Manha Maravilhosa
Manhã de verão
A neblina era incomum e densa
O ar quase fumarento e incerto
Sua textura era absolutamente perfeita
Para uma manhã que estava apenas começando.
O sol surgiu detrás da neblina
O vento suave enroscava meus cabelos
Que voava suavemente.
Com a mente livre
Acompanhei os contornos do horizonte
E com a ponta dos dedos perlonguei
Até sentir o céu perto de mim.
Abruptamente percebi que estava só
Apenas eu e o mar
Afaguei minha pele
Senti o arrepio
Quando percebi o murmúrio suave das ondas...
Boleira é sinônimo de riqueza.
A riqueza da manhã com gente, café e bolo arretado;
o luxo de uma mesa com forro xadrez, pé de moleque e beiju a vontade;
o muito desejado por poucos, mas o pouco que muitos não sabem o que verdadeiramente esse luxo tem a nos proporcionar: sensações e vínculos que dificilmente enfraquecerá.
Ao longo da manhã, eu encontrei você, essa mulher doce, meiga, e tudo o que você é. E por tudo o que eu pude perceber, o quanto você era especial, encantadora e apaixonante, e outras coisas maravilhosas que você é, não deu outra. Muito rápido caiu uma avalanche de sentimentos sobre mim e eu me perdi. Amor, paixão e tudo por você, eu sempre vou te amar, meu amor, porque sem você eu não sou nada mais! Eu sempre vou te querer e ser esse louco apaixonado que eu sou por você! Eu sempre vou te desejar porque você me provoca e me causa esse desejo! Eu sempre te escolherei todos os dias, e acredite, minha vida está junto com você, é o momento mais especial da minha vida! Você é demais, meu amor, e eu amo apavoradamente você e cada pedacinho do seu corpo. E cada dia que passa eu me apego e me sinto mais apaixonado! E te amo, te quero, te desejo muito mais do que o dia anterior.
Quase de manhã mais uma noite no vazio, me desafio, lá fora o mundo louco sem perdão nem compaixão...
Quatro da manhã no UR Cinco Barro, apenas silêncio,
Carregado de sonhos e cansaços.
Como navios negreiros modernos,
Transportam histórias, vidas e infernos.
Nos assentos, rostos marcados,
Pelo peso da vida e seis dias contados.
Tudo isso pra quê? Moradia e comida?
Libertos, mas vítimas, ilusões de mudança,
Presos em migalhas, sem esperança
Nem toda manhã é ensolarada
Nem toda chuva é enxurrada
Nem todo sorriso é de alegria
Nem toda lágrima é de agonia
Mas cada dia é um presente,
e cada expressão é consequente.
Meu Primeiro Encontro com a Mentoria Espiritual
Em uma noite, por volta das três da manhã, uma luz brilhante com várias cores pairava sobre mim. Eu não sabia se estava dormindo ou acordada. O medo do desconhecido, do mundo extra físico, me dominava. Como eu confiava na igreja católica, a luz se apresentou como o Arcanjo Rafael. Iniciei uma mentoria espiritual com ele, conversando telepaticamente e chamando-o intimamente de Rafa.
Após um ano, na mesma data, a luz se revelou como Helena P. Blavatsky. Ela permaneceu ao meu lado por cerca de quatro anos, desmistificando as "verdades" que a igreja católica havia me mostrado e revelando o mágico mundo espiritual. Nesse tempo, deixei de ter medo ao descobrir a verdadeira essência do mundo espiritual.
Numa manhã muito estranha e serena, Um balbuciar parecia uma criança pequena, Mas era um pequeno duende a pular, Corria pelo jardim, ora aparecia, ora sumia no ar.
Sua intenção parecia clara e bela, Distraindo-me, trazendo uma alegria singela. A tristeza em mim estava a se instalar, Por alguém querido que vi partir, e não pude evitar.
Passaram-se anos e o duende nunca mais me deixou, E meu amor, esse, nunca mais voltou. O duende, meu amigo, sempre a me animar, Vez em quando vem me visitar.
Traz pétalas de flores, um gesto encantador, E eu o recompenso com maçãs, um pequeno amor. Geometricamente cortadas, ele aprecia, Nossa amizade, um refúgio na melancolia.
Assim seguimos, eu e o duende querido, Um laço mágico, um segredo jamais perdido.
Em manhã de primavera, ao despertar, Com a cantoria dos pássaros a me embalar, Uma luz sutil atravessou minha janela, Pairando sobre mim, se fez anunciar.
Um novo aprendizado eu iniciaria, E ela, Alice Bailey, me instruiria. O anjo se apresentou com graça e luz, Guiando meus passos com firmeza e paz.
Ela caminha comigo pelas cidades astrais, Mostrando maravilhas que a mente jamais suporia, Revelações além dos olhos mortais, Em passeios e conversas de pura magia.
Na telepatia, a verdade superior se revela, Alice Bailey, minha guia celestial, Nossa conexão transcende o véu, Minha eterna gratidão a esta fada especial.
Auto Estima e o Amor Além da Aparência
Nas primeiras horas da manhã, quando a luz suave do sol adentra o quarto, encontro-me diante do espelho. A cada dia, olho para mim mesma com gratidão sem desviar o olhar de quem realmente sou. Observo cada linha, cada imperfeição e, acima de tudo, reconheço o reflexo como uma extensão verdadeira do meu ser. É um exercício diário de aceitação e gratidão.
Aprendi a ser grata pelo corpo que me sustenta, ainda que ele não possua as formas idealizadas pela sociedade. Cada curva e cada detalhe contam uma história única. Com a gentileza preparo o melhor alimento, nutro meu corpo com amor e dedicação. Procuro saber dentro dos mais variados alimentos oferecido pela natureza, como meu corpo reage, para garantir que a saúde dele seja sempre a prioridade. Caminhadas matinais, exercícios revigorantes e escolhas alimentares conscientes são gestos diários de cuidado e respeito por mim mesma.
Quando a noite cai, procuro a tranquilidade do escuro para repousar. Durmo com o conforto de saber que a penumbra me oferece um sono reparador. É no silêncio da noite que encontro a paz para revigorar minha mente e meu corpo, preparando-me para um novo dia.
Nesta jornada de autoconhecimento e aceitação, compreendo que amar-se é um ato de coragem e compaixão. Cada olhar no espelho é uma oportunidade de reafirmar meu compromisso com a saúde e o bem-estar, celebrando a singularidade de quem sou, exatamente como sou.
Foi-se noite, foi-se dia, manhã vem e não se vai minha agonia.
O que se foi? Minh'alegria.
Foi-se noite, foi-se dia, me vem o medo da despedida.
O seu amor? Minha terapia.
Foi-se noite, foi-se dia, Lua e Sol eu já não vejo.
O meu desejo? Teu beijo.
Foi-se, noite, foi-se dia, me pego em prantos, em desespero.
O meu refúgio? Teu aconchego.
E me vem a noite, me vem o dia, me vem a calma, minha alegria, você quem trouxe, minha menina.
O meu sonho? Te ter um dia, para sempre, sua companhia...
"Acordo de manhã.
Vejo a doce manhã.
Brisa leve da manhã.
Lembro o que me disse Djavan.
'Branca é a tez da manhã.'
Ela faz manha na manhã.
Teu cheiro doce, perfume de maçã.
Pele morena, recebe os meus e os beijos da manhã.
Querer-te é meu afã.
E com a solidão da manhã.
Faço da manhã meu divã.
Do amor tornei-me escravo e de ti tornei-me fã.
Doce manhã.
Dos meus sentimentos, pensamentos à fiz guardiã..."
"Lembra-me amanhã, de te esquecer.
Lembra-me pela manhã, de para sempre, despedir-me de você.
Lembra-me, de pensar mais em mim, que em você.
Eu tô sempre esquecendo-lhe, mas é meu coração, que me lembra de você.
Ingrato que é, ele deixaria de bater por mim para bater por você.
Parvo que sou, procuro razão na emoção e cadê?
Me pergunto, aonde vai você?
Lá fora é só tristeza e solidão, só você não quer ver.
A felicidade veio até você.
Mas dela, você se despediu, até tentou esquecer.
Ela tentou afagar-lhe os cabelos, ser a calma do teu ser.
É difícil, em tudo isso crer.
Mas acredite, sua felicidade sou eu e minha tristeza é você.
Sua razão sou eu, minha emoção é você.
Em meio à um léxico tão vasto, eu me esqueço o que deveria dizer.
Perdoe a minha memória fraca, só tenho mais um pedido à fazer.
Amada minha, por favor, lembra-me amanhã, de te esquecer..."
Então, eu resolvi acordar cedo, numa manhã de domingo.
Não acordei para ver o nascer do Sol ou sentir da manhã, o ar frio.
Acordei para ver, algo mais divino, mais lindo.
Você ali, em meus braços, dormindo.
O cheiro doce, entorpecia meus sentidos.
O negro dos cabelos, de desejo, flagelava-me a pele, fio a fio.
Mesmo se houvessem palavras para descrever, eu não ousaria tê-las dito.
Jamais deixaria de ouvir o palpitar do seu coração, para proferir coisas sem sentido.
Se eu tivesse poder sobre a vida, ali mesmo, eu teria morrido.
E em meu jazer, minh'alma já vislumbraria o paraíso.
Quando despertasse na eternidade já regojizaria em teu sorriso.
Sorriso que a cada dia, só me deixa mais vivo.
E se eu tivesse o poder de despertar do meu leito de morte, é certo, eu acordaria naquela manhã de domingo...
"As folhas dos ipês já esvaneciam, naquela manhã fria de inverno, as folhas, com suas cores num tom acinzentado, pareciam tentar dizer-me algo que, em meu peito, eu já predizia.
Aquele amor, em mim, morria; estava morrendo a cada minuto, a cada mês, a cada dia.
Aquela alameda, a rua dos ipês, muitas vezes era a nossa saída, era onde bailávamos ébrios pelo cheiro das flores, crentes que nossa paixão era infinita.
Hoje, meu amor, estou eu aqui, parado, naquela esquina, sob aquele ipê rosa, cujo as folhas e a cor, despertavam aquele seu jeito de menina.
Mesmo que eu velejasse por mil anos, em mares revoltosos, ainda faltar-me-ia a experiência para domar a mulher, que narro nessas linhas.
Estou indo pro cais, quem sabe eu não me afogue na marina, talvez eu consiga matar o resto de amor ou ódio que em mim germina.
Vou ir ver o velho pescador, talvez ele me convença a não ceifar a minha própria vida, talvez ele até me mostre como reconquistá-la, ensine-me como fazê-la minha.
Mas minhas esperanças esvanecem, como as folhas dos ipês, na nossa alameda, naquela manhã fria, naquela esquina..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, A Alameda dos Ipês.
"O céu urgia em maltratar-me, nas primeiras horas da manhã, daquele dia chuvoso de inverno.
Dormira muito mal naquela noite; durante a madrugada, nos raros momentos em que a atroz tempestade, deu-me uma trégua, eu sonhei com ela.
Quando os trovões, rugiam sobre mim, eu despertava ao gritos, atônito, desesperado, procurando por ela, em meio a lençóis vazios.
Completamente encharcado, eu não sabia diferir, o que era chuva, o que era suor e o que era lágrima.
Mas em minha própria cama, eu me afogava.
Quisera eu, que meu afogamento, se desse pelas águas.
As lembranças, foram o que me afogara.
Cada beijo, cada toque, cada palavra.
Eu lembrava e mais, eu afundava.
Cada gota, que pingava do telhado do meu velho casebre, parecia, em demasia, com minhas lágrimas.
Lembravam a ampulheta da minha vida.
Cada gota, que no meu chão de madeirite se desfazia, a minha vontade de viver, com ela ia.
Perdão Deus, por não conseguir enfrentar as intempéries da minha vida.
Deverei ceifá-la, talvez seja essa minha missão, quiçá, minha sina.
Tentei o velho pescador, nem ele, sábio como és, conseguira desviar a minha finda.
Talvez, o melhor que posso deixar para esse mundo é minha morte, o amor que sinto por ela e minhas palavras vazias.
Logo hoje meu Pai, eu não merecia.
Mas a madrugada me maltratou tanto, e o céu urgia.
Não sou capaz de viver sentindo o cheiro dela, em cada flor, em cada perfume, em cada brisa.
Já me chamam, O Velho do Casebre, já deram sentido, à uma existência vazia.
Fui obrigado a abrir mão dela, então de bom grado, hoje, abro mão da minha vida.
Perdão Cristo, mas essa é a minha sina.
Espero que a corda, que agora amarro em meu teto, consiga suportar o peso, das minhas feridas..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador - A Carta de Despedida
São três e quinze da manhã, um silêncio se mistura ao som da fúria das ondas quebrando-se na praia, nesse momento sinto uma leve presença divina, é mais um dia...
Hoje, 11/02/2019, inesperadamente, me acordei às 5h da manhã, e como havia perdido o sono, resolví ligar a TV, coisa que eu não costumo fazer, e foi quando ví o Boechat, acho que no Canal Livre, foi o primeiro rosto que eu ví neste dia. Fiquei assistindo um pouco, mas não estava atenta ao programa, nem mesmo sei quem era o entrevistado, porque ao ver o Boechat, tentei me lembrar de uma postagem que eu havia feito sobre a Ministra Cármen Lúcia que, se não me engano, foi entrevistada por ele nesse mesmo programa. E como um assunto, automaticamente, puxa outro, logo em seguida me peguei pensando em quão bom jornalista era o Boechat, na verdade naquela hora era "é", mas infelizmente, horas depois já era "era".
Eu estava para sair de casa quando o telefone tocou, por volta das 13:30h, e uma amiga me contou o que tinha acontecido com o Boechat, pois ela sabia o quanto eu o admirava. Fiquei muda. Não acreditei naquelas palavras. Ela havia se enganado. É um engano dela, eu pensei. Eu só acreditei quando eu vì a jornalista Sandra Annenber lamentando a morte inesperada do Boechat, no Jornal Hoje da Globlo. Aquilo foi um choque. Aí fiquei pensando, como é que pode, que coisa assim pudesse acontecer, tão depressa, com alguém tão importante pra nação...
Sem desmerecer os demais profissionais da área, pra mim, o Ricardo Boechat havia se tornado o melhor jornalista brasileiro de todo este tempo. Ele não apenas apresentava bem as informações, como também interagia com elas, era capaz de compreender e de se envolver responsavelmente com as notícias que ele mesmo nos noticiava.
Ele me representava, ele falava o que, na maioria das vezes, eu queria falar, quando via uma determinada matéria no jornal, e não podia. Ele não era como um "robô", frio e indiferente, e era justamente isso o que eu mais gostava nele, era GENTE como a gente, e se preocupava com a gente, com toda a gente brasileira, enfim, era inteligente.
Eu, como cidadã, me sentia segura em ter alguém do quilate do Boechat para nos simbolizar com tanta responsabilidade, sinceridade, honradez, dignidade, e discernimento.
E agora nem sei mais o que dizer... Sem ele, o Brasil fica mais vulnerável e muito mais pobre...
Me parece que os anjos, do bem, eståo abandonando este país... 🌠
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