é proclamada como fim supremo, enquanto, em paralelo, a autonomia é silenciosamente entregue a objetos que não pensam, não sentem, não sofrem, mas passam a orientar o modo de viver. Busca-se independência e aceita-se condução; exalta-se escolha e pratica-se delegação. E, nesse paradoxo, quanto mais se fala em liberdade, mais se normaliza a dependência que a esvazia.

A chave da liberdade está em suas mãos, mas a força para abrir as portas vem de Deus.

Entre a esperança de recomeços e a liberdade de deixar ir, encontramos o equilíbrio.
É aprender a persistir quando vale a pena e soltar quando é necessário. É confiar em Deus, honrar o nosso valor e deixar que Ele conduza cada passo do coração, seja na espera, seja na partida, seja na reconciliação.


No fim, descobrir que amar também é respeitar a si mesmo e ao tempo de Deus é o verdadeiro ato de coragem.

A coragem de fechar a porta para um ciclo de dor é o primeiro passo para a liberdade.

Liberdade sem maturidade é laço; amor com firmeza é proteção.

O primeiro passo para a liberdade é enxergar as correntes que nos prendem.

O ABISMO COMO CONSCIÊNCIA E CONDENAÇÃO À LIBERDADE.
O abismo não é um lugar. É uma condição. Não se trata de um espaço onde se cai, mas de uma verdade diante da qual se desperta.
O teu sonho, nessa leitura, não é simbólico no sentido comum. Ele é existencial em sua raiz mais profunda. Revela a própria estrutura do ser humano enquanto consciência. O homem surge no mundo sem essência prévia. Não há natureza fixa. Não há destino traçado. Há apenas a existência em seu estado bruto. E essa existência carrega consigo um vazio inevitável. Um nada silencioso que habita o centro da consciência.
Esse nada é o teu abismo.
Não como destruição, mas como liberdade absoluta. Porque, ao não seres determinado por nada anterior, estás condenado a escolher. A cada instante. A cada gesto. A cada pensamento. Essa liberdade radical não é leve. Ela pesa. Ela inquieta. Trata-se de uma angústia que não nasce do perigo concreto, mas da percepção vertiginosa das possibilidades infinitas de ser.
Sonhar com o abismo, nesse contexto, é perceber que não há um solo essencial que te sustente. Não há uma identidade fixa que te defina antes de agir. És tu quem te constrói. E essa construção se dá sem garantias, sem absolutos, sem um fundamento externo que te isente da responsabilidade.
Há uma imagem que ilustra essa condição com rigor. Um homem diante de um precipício não teme apenas a queda. Ele teme a possibilidade de lançar-se. Esse é o verdadeiro abismo. A consciência de que o ato depende unicamente de si. De que nada o impede, exceto a própria decisão.
Assim, o teu sonho não denuncia fragilidade. Ele denuncia lucidez. É o instante em que a consciência se percebe livre e, ao mesmo tempo, exposta. Sem desculpas. Sem subterfúgios. Sem um roteiro previamente escrito.
Há, contudo, um risco silencioso. Fugir desse abismo interior é viver em dissimulação. É criar máscaras, papéis rígidos, justificativas artificiais para escapar da liberdade. É fingir ser algo fixo para não enfrentar o peso de escolher continuamente.
Encarar o abismo, portanto, é um ato de autenticidade. É aceitar que não há essência anterior que te determine. Que és projeto. Que és construção contínua. Que és, a cada instante, aquilo que decides ser.
Teu sonho não anuncia uma queda. Ele revela uma condição. Uma convocação silenciosa à responsabilidade integral de existir.
E no centro desse silêncio, há uma pergunta que não pode ser evitada.
O que farás com a liberdade que te constitui como um abismo sem fundo.

Para quem tem o poder de viver a liberdade, ela dá te a chance de perdir para "deixa-me ser", oriundo de "Lemme be" o caminho é vasto, siga em frente e tenha a capacidade de obter os materiais necessários para construir o destino desejado.

DO SUBCONSCIENTE À LEI.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Atingindo o ponto de liberdade que faz do homem autor de si mesmo em suas experiências costumeiras e múltiplas ;a autoridade que lhe advém das escolhas que lhe percrustam o subconsciente, emergem em emoções vividas e imantadas mediante o tempo que é de teor significativo prior,produzem invariavelmente sem o preparo ideal nas pautas do evangelho que alforria o homem de suas dependências primitivas em todas as áreas em que lhe concernem dores atrozes,segue o espírito por força maior do bem estar que ele procura para seguir em paz e adiante;chega então o sondar dos mistérios que o seu "eu pessoal" teima em esquecer das arbitrariedades praticadas contra a própria vida íntima ou alheia que lhe segregam envolvidas no mesmo universo psicológico que roga lograr êxito para uma sublimação que trespassa os interesses pessoais.
Cada ação,cada ato lhe tornando o receptáculo intransferível baseado nas leis naturais que sustentam todas as existências primárias ou milenares que pairam sobre as mesmas livres escolhas; chegam para diluírem-se na égide que cada um trás acima dos próprios atos,mesmo que desconhecendo-lhes o nascedouro não olvidam que lhe fazem aparentemente e de imediato humano o incompreensível mal que também se lhe transforma num educandário tanto no corpo como n'alma.Cabe ao homem que busca algo mais além das aparências turvas observar para compreender essa lei de causa e efeito, é a mesma que lhe chega com as mesmas forças dos atos pretéritos lhe elevando em direção a sentidos mais avançados e objetivos luminosos, abrindo-lhe portas e janelas dantes desconhecidas,mas agora um tanto mais interiorizados que olhamos e que nos olham em somas efetivas para despontar e redirecionar todos os que buscam a paz e o equilíbrio que almejamos,vivendo hoje esses sentidos, para que nessa transmutação amparada sob à lei inalienável da justiça divina aumentem em cada um de nós o merecimento de viver em mundos melhores e superiores na ação da paz conquistando ante as lei das reencarnações a lívida consciência dos deveres por hora bem realizados para com Deus na pessoa daqueles que conosco jornadeiam na mesma senda e seara.
Muita paz.

Aprendi que amar é também permitir a liberdade. Aquilo que permanece, permanece por escolha — e isso é amor. Aquilo que parte, talvez nunca tenha sido verdadeiramente nosso.

Meus pensamentos foram longe agora.
Que vontade de sair em busca de
liberdade, abrir os braços e correr
contra o vento, quero sentir a brisa sobre
minha pele, que vontade de sair sem rumo
e andar abeira mar, não sei como explicar o
que estou sentindo, mais é algo forte, e intenso.
Dentro de mim esta se formando uma tempestade.
Um furacão de sentimentos esta a ponto de explodir.
Hoje estou a Flor da pele.

❝ ...Quero respirar este ar puro, este cheirinho de
liberdade, de poder caminhar por novos caminhos,
ir em direção aos meus sonhos sem medo ou
culpa de ser feliz...❞
---------------------------------------------Eliana Angel Wolf

❝ ...Minha liberdade tem cheiro e a beleza do amor,
só ele tem poder sobre mim. Só o amor pode me controlar,
vivo por que amo, e sou grata a Deus pelo imenso amor
que derrama sobre mim todos os dias. E que este amor
seja derramado a todos os corações sedentos de amor...❞
---------------------------------------------Eliana Angel Wolf