Mãos

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"Natal e Ano Novo... Época de confraternização, de estendermos as mãos.Talvez por isso, nessa época, vemos tantas mãos estendidas e 'humildes' de porteiros, de carteiros, de garis, de garçons e de guardadores de carros, entre outros!"
Frase Minha 0235, Criada no Ano 2008


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Desistir de você nunca foi um plano meu, mas ver o nosso 'nós' virar fumaça nas suas mãos foi a despedida mais dolorosa que já vivi.

O caráter é escrito pelas suas mãos, não pelas suas orações. Nenhuma doutrina substitui a decência humana e o respeito ao próximo.

É fácil erguer as mãos para o céu no domingo quando se usa os pés para pisar nos outros o resto da semana.

Meu maior medo é deixar o que temos de mais bonito escorrer pelas mãos por causa de alguma bobagem ou imaturidade minha. Você é o meu melhor acerto, e eu estou aprendendo a ser melhor só para não te perder.

A religião, nas mãos de um narcisista, vira uma arma de controle e não uma ferramenta de libertação.

Sinto que admitir meu erro agora é como tentar segurar o oceano com as mãos; parece pouco diante de todo o tempo que deixei escorrer entre os dedos. No entanto, essa é a única verdade nua que me restou: eu falhei com você.
Você sempre carregou uma fé inabalável em nós, uma paciência sagrada que minha teimosia cega não soube honrar. Hoje, no silêncio deste quarto, eu finalmente enxergo: você não estava apenas "acreditando em nós dois"; você estava, sozinha, sustentando o peso do nosso mundo enquanto eu, em minha tolice, permitia que tudo balançasse.
Minha vida hoje se transformou em um filme sem trilha sonora, um roteiro sem cores. Sinto uma falta desesperada do seu sorriso — não apenas pela luz que ele irradia, mas porque ele era o meu único porto seguro, a prova viva de que o futuro poderia ser gentil. Sem o brilho dos seus olhos, o "amanhã" tornou-se apenas um espaço vazio e cinzento no calendário, uma promessa que não tenho vontade de cumprir sozinho.
O que sou eu sem você? A resposta, embora dolorosa, é cristalina: sou alguém tentando desesperadamente reencontrar o caminho de casa. E eu aprendi, da maneira mais difícil, que "casa" nunca foi um lugar físico ou quatro paredes; casa sempre foi o tom da sua voz, o calor do seu abraço e a paz infinita que só você sabe me transmitir.
Não tenho como saber o que habita seus pensamentos agora, ou se ainda resta um pequeno refúgio para mim em seu coração. Mas o meu peito precisava gritar: estou perdido na imensidão da sua ausência, transbordando saudade e, acima de tudo, pronto para lutar por nós com a intensidade que você sempre mereceu.
Por favor, não permita que o tempo vença. Não deixe que seja tarde demais.

Se o povo soubesse o poder que tem nas mãos, acabaria com essa zona na política de uma vez por todas! O problema é que muitos ainda preferem votar por migalhas, vendendo o futuro por um favor momentâneo. Enquanto o povo aceitar ser comprado, esses políticos vão continuar tratando a nossa cidade como se fosse o quintal da casa deles. Acorda, povo! O político tem que ter medo do povo, e não o contrário. Chega de clientelismo e de promessas vazias!

A xícara de café está quente entre as minhas mãos, mas os meus dedos continuam frios. Sorrio para a vizinha que passa pela calçada — um sorriso largo, daqueles que enrugam os cantos dos olhos. Ela acena de volta e comenta com outra pessoa sobre como sou "forte" e sigo em frente "como se nada tivesse acontecido".
Mal sabem elas que esse sorriso é apenas o vidro blindado que segura os meus estilhaços.



Nas últimas semanas, perdi o chão, o teto e o ar. Perdi quem eu mais amava, perdi planos de uma vida inteira e o porto seguro que me mantinha de pé. Quando fecho os olhos no escuro do quarto, o silêncio grita tão alto que chega a doer o peito. A sensação de vazio é um peso físico, uma âncora amarrada à minha alma. Morro um pouco mais a cada amanhecer, mas preciso levantar, lavar o rosto e colocar a máscara da normalidade.


Mantenho-me de pé por pura necessidade, blindando o que restou de mim e protegendo quem ainda depende da minha força.
Mas o mundo lá fora prefere julgar a embalagem a tentar entender o conteúdo. Escuto os sussurros nos corredores, os comentários tortos nas redes sociais e os olhares de desaprovação. Dizem que superei rápido demais. Dizem que sou frio. Julgam o meu silêncio como indiferença e o meu esforço para sobreviver como falta de amor.



Como as pessoas conseguem ser tão cruéis com o luto alheio? Quem deu a elas o direito de medir o tamanho da minha ferida pela quantidade de lágrimas que decido não derramar em público?
A maior lição que a dor me ensinou é que a empatia é o artigo mais raro do ser humano. É muito fácil apontar o dedo para o teatro de alguém quando não se conhecem os bastidores do seu inferno. Ninguém vê as noites em claro, o choro abafado no travesseiro para não incomodar ninguém, o nó na garganta engolido junto com a comida que já não tem sabor.



Se você está lendo isto agora e também carrega um peso invisível, saiba que eu vejo você. Eu entendo o cansaço de fingir que está tudo bem. E para você, que olha de fora e se acha no direito de criticar a postura de quem sofre, deixo um pedido: antes de julgar a forma como alguém reconstrói a própria vida, experimente calçar os sapatos dessa pessoa. Caminhe pelas pedras que ela caminhou. Sinta a ausência que ela sente.




A vida é um soco. Hoje eu choro escondido enquanto o mundo me aponta o dedo. Amanhã, pode ser você a precisar de um abraço que ninguém deu. Se não puder ser abrigo, pelo menos não seja a tempestade na vida de ninguém.

Dói porque o amor não sabe morrer; a gente é que fica aqui fora, com as mãos cheias de futuro, tentando explicar para o peito vazia que a saudade agora é a única forma de abraçar quem partiu.

O teu corpo tem o poder do transe perfeito, Lábios que me rendem, Olhos que me seduzem e mãos que me prendem.

Minha mente e mãos
trazem sempre algo
das quebradeiras de côco
da Mata dos Cocais,
Há tanto tempo faz
que canto para os vivos,
e também para os mortos,
Porque não aceito jamais
o meu chão em destroços;
De tudo o que a Carnaúba
que vida nos traz carrego
tudo sem nada deixar,
Seja com o Bem e o Mal
para virtuosa lidar,
Nada devemos deixar
passar ou deixar de aprender,
para trilhar o caminho
certo para sempre crescer.

Das minhas mãos jamais
sairão letras que provoquem
ou defendam caleidoscópios,
por conquistas de territórios
com base no emprego da força.


Os tempos não são mais
os mesmos porque onde
há a liberdade dos outros,
Não cabem guerras de aniquilação
e outros tipos de sufocos.


O Cedro do Líbano partido
por mim nunca foi defendido,
e jamais o será - custe o que custar;
Calar nunca será uma opção,
e tampouco o destino,
porque se o que é devido.


Seja pelo tempo, repetição
para causar normalização,
ou qualquer tipo de imposição,
Não haverá nenhum espaço
para tosco convencimento.


Tudo, do poema ao meu silêncio,
têm vida própria e aclamatória,
Não há quem de mim saia ileso,
porque entre pausas há comunicação;
que nem milhares de exércitos tombarão.


<< Do início, meio e ao final,
somente a paz estabelecerá reino,
quer queiram ou quer não. >>

Pelas mãos e fortaleza da gente
do campo do Rio Grande do Sul
e do Vale do Rio do Peixe foi erguida,
assim começa a história
da cidade que é toda a minha vida.


Depois da Guerra do Contestado
passou a pertencer à Santa Catarina,
fundou-se a história de Ouro Verde
plenamente no Oeste Catarinense,
e aqui vivo orgulhosamente.


Ouro Verde fascinante que leva
esse nome graças aos pinheirais
e a erva-mate em abundância,
que fascinaram este povo,
e o meu coração tem estância
cheia de beleza e romântica.


É nesta cidade que tenho a fé,
o encontro com ou sem festa,
os sabores que sempre animam,
tudo na vida o que interessa,
não me vejo fora deste lugar:
este é o meu recanto de morar.

Ao Poeta da Aviação...


Numa noite sem igual,
tocando com as mãos
o Hemisfério Austral
na Praia do Campeche,
em Santa Catarina,
desejo estar na sua
tão doce companhia.


Relembrar quando
toquei o seu coração,
render homenagem
ao poeta da aviação,
e permitir que invada
sutilmente a sedução.


Ter a confirmação
ao olhar nos olhos,
e ler no teu sorriso
lindo entre os lábios
o verso tão sonhado:


“Só você terá
estrelas que sabem rir”,


Sem dar uma só palavra
fazer o instante festejado
pela fiel certeza do amor
de vez ter nos encontrado.




Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski

Iukê




O coração é Iukê batendo na terra
nas mãos dos Uapixanás
do Rio Branco até o Rio Amazonas,
O ritmo te põe hipnotizado,
pelas minhas danças embaladoras.


(De todas as existências sedutoras,
a minha é a mais encantadora).

És o meu mistério favorito
todo cheio de magnetismo.
Com Acaçá nas mãos,
bem servido e envolvido
em folha de bananeira,
Você haverá de ser meu,
queira ou não queira,
Na tua imaginação tenho
todo o dia sido o poema.

A senha serpenteando faz arrepio
entre os meus montes ao alcance
das afáveis mãos e do altíssimo
lance e da tua intrépida escalada,
Para que no espaço de um assobio
venha com os apelos sedentos,
rumo para desinibir os trejeitos
por intenção desavergonhada.


O prazer é comando compartilhado
entrego-te o cetro, o corpo e o poder,
Sou tu'alma nenhum pouco recatada,
terra ocupada e paraíso consagrado;
o encaixe eleito feito para o amado.


Onde a liberdade é a régua por regra,
em tempo de colheita de umbus,
com a maior consagração e entrega:
o amor em nós sempre se celebra.

As mãos vão esticadas
na altura dos olhos,
há sombras e jogos;
Recordo o gesto da Lua,
quando decidi ser tua,
a potência dos desafios
e a audácia dos sonhos.

As nuvens insurgentes
encobrem o azul
profundo do Universo,
A brisa da noite
balançando o arvoredo
me faz sentir viva,
e esbanjo expectativa.

O silêncio companheiro
inseparável mima
a previsão com sabres
do Sol rompendo sutis
a escuridão no trajeto,
é para os teus braços
quentes que me projeto.

O barulho dos motores
dos carros na vizinhança
desconcentram o transe
e a luz ainda não voltou;
por você o meu peito agita,
és a minha história bonita
e desta orquestra a melodia.

⁠Das mãos de Allah saíram
as constelações árabes
para mostrar o caminho
que me leve pelo deserto
do destino da Humanidade,
além das mil e uma noites
narradas por Sherazade.

Onde muitos tratam o amor
como um desconhecido,
tenho feito ele reconhecido
sob nossos poéticos feitos
e luzes de Leyla e Mecnun.

A inspiração leva a pluma
onde ela permite deslizar
e redigir uma nova história
que me faça te encontrar
entre o Oriente e o Ocidente.

Onde se revela sobre a duna
e a conjunção planetária
com a Lua refletida no oásis,
em mim mora o silêncio,
a oração e o mistério
que já nos faz mais unidos
e imparáveis do que nunca.

A coragem leva os passos
por onde nunca imaginei,
faz perder inteiro o medo
crescente da tempestade,
e ser rendição de verdade.

O Livro das Estrelas Fixas
orientará todos os dias
como iremos nos amar
na terra, na água ou no ar,
os quatro sentidos nos pede
Astronomia e toda a magia.